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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Guiné-Bissau: PAIGC reafirma intenção de realizar congresso no segundo semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:42:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reafirmou hoje o propósito de organizar o XI congresso para a escolha da nova direção no segundo semestre deste ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reafirmou hoje o propósito de organizar o XI congresso para a escolha da nova direção no segundo semestre deste ano.</P><br />
<P>Aquele órgão do histórico partido da libertação da Guiné-Bissau já tinha recomendado a fixação da data &#8220;entre os finais de junho e princípios de julho de 2026&#8221; e reafirmou a pretensão numa reunião online realizada hoje.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado na página oficial do PAIGC, a Comissão Permanente reitera &#8220;o propósito de organizar o XI Congresso do Partido no segundo semestre de 2026&#8221; e decidiu criar e instruir uma Comissão Nacional Preparatória para dar início aos trabalhos de preparação.</P><br />
<P>A tomada de posição surge depois do cancelamento de um congresso paralelo anunciado para 09 e 10 de maio pela oposição interna à atual direção, constituída por dirigentes que integram o Governo de transição e que se auto-intitulam Grupo de Reflexão para a Renovação e Salvação do PAIGC.</P><br />
<P>O XI Congresso do partido deveria ocorrer em novembro de 2026, mas a direção pretende antecipar a data, depois de os militares que tomaram o poder no golpe de Estado de novembro de 2025 terem anunciado a realização de eleições gerais no país a 06 de dezembro.</P><br />
<P>O golpe de Estado interrompeu o anterior processo eleitoral, presidenciais e legislativas, que decorreram a 23 de novembro de 2025 e no qual o candidato da oposição, Fernando Dias, reclamou vitória na primeira volta sobre o então Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, que se candidatou a um segundo mandato.</P><br />
<P>O PAIGC e o líder, Domingos Simões Pereira, foram afastados das eleições, por decisão judicial, e apoiaram Fernando Dias.</P><br />
<P>Simões Pereira foi detido no golpe militar e, depois de dois meses na cadeia, encontra-se em prisão domiciliária.</P><br />
<P>A Comissão Permanente do PAIGC, reitera, no comunicado divulgado hoje, &#8220;a exigência de libertação plena e incondicional do presidente do partido, camarada Domingos Simões Pereira&#8221;, argumentando que o mesmo &#8220;se encontra sequestrado há seis meses, com restrições abusivas da sua liberdade&#8221;.</P><br />
<P>Exige ainda &#8220;a reabertura da sede nacional do PAIGC e de todas as sedes regionais para que o partido possa retomar plenamente o exercício das suas atividades políticas&#8221;.</P><br />
<P>O PAIGC acusa e condena as autoridades por alegadas &#8220;violações sistemáticas dos direitos e das liberdades dos dirigentes políticos não alinhados&#8221; com o regime e reclama &#8220;o fim da impunidade aos responsáveis por esses atos&#8221;.</P><br />
<P>A Comissão Permanente do PAIGC insiste, também, &#8220;na conclusão, o mais rapidamente possível, da investigação ao assassinato do cidadão e ativista Vigário Luís Balanta&#8221; e na apresentação &#8220;à justiça dos executores e mandantes do hediondo crime&#8221;.</P><br />
<P>  </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761969]]></sapo:autor>
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		<title>Municípios do Baixo Alentejo contra reprogramação de fundos europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os municípios do Baixo Alentejo manifestaram hoje o seu "total desagrado e discordância" com a reprogramação intercalar do programa operacional regional Alentejo 2030, acusando o Governo de ter tomado uma decisão "unilateral, precipitada e inoportuna".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os municípios do Baixo Alentejo manifestaram hoje o seu &#8220;total desagrado e discordância&#8221; com a reprogramação intercalar do programa operacional regional Alentejo 2030, acusando o Governo de ter tomado uma decisão &#8220;unilateral, precipitada e inoportuna&#8221;.</P><br />
<P>Na tomada de posição, enviada hoje à agência Lusa, os 13 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) consideraram que o Governo avançou &#8220;de forma unilateral e sem prévia articulação com as câmaras municipais&#8221; para &#8220;a reprogramação intercalar do programa regional de fundos europeus&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Depois de iniciar o Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial (CDCT) com um relevante atraso de quase um ano e meio, agora, basicamente, o Governo vem impor uma &#8216;mudança das regras a meio do processo&#8217;, causando com esta decisão um enorme constrangimento às autarquias, face às suas expectativas e tudo o que tinham planeado&#8221;, disse à Lusa o presidente do conselho intermunicipal da CIMBAL, António José Brito.</P><br />
<P>Em causa está, segundo o também presidente do Município de Castro Verde, a decisão do Governo de &#8220;impor cortes de financiamento em áreas fundamentais&#8221;, como &#8220;educação, equipamentos sociais e de saúde ou projetos de requalificação urbana&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma &#8216;reviravolta&#8217; totalmente incompreensível e inoportuna&#8221;, disse o autarca, indicando ser &#8220;nas prioridades referidas que os municípios mais apostam e onde têm procedimentos em curso e ou com elevada maturidade&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião de António José Brito, &#8220;esta alteração vai dificultar, de forma muito relevante, o caminho definido em conjunto pelas câmaras municipais, que previamente planearam e aprovaram na CIMBAL os Investimentos Territoriais Integrados (ITI) até 2030&#8221;.</P><br />
<P>Na tomada de posição, a comunidade intermunicipal vincou que &#8220;as novas prioridades&#8221; definidas no âmbito do Alentejo 2030, &#8220;como a habitação, por exemplo, ainda carecem de detalhe, subsistindo várias dúvidas ao nível das elegibilidades, o que dificilmente poderá contribuir para valores significativos de execução até outubro de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Tudo isto levou os presidentes de câmara do Baixo Alentejo a lamentar &#8220;que se esteja a trocar o caminho certo e planeado por uma solução incerta&#8221; e um rumo &#8220;bastante indefinido e que não reflete a vontade dos municípios&#8221;, pode ler-se no documento.</P><br />
<P>O programa regional Alentejo 2030 e as quatro comunidades intermunicipais da região e a da Lezíria do Tejo assinaram, em março de 2024, os respetivos CDCT, num total de 440,9 milhões de euros.</P><br />
<P>A verba, indicou, na altura, o então presidente da CCDR do Alentejo, António Ceia da Silva, seria para aplicar em projetos que &#8220;vão desde o empreendimento, a área da requalificação urbana, a área do ambiente, [&#8230;] do circuito urbano da água, os resíduos, a área do património, da cultura, do turismo&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com os dados então divulgados pela CCDR, dos praticamente 441 milhões de euros, cabem 90 milhões à do Baixo Alentejo.</P><br />
<P>Em 28 de abril, também a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), que abrange os 14 municípios do distrito de Évora, já se manifestou contra a proposta de reprogramação do Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alentejo Central.</P><br />
<P> </P><br />
<P>CYMP (SM/RRL) // RRL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761968]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Comissão civil israelita denuncia violência sexual &#8220;sistemática&#8221; nos ataques de 7 de outubro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-comissao-civil-israelita-denuncia-violencia-sexual-sistematica-nos-ataques-de-7-de-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório publicado hoje por uma comissão civil israelita, composta por juristas e especialistas em direito internacional, afirma que no ataque do Hamas a Israel, em 2023, houve atos de violência sexual e de género "sistemáticos e generalizados".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um relatório publicado hoje por uma comissão civil israelita, composta por juristas e especialistas em direito internacional, afirma que no ataque do Hamas a Israel, em 2023, houve atos de violência sexual e de género &#8220;sistemáticos e generalizados&#8221;. </P><br />
<P>Esses atos, de acordo com o mesmo documento, ocorreram tanto durante o ataque, a 07 de outubro de 2023, como no período que lhe seguiu, já com os reféns presos na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>O documento, elaborado pela Comissão Civil sobre os crimes de 07 de outubro cometidos pelo Hamas contra mulheres e crianças, baseia-se na análise de material audiovisual, testemunhos de sobreviventes e familiares, e entrevistas recolhidas ao longo de dois anos de investigação. </P><br />
<P>Segundo a comissão, o trabalho incluiu a revisão de mais de 10.000 imagens e vídeos e a recolha de mais de 430 declarações. </P><br />
<P>O relatório descreve casos de violações, agressões sexuais, nudez forçada, humilhações, torturas e mutilações, assinalando que estes factos terão ocorrido em distintos cenários, entre eles casas, estradas, bases militares e a área do festival de música Nova, um dos alvos do massacre levado a cabo pelas milícias de Gaza em Israel. </P><br />
<P>Mas a investigação, também recolhe testemunhos sobre abusos sofridos durante o sequestro e posterior prisão dos reféns israelitas em Gaza. </P><br />
<P>Além disso, o relatório indica que parte do material relacionado com os ataques foi gravado e divulgado nas redes sociais, o que, segundo os investigadores, ampliou &#8220;o impacto psicológico dos factos&#8221; e contribuiu para a &#8220;exposição pública&#8221; de vítimas e familiares. </P><br />
<P>Entre as recomendações, o documento propõe a criação de mecanismos judiciais especializados, a cooperação internacional em matéria de investigação e julgamento, bem como medidas de apoio às vítimas e de regulação do conteúdo violento em plataformas digitais. </P><br />
<P>A investigação foi coordenada pela jurista israelita Cochav Elkayam-Levy e contou com a participação de especialistas em direito internacional, justiça transitória e direitos humanos. </P><br />
<P>O ataque liderado pelo Hamas em outubro de 2023 causou a morte de cerca de 1.200 pessoas e o sequestro de outras 250 na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Nesse mesmo dia, Israel iniciou uma ofensiva militar sobre Gaza que já causou pelo menos 72.742 mortos no enclave palestiniano, o que foi qualificado como &#8220;genocídio&#8221; por uma comissão da ONU. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761967]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PS diz que Montenegro &#8220;tem que atuar&#8221; na saúde e decidir se prescinde ou mantém ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS defendeu hoje que o primeiro-ministro "tem que atuar" no setor da saúde e decidir se demite ou não a ministra, que tem tido "uma gestão errática" e que os socialistas consideram "não ter mais condições para continuar".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS defendeu hoje que o primeiro-ministro &#8220;tem que atuar&#8221; no setor da saúde e decidir se demite ou não a ministra, que tem tido &#8220;uma gestão errática&#8221; e que os socialistas consideram &#8220;não ter mais condições para continuar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;(&#8230;) Mas mais responsável do que a senhora ministra, eu só digo que é o senhor primeiro-ministro. Compete ao senhor primeiro-ministro prescindir da senhora ministra ou não&#8221;, disse Maria Antónia Almeida Santos, em nome do Secretariado Nacional do PS, que está hoje reunido.</P><br />
<P>De acordo com a dirigente do PS é evidente que Ana Paula Martins &#8220;tem tido uma gestão errática&#8221; e &#8220;não tem mais condições para continuar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro tem que atuar, e há dois anos que andamos nisto, e portanto chega, desculpas, é preciso fazer alguma coisa, isto vai continuar a piorar, senão vai ser dramático&#8221;, desafiou, referindo-se a Luís Montenegro.</P><br />
<P>Maria Antónia Almeida Santos considerou que a ministra da Saúde &#8220;não tem conseguido ser competente nesta matéria&#8221;, sublinhando que já passaram dois anos.</P><br />
<P>&#8220;Os números não mentem. A saúde está hoje muito pior em Portugal do que há dois anos, quando o senhor primeiro-ministro tomou posse e dizer o contrário não é sério e é até um insulto à inteligência dos portugueses&#8221;, criticou. </P><br />
<P>A dirigente do PS criticou ainda que Luís Montenegro tenha sido o primeiro-ministro que &#8220;mais promessas fez, mais facilidades prometeu e que trazia planos e medidas que iam resolver o problema da saúde e do acesso dos portugueses à saúde&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Tudo falhou. Infelizmente temos um primeiro-ministro que ignorou, desconsiderou os problemas até estruturais da saúde, como por exemplo a carência de profissionais, o envelhecimento populacional, a maior procura de cuidados que já se anunciava depois de termos vivido a pandemia&#8221;, condenou, considerando avassaladores os indicadores revelados pela Entidade Reguladora da Saúde.</P><br />
<P>Questionada sobre outros temas, como a revisão constitucional e a forma como o PS irá ou não participar no processo desencadeado pelo Chega, Maria Antónia Almeida Santos disse que não queria &#8220;sair deste foco da saúde&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com certeza que o partido há de ter uma posição concertada. Como sabe para essas decisões é preciso reunir órgãos, é preciso saber, mas como eu lhe digo, não é um tema que esteja em cima da mesa agora. Agora eu quero falar da situação da saúde e dos portugueses, não me leva a mal&#8221;, respondeu, perante a insistência dos jornalistas.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761966]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>União Europeia já investiu mais de 700 ME na Guiné-Bissau &#8212; Embaixador</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-ja-investiu-mais-de-700-me-na-guine-bissau-embaixador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O embaixador da União Europeia (UE) na Guiné-Bissau, Federico Bianchi, afirmou hoje que a instituição já investiu mais de 700 milhões de euros em programas de desenvolvimento ao longo de 50 anos de relações diplomáticas entre as duas partes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O embaixador da União Europeia (UE) na Guiné-Bissau, Federico Bianchi, afirmou hoje que a instituição já investiu mais de 700 milhões de euros em programas de desenvolvimento ao longo de 50 anos de relações diplomáticas entre as duas partes.</P><br />
<P>A informação foi avançada aos jornalistas por Bianchi, à margem da abertura de um seminário dedicado à análise dos resultados de um estudo comparativo dos resultados de cadeias de valor do caju, da manga, do arroz e da pesca, setores que têm contado com financiamentos da União Europeia na Guiné-Bissau.</P><br />
<P>De acordo com o diplomata europeu, o financiamento da União Europeia tem sido canalizado particularmente para os setores das infraestruturas, educação, saúde e agricultura, mas também para as quatro áreas da economia que envolve diretamente grande parte da população guineense. </P><br />
<P>Federico Bianchi enfatizou que o caju, a manga, o arroz e a pesca representam setores estratégicos para a economia guineense e que a parceria neste último setor constituiu o terceiro acordo mais importante da União Europeia a nível mundial.</P><br />
<P>O último acordo, em vigor, assinado entre a União Europeia e a Guiné-Bissau na área das pescas contempla a entrada de 100 milhões de euros nos cofres do Estado guineense, em cinco anos, uma espécie de compensação pela pesca efetuada por navios europeus no país.</P><br />
<P>Em termos de perspetivas, o diplomata europeu afirmou que o bloco vai continuar a acompanhar a Guiné-Bissau e o povo guineense visando o desenvolvimento.</P><br />
<P>O seminário de dois dias, hoje iniciado, junta, numa unidade hoteleira de Bissau, representantes de instituições públicas, organismos internacionais, organizações de produtores, universidades, centros de pesquisa, organizações da sociedade civil, bem como parceiros técnicos e financeiros.</P><br />
<P>?Sobre o encontro, que também envolve representantes do setor privado guineense, Federico Bianchi destacou que pretende &#8220;garantir a sustentabilidade&#8221; dos projetos financiados pela União Europeia ao abrigo do &#8220;compromisso de apoiar a transformação sustentável&#8221; no país africano.</P><br />
<P>  </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761965]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PCP defende que pacote laboral tem de ser travado já e avisa para &#8220;cambalhotas&#8221; do Chega</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pcp-defende-que-pacote-laboral-tem-de-ser-travado-ja-e-avisa-para-cambalhotas-do-chega/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:14:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, defendeu hoje que o pacote laboral tem de ser travado já, antes de chegar ao parlamento, e avisou para eventuais mudanças de posição do Chega, a que chamou "partido das cambalhotas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço de áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 12 mai 2026 (Lusa) &#8212; O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, defendeu hoje que o pacote laboral tem de ser travado já, antes de chegar ao parlamento, e avisou para eventuais mudanças de posição do Chega, a que chamou &#8220;partido das cambalhotas&#8221;.</P><br />
<P>Paulo Raimundo, que falava no Largo de São Domingos, em Lisboa, no fim de um desfile do PCP, apelou por isso à adesão à greve geral convocada pela CGTP para 03 de junho: &#8220;Todos à greve geral, mais um empurrão e o pacote vai ao chão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não é tempo de ficar à espera de nada, desde logo daquilo que vem da Assembleia da República, e muito menos na sua atual composição. É agora que é preciso continuar a travar este assalto. Não é depois da casa assaltada que se colocam as trancas à porta&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Num discurso perante uma assistência cheia de bandeiras do PCP, Paulo Raimundo referiu-se ao Chega como &#8220;partido das cambalhotas&#8221; e &#8220;instrumento e criação dos grupos económicos&#8221;, do qual &#8220;é de esperar tudo&#8221; também nesta matéria.</P><br />
<P>O secretário-geral do PCP, defendeu que, desde a greve geral conjunta de CGTP e UGT de 11 de dezembro do ano passado, há &#8220;razões acrescidas para continuar essa luta&#8221;, pelo aumento do custo de vida.</P><br />
<P>&#8220;É hora de dar mais um empurrão para o pacote laboral e, de uma vez por todas, ao chão&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa sobre a posição do secretário-geral da UGT, Mário Mourão, que em entrevista ao jornal Público classificou a greve geral de 03 de junho como extemporânea, Paulo Raimundo contrapôs que &#8220;seria um erro os trabalhadores esperarem que alguma coisa decorresse de positivo da Assembleia da República&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É preciso travar isto e, portanto, é agora, não é depois de estar aprovado&#8221;, insistiu.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761964]]></sapo:autor>
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		<title>NOVA CORREÇÃO: Trabalhadores da Lusa em greve a 20 de maio pela revisão dos estatutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR O PRIMEIRO PARÁGRAFO)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR O PRIMEIRO PARÁGRAFO)</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 12 mai 2026 (Lusa) &#8212; Os trabalhadores da Lusa aprovaram hoje, em plenário, a convocação de uma greve para 20 de maio, com concentração frente à Assembleia da República, em desacordo com os estatutos da agência.</P><br />
<P>Segundo uma resolução, aprovada por maioria, os trabalhadores deram &#8216;luz verde&#8217; à &#8220;convocação de uma greve de 24 horas para o dia 20 de maio de 2026, com concentração em frente à Assembleia da República&#8221;. </P><br />
<P>Neste dia, vários projetos de lei e resoluções de alteração aos estatutos da Lusa vão ser discutidos no parlamento, em Lisboa. </P><br />
<P>De acordo com o pré-aviso de greve, assinado pelos sindicatos dos Jornalistas (SJ), dos Trabalhadores do Setor dos Serviços (SITESE) e dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA), a paralisação vai decorrer entre as 00:00 e as 24:00 do dia 20 de maio. </P><br />
<P>Este período poderá ser prolongado ou antecipado, nomeadamente nos horários de turnos.</P><br />
<P>Os trabalhadores decidiram recorrer à greve face aos riscos de &#8220;influência política e de governamentalização&#8221; que foram introduzidos pelos novos estatutos da agência de notícias, defendendo assim a urgência da revisão dos mesmos. </P><br />
<P>Por outro lado, referem que o plano de rescisões continua por explicar, assim como a estratégia de reforço dos quadros. </P><br />
<P>A isto soma-se uma possível mudança da sede da Lusa, em Lisboa, para o campus da RTP, o que para os trabalhadores pode &#8220;diminuir a independência funcional da agência e levar, a prazo, ao seu desmantelamento&#8221;.  </P><br />
<P>Os trabalhadores da Lusa exigem também a imediata negociação do caderno reivindicativo, numa altura em que já foi ultrapassado o prazo legal para o Conselho de Administração apresentar uma contraproposta. </P><br />
<P>Em 12 de março, os trabalhadores da Lusa estiveram em greve parcial contra o processo de reestruturação da empresa e o novo modelo de governação, tendo também realizado uma manifestação em frente à sede do Governo, o Campus XXI, em Lisboa.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761963]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil lança programa de 1,91 mil ME para desmantelar crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro lançou hoje um programa nacional para desarticular organizações criminosas, com previsão de investimentos e financiamentos de 11 mil milhões de reais, cerca de 1,91 mil milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro lançou hoje um programa nacional para desarticular organizações criminosas, com previsão de investimentos e financiamentos de 11 mil milhões de reais, cerca de 1,91 mil milhões de euros.</P><br />
<P>Segundo comunicado do Palácio do Planalto, a iniciativa reúne ações de segurança pública, serviços de informações, controlo financeiro e desenvolvimento económico em regiões consideradas vulneráveis à atuação do crime organizado.</P><br />
<P>O programa prevê recursos diretos de 1,06 mil milhões de reais para 2026, cerca de 184,4 milhões de euros, distribuídos em quatro eixos de atuação definidos pelo Governo brasileiro.</P><br />
<P>Desse total, 67,6 milhões de euros serão destinados a &#8220;ações de asfixia financeira&#8221; das organizações criminosas e cerca de 57 milhões de euros ao fortalecimento do sistema prisional.</P><br />
<P>Outros 34,9 milhões de euros serão aplicados no &#8220;esclarecimento de homicídios&#8221; e 25,2 milhões de euros em ações de combate ao tráfico de armas.</P><br />
<P>O programa prevê o reforço das capacidades de investigação, ampliação da cooperação entre forças de segurança e medidas para bloquear fluxos financeiros ilícitos ligados a fações criminosas e redes de tráfico.</P><br />
<P>A iniciativa inclui linhas de crédito no valor de 10 mil milhões de reais (cerca de 1,7 mil milhões de euros) para os estados e as cidades que quiserem comprar, por exemplo, viaturas, motocicletas, equipamentos de inteligência, &#8216;drones&#8217;, além de reformar estabelecimentos prisionais.  </P><br />
<P>O anúncio ocorre, segundo a imprensa brasileira, no momento em que o Presidente brasileiro, Lula da Silva, procura deixar uma marca da sua gestão no ano em que disputa a reeleição para um quarto mandato. </P><br />
<P>O líder de esquerda e o seu partido, o PT, têm dificuldade de encaixar um discurso sobre segurança pública, e são acusados pela oposição e por uma ala conservadora da população de serem defensores de bandidos. </P><br />
<P>Essa crítica tem a ver com o discurso contundente da esquerda brasileira na defesa dos direitos humanos, o que inclui melhores condições a encarcerados e rigor nas investigações de casos de violência policial. </P><br />
<P>Ao discursar hoje, Lula da Silva dividiu a responsabilidade sobre segurança pública com o sistema Judiciário brasileiro e criticou a libertação de pessoas presas pela polícia.</P><br />
<P>&#8220;Há muita queixa de governadores de que a polícia prende os bandidos e que uma semana depois o bandido está solto&#8221;, disse, sublinhando que essa reclamação é comum também entre as forças policiais do país. </P><br />
<P>Lula disse que o crime organizado &#8220;é uma coisa poderosa&#8221;, que não está apenas nas favelas, mas também em freguesias de ricos, no meio empresarial, no Judiciário, no Congresso Nacional, no futebol e com ramificações internacionais. </P><br />
<P>O político de esquerda voltou a repetir que só criará o Ministério da Segurança Pública, após o Senado brasileiro aprovar uma emenda constitucional que altera as competências das unidades da federação nesta área. </P><br />
<P>Na prática, isso significa desmembrar em dois o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o que já provocou a renúncia, em janeiro, do ex-ministro Ricardo Lewandowski, que não concordava com a separação.</P><br />
<P>A emenda constitucional citada por Lula cria os mecanismos para integrar as forças de segurança pública do Brasil e ampliar a coordenação entre a União, os estados e os municípios brasileiros.</P><br />
<P>Idealizado pela Presidência, a &#8220;PEC da Segurança Pública&#8221; foi aprovada em março pela Câmara dos Deputados, mas está parada no Senado a aguardar despachos do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, para autorizar a tramitação.</P><br />
<P>A proposta, no entanto, sofre resistência de governadores de vários estados brasileiros e de políticos conservadores, por temerem maior poder da União, ou seja, do Governo federal, sobre os demais entes federativos. </P><br />
<P>&#8220;Nós não queremos ocupar espaço de governadores nem o espaço da polícia estadual. Mas, o dado concreto é que se não trabalharmos junto, a gente não consegue vencer. E o crime organizado se aproveita da nossa divisão&#8221;, concluiu.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761962]]></sapo:autor>
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		<title>Coindu avança com &#8216;lay-off&#8217; de seis meses que poderá abranger 493 trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Coindu, indústria de componentes têxteis para o setor automóvel, vai implementar um 'lay-off' de seis meses, de maio a novembro de 2026, que poderá vir a abranger 493 trabalhadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Coindu, indústria de componentes têxteis para o setor automóvel, vai implementar um &#8216;lay-off&#8217; de seis meses, de maio a novembro de 2026, que poderá vir a abranger 493 trabalhadores.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa sediada em Vila Nova de Famalicão, e que emprega atualmente 752 pessoas, justifica a decisão com os desafios que tem enfrentado &#8220;devido à conjuntura global e à redução de encomendas do setor automóvel&#8221;.</P><br />
<P>A empresa destaca que a conjugação dos recentes eventos relacionados com as tarifas de importação nos principais mercados mundiais, como Estados Unidos e China, juntamente com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente, &#8220;tem causado um impacto negativo na confiança do mercado&#8221;. </P><br />
<P>Esse cenário tem-se repercutido na indústria automóvel, afetando a atividade e a faturação da Coindu.</P><br />
<P>&#8220;Para responder ao excesso temporário de pessoal e à pressão financeira, a empresa vai implementar um &#8216;lay-off&#8217; de seis meses, de maio a novembro de 2026. No total, estima-se que as várias fases deste processo venham a abranger 493 colaboradores de diferentes áreas de atividade da empresa ao longo de 2026&#8221;, detalha o produtor de componentes interiores para automóveis.</P><br />
<P>A medida foi decidida e comunicada aos trabalhadores esta semana, &#8220;inserida no contexto do diálogo aberto e transparente que a administração vem mantendo com a organização, colaboradores e demais &#8216;stakeholders&#8217; [partes envolvidas] ao longo de todo o processo de reestruturação&#8221;, assegura a Coindu. </P><br />
<P>A queda das encomendas no setor já tinha levado a empresa a avançar com dois despedimentos coletivos no ano passado.</P><br />
<P>O regime de &#8216;lay-off&#8217; decidido agora, tendo em conta as dificuldades que continua a enfrentar, será implementado &#8220;de forma gradual e limitada, abrangendo trabalhadores sem ocupação efetiva ou afetados pelo setor em que trabalham&#8221;. </P><br />
<P>A empresa informa ainda que a suspensão dos contratos dependerá das necessidades produtivas e será baseada em critérios objetivos, sociais e operacionais. </P><br />
<P>&#8220;Todos os setores da empresa serão impactados em diferentes graus e momentos, sendo a medida aplicada de forma faseada para reduzir e repartir o impacto entre os trabalhadores&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Apesar deste quadro, a Coindu afirma que &#8220;mantém o compromisso de minimizar o impacto sobre os colaboradores&#8221; e diz acreditar na retoma da atividade em 2027, tendo em conta os projetos já assegurados. A empresa acrescenta que este ajustamento é necessário, face às atuais condições do mercado, para garantir a sua sustentabilidade financeira e continuidade futura. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761960]]></sapo:autor>
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		<title>Gastão Elias contrai lesão e admite terminar a carreira de tenista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Gastão Elias contraiu hoje uma lesão no gémeo da perna esquerda, durante o encontro da primeira ronda do Oeiras Open 4, e confessou que "vai ser muito difícil voltar a jogar."]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Gastão Elias contraiu hoje uma lesão no gémeo da perna esquerda, durante o encontro da primeira ronda do Oeiras Open 4, e confessou que &#8220;vai ser muito difícil voltar a jogar.&#8221;</P><br />
<P>O jogador natural da Lourinhã, antigo número 57 do mundo, defrontava o compatriota Tiago Pereira quando, no &#8216;set point&#8217; da segunda partida, a andar para trás, sentiu &#8220;uma dor gigante no gémeo&#8221;, obrigando-o a desistir do duelo, numa altura em que o marcador registava 6-2 e 3-6.</P><br />
<P>&#8220;Senti uma dor muito forte no gémeo. Ainda não fiz exames, mas tenho uma ressonância magnética marcada para amanhã de manhã [quarta-feira], mas muito provavelmente tenho uma rotura no gémeo, portanto não conseguia acabar o encontro de maneira nenhuma&#8221;, começou por explicar Elias.</P><br />
<P>Face ao infortúnio, o recordista português de títulos (10) e finais (23) no ATP Challenger Tour mostrou-se pouco otimista em relação ao regresso aos &#8216;courts&#8217;, deixando em aberto a possibilidade de ser forçado a colocar um ponto final na carreira aos 35 anos.</P><br />
<P>&#8220;Tenho de arranjar um emprego, neste momento estou desempregado. Não consigo jogar e sinceramente essa parece-me uma visão um bocadinho distante. Não me estou a ver com muita força para voltar a fazer um reset e recomeçar tudo outra vez. Faltam-me poucos pontos para perder o ranking e acho que&#8230; não sei, vai ser muito difícil voltar a jogar&#8221;, desabafou o tenista, que já tinha sofrido várias roturas nas coxas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761958]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estratégia polémica na esquerda francesa: Documento secreto recomenda que não aposte em eleitores pobres nas presidenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[presidenciais]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nota interna classificada como confidencial está a agitar pré-campanha presidencial do eurodeputado francês Raphaël Glucksmann.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nota interna classificada como confidencial está a agitar pré-campanha presidencial do eurodeputado francês Raphaël Glucksmann, ao recomendar que a sua equipa limite os esforços para conquistar eleitores da classe trabalhadora e de menores rendimentos.</p>
<p>O documento, a que o jornal Politico teve acesso, traça um retrato detalhado dos segmentos eleitorais considerados mais favoráveis ao candidato, que deverá anunciar em breve a sua candidatura às eleições presidenciais do próximo ano, destinadas a escolher o sucessor do Presidente cessante Emmanuel Macron.</p>
<p>Com 46 anos, Glucksmann é apontado como um dos nomes mais fortes da esquerda moderada e surge nas sondagens com hipóteses reais de alcançar a segunda volta, disputando um lugar contra candidatos da extrema-direita como Marine Le Pen e Jordan Bardella.</p>
<p><strong>Eleitorado preferencial e grupos a evitar</strong><br />
O memorando identifica como eleitorado prioritário os trabalhadores qualificados, com formação superior, rendimento confortável, idade superior a 50 anos ou reformados, que se identificam com o Partido Socialista ou se posicionam no centro-esquerda. Glucksmann é descrito como um social-democrata moderado, pró-europeu convicto e com posições diferenciadoras face à esquerda tradicional, nomeadamente no apoio à reforma das pensões.</p>
<p>Em contraste, o documento recomenda evitar “por agora” certos grupos considerados “mais difíceis de mobilizar”, incluindo jovens entre os 18 e os 25 anos, pais solteiros e cidadãos com rendimentos mais baixos.</p>
<p>A nota interna aconselha ainda a não investir excessivamente na conquista de eleitores residentes nos subúrbios mais pobres e multiculturais das grandes cidades francesas, onde vivem comunidades com forte presença imigrante e que tendem a apoiar o líder da esquerda radical Jean-Luc Mélenchon, que anunciou a sua candidatura no início deste mês.</p>
<p><strong>Risco de reforçar imagem elitista</strong><br />
A divulgação do documento ameaça reforçar a perceção de que Glucksmann pertence a uma elite desligada das preocupações da classe média e dos setores populares. O eurodeputado é frequentemente associado a meios intelectuais e mediáticos — é filho de um filósofo conhecido e companheiro de uma jornalista de grande notoriedade em França — o que tem alimentado críticas quanto ao seu afastamento das realidades sociais mais duras.</p>
<p>Face à polémica, a equipa de campanha procurou minimizar o impacto da fuga de informação. O estratega Mathieu Lefèvre-Marton, autor do memorando, afirmou que se tratava apenas de um “documento de trabalho” e garantiu que o próprio Glucksmann rejeitou as conclusões que sugeriam evitar determinados segmentos do eleitorado.</p>
<p>Segundo Lefèvre-Marton, o candidato defende a importância de “falar com todos”, incluindo “aqueles que não votam na esquerda”.</p>
<p><strong>Estratégias opostas na esquerda</strong><br />
As sondagens colocam atualmente Glucksmann e Mélenchon como os principais rostos da esquerda na corrida presidencial, embora o cenário possa sofrer alterações significativas até às eleições da próxima primavera.</p>
<p>As estratégias delineadas por ambos prometem ser profundamente distintas. Glucksmann deverá tentar consolidar o eleitorado da esquerda moderada e captar eleitores centristas desiludidos com o mandato de Macron. Já Mélenchon aposta numa mensagem assumidamente radical, procurando mobilizar eleitores com menor propensão para votar, especialmente jovens e residentes em bairros urbanos operários.</p>
<p>A fuga da nota interna foi rapidamente explorada pelo campo adversário. Paul Vannier, deputado do partido França Insubmissa, liderado por Mélenchon, escreveu na rede social X que “[Glucksmann] não quer saber dos pobres, dos jovens, das mães solteiras e dos bairros operários se eles não lhe trazem votos”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761946]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fitch sobe &#8216;rating&#8217; do BPI para &#8216;A&#8217; com perspetiva positiva</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fitch-sobe-rating-do-bpi-para-a-com-perspetiva-positiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência Fitch subiu o 'rating' do BPI de longo prazo, de A- para A, na sequência de uma ação semelhante sobre a notação do seu acionista, o espanhol CaixaBank, adiantou hoje, num comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência Fitch subiu o &#8216;rating&#8217; do BPI de longo prazo, de A- para A, na sequência de uma ação semelhante sobre a notação do seu acionista, o espanhol CaixaBank, adiantou hoje, num comunicado ao mercado.</P><br />
<P>Na nota, publicada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BPI informou que a Fitch subiu o &#8216;rating&#8217; do banco &#8220;de longo prazo, de A- para A, na sequência de ação semelhante sobre o &#8216;rating&#8217; do seu acionista CaixaBank&#8221;, refletindo a revisão de metodologia de notação dos bancos, divulgada a 08 de maio.</P><br />
<P>Segundo a instituição financeira, &#8220;a perspetiva de evolução do &#8216;rating&#8217; do Banco BPI (&#8216;outlook&#8217;) é positiva, alinhada com a perspetiva de evolução&#8221; do CaixaBank.</P><br />
<P>A Fitch subiu também o &#8216;rating&#8217; dos depósitos de longo prazo, de A para A+, referiu.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761954]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trabalhadores da Lusa em greve a 20 de maio pela revisão dos estatutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da Lusa aprovaram hoje, em plenário, a convocação de uma greve para 20 de maio, com concentração frente à Assembleia da República, em desacordo com a revisão dos estatutos da agência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores da Lusa aprovaram hoje, em plenário, a convocação de uma greve para 20 de maio, com concentração frente à Assembleia da República, em desacordo com a revisão dos estatutos da agência.</p>
<p>Segundo uma resolução, aprovada por maioria, os trabalhadores deram &#8216;luz verde&#8217; à &#8220;convocação de uma greve de 24 horas para o dia 20 de maio de 2026, com concentração em frente à Assembleia da República&#8221;.</p>
<p>Neste dia, vários projetos de lei e resoluções de alteração aos estatutos da Lusa vão ser discutidos no parlamento, em Lisboa.</p>
<p>De acordo com o pré-aviso de greve, assinado pelos sindicatos dos Jornalistas (SJ), dos Trabalhadores do Setor dos Serviços (SITESE) e dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA), a paralisação vai decorrer entre as 00:00 e as 24:00 do dia 20 de maio.</p>
<p>Este período poderá ser prolongado ou antecipado, nomeadamente nos horários de turnos.</p>
<p>Os trabalhadores decidiram recorrer à greve face aos riscos de &#8220;influência política e de governamentalização&#8221; que foram introduzidos pelos novos estatutos da agência de notícias, defendendo assim a urgência da revisão dos mesmos.</p>
<p>Por outro lado, referem que o plano de rescisões continua por explicar, assim como a estratégia de reforço dos quadros.</p>
<p>A isto soma-se uma possível mudança da sede da Lusa, em Lisboa, para o campus da RTP, o que para os trabalhadores pode &#8220;diminuir a independência funcional da agência e levar, a prazo, ao seu desmantelamento&#8221;.</p>
<p>Os trabalhadores da Lusa exigem também a imediata negociação do caderno reivindicativo, numa altura em que já foi ultrapassado o prazo legal para o Conselho de Administração apresentar uma contraproposta.</p>
<p>Em 12 de março, os trabalhadores da Lusa estiveram em greve parcial contra o processo de reestruturação da empresa e o novo modelo de governação, tendo também realizado uma manifestação em frente à sede do Governo, o Campus XXI, em Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761951]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Governo destina donativo de Timor à recuperação das escolas de Leiria e Marinha Grande</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo revelou hoje que o donativo de cinco milhões de dólares atribuído por Timor-Leste a Portugal para as áreas afetadas pela depressão Kristin será canalizado para a reconstrução das escolas de Leiria e Marinha Grande.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo revelou hoje que o donativo de cinco milhões de dólares atribuído por Timor-Leste a Portugal para as áreas afetadas pela depressão Kristin será canalizado para a reconstrução das escolas de Leiria e Marinha Grande.</P><br />
<P>O anúncio foi feito esta tarde, em Leiria, pelo titular da pasta da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, após uma reunião com autarcas dos dois concelhos sobre a reconstrução das escolas afetadas pela tempestade de 28 de janeiro.</P><br />
<P>&#8220;Fizemos a divisão dos cinco milhões de dólares (cerca de 4,2 milhões de euros) com base no número de alunos e em Leiria vamos ter uma afetação de 3,6 milhões de dólares e o remanescente de 1,3 será atribuído à Marinha Grande&#8221;, disse o governante aos jornalistas, no final da reunião.</P><br />
<P>O apoio, segundo o ministro, será efetivado por transferências diretas para os dois municípios.</P><br />
<P>O ministro da Educação, Ciência e Inovação adiantou que o Governo está a articular com as autarquias para iniciar rapidamente a reconstrução das escolas destruídas ou mais afetadas pela tempestade Kristin, que serão inseridas no programa Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR).</P><br />
<P>&#8220;Há um trabalho que está a ser feito desde o primeiro dia pelas autarquias, que o Governo tem acompanhado. Agora estamos numa nova fase que é fazer a reconstrução das escolas, em que Leiria e Marinha Grande foram os concelhos mais afetados&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Segundo Fernando Alexandre, a reconstrução das escolas ao abrigo do PTRR insere-se num conceito novo &#8220;de as tornar mais resilientes, e, no caso de algumas destas escolas &#8212; aqui em Leiria é mais do que uma &#8211; serem mesmo espaço de abrigo para a população&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este é um conceito muito importante porque, infelizmente, este tipo de eventos [tempestades] tem-se a tornado mais frequente e mais severo e, por isso, o país tem de ter mais capacidade de resposta para a proteção das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>O governante explicou ainda que uma parte das verbas para recuperar as escolas de Leiria e Marinha Grande será financiada pelo Banco Europeu de Investimento (BEI), &#8220;porque as escolas estavam classificadas para beneficiar desse investimento&#8221;.</P><br />
<P>Ainda sem conseguir quantificar o investimento na recuperação dos estabelecimentos de ensino de Leiria e Marinha Grande, devido aos projetos não estarem todos finalizados, Fernando Alexandre disse que &#8220;será certamente de dezenas de milhões de euros&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, o presidente da Câmara de Leiria anunciou que, na próxima semana, será adjudicada a empreitada de reconstrução da escola de Marrazes, uma das mais afetadas, no valor de cerca de seis milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;Vai ser como se fosse uma escola nova. Todos os pavilhões vão ser reforçados e a obra vai ser acompanhada pela Construção Pública, antiga Parque Escolar&#8221;, referiu Gonçalo Lopes.</P><br />
<P>O autarca adiantou que a escola da Maceira, que está a funcionar em contentores, terá o projeto concluído em junho &#8220;e está classificada como prioridade três, tendo ficado hoje a abertura para que o próximo aviso [do BEI] passe a incluir esta escola&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da autarquia de Leiria disse ainda que, num futuro aviso, ficou também a abertura para o financiamento da escola de Colmeias, que ainda não tem projeto elaborado.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</P><br />
<P>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</P><br />
<P></P><br />
<P>AMV // JEF</P><br />
<P>Lua/Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761950]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro quer Portugal com &#8220;uma voz mais ativa&#8221; na União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:19:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, defendeu hoje que Portugal deve ter "uma voz mais ativa" na União Europeia porque tem muito para oferecer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto, 12 mai 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República, António José Seguro, defendeu hoje que Portugal deve ter &#8220;uma voz mais ativa&#8221; na União Europeia porque tem muito para oferecer. </P><br />
<P>No encerramento de uma conferência comemorativa da adesão de Portugal às Comunidades Europeias na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, Seguro considerou que Portugal deve ter uma política europeia consistente e preservar o consenso interno sobre a pertença à União Europeia.</P><br />
<P>O país deve &#8220;centrar a diplomacia e a política externa num projeto ambicioso que permita ser uma voz cada vez mais relevante em Bruxelas [Bélgica]&#8221;, frisou. </P><br />
<P>Num momento em que a Europa precisa de diversificar parcerias e ampliar a sua rede de influência, Portugal não é uma periferia, é uma ponte, sustentou. </P><br />
<P>&#8220;Somos a porta ibérica de entrada para uma relação mais profunda com o Brasil, com a África e com a América Latina&#8221;, declarou. </P><br />
<P>O chefe de Estado assinalou que Portugal tem mais a oferecer à Europa do que aquilo que habitualmente reconhece a si próprio. </P><br />
<P>&#8220;A política europeia começa em casa e com uma estratégia clara sobre o nosso papel na União Europeia&#8221;, considerou. </P><br />
<P>De certa forma, acrescentou, Portugal e a Europa confrontam-se com desafios semelhantes. </P><br />
<P>&#8220;Ou a Europa escolhe ser o sujeito da história ou resigna-se a ser objeto da escolha dos outros. No que se refere a Portugal, estou certo de que escolheu ser sujeito e estou certo que essa continuará a ser a vontade da larga maioria dos portugueses&#8221;, salientou. </P><br />
<P>O Presidente da República alertou ainda que &#8220;a Europa que hesita é a Europa que perde e é a Europa que fica para trás&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A regra da unanimidade em domínios estratégicos é um luxo que não podemos continuar a pagar&#8221;, concluiu. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761949]]></sapo:autor>
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		<title>EUA negoceiam com Dinamarca abertura de três novas bases militares na Gronelândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A localização estratégica da ilha é considerada cada vez mais relevante para a segurança ocidental, sobretudo à medida que o degelo do Ártico acelera e abre novas rotas marítimas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="86" data-end="332">Os Estados Unidos e a Dinamarca estão há vários meses em negociações para encontrar uma solução diplomática face às ameaças de Donald Trump relacionadas com a Gronelândia, território semiautónomo considerado estratégico para a defesa do Ocidente.</p>
<p data-start="334" data-end="522">Segundo informações avançadas pela BBC, citadas a partir de fontes da Casa Branca, Washington afasta para já a hipótese de uma invasão, mas procura reforçar a sua presença militar na ilha.</p>
<p data-start="570" data-end="760">A Administração norte-americana está a negociar a abertura de três novas bases militares no sul da Gronelândia, que seriam formalmente designadas como território soberano dos Estados Unidos.</p>
<p data-start="762" data-end="1000">De acordo com o mesmo relatório, estas instalações teriam como principal função a vigilância de possíveis atividades marítimas da Rússia e da China no Atlântico Norte, especialmente na área entre a Gronelândia, a Islândia e o Reino Unido.</p>
<p data-start="1002" data-end="1181">A localização estratégica da ilha é considerada cada vez mais relevante para a segurança ocidental, sobretudo à medida que o degelo do Ártico acelera e abre novas rotas marítimas.</p>
<p data-start="1235" data-end="1473">Atualmente, os Estados Unidos já dispõem de uma base militar na Gronelândia, a base aérea de Pituffik. Tanto as autoridades dinamarquesas como groenlandesas terão mostrado abertura para a sua eventual expansão no contexto das negociações.</p>
<p data-start="1475" data-end="1753">O vice-presidente norte-americano, J.D. Vance, visitou a base há cerca de um ano, defendendo a sua importância para a segurança dos Estados Unidos. Na altura, afirmou que Washington deveria anexar a ilha para proteger a população local de possíveis ameaças da Rússia e da China.</p>
<p data-start="1819" data-end="1979">A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, e o primeiro-ministro groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, rejeitaram firmemente qualquer ideia de anexação.</p>
<p data-start="1981" data-end="2179">Ambos alertaram que um ataque dos Estados Unidos contra a Dinamarca, membro da NATO, poderia significar o “fim” da aliança militar e da ordem de segurança estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p data-start="2181" data-end="2325">Os países europeus apoiaram esta posição de forma unânime, contribuindo para o abrandamento das tensões após vários meses de diplomacia intensa.</p>
<p data-section-id="g1sqvb" data-start="2327" data-end="2374"><strong>Negociações continuam em segredo diplomático</strong></p>
<p data-start="2376" data-end="2623">Após encontros realizados em Washington entre líderes dinamarqueses, groenlandeses e o vice-presidente norte-americano, o processo passou a decorrer de forma mais discreta, com reuniões confidenciais para evitar o agravamento das tensões públicas.</p>
<p data-start="2625" data-end="2784">Apesar disso, novas ameaças políticas surgiram entretanto, embora o tema da Gronelândia tenha perdido destaque face a outros conflitos internacionais recentes.</p>
<p data-start="2786" data-end="3030">O Ministério dos Negócios Estrangeiros dinamarquês confirmou à BBC a existência de conversações sobre o reforço da presença militar norte-americana na ilha, embora ainda não exista qualquer acordo fechado e o número de bases possa ser alterado.</p>
<p data-start="3085" data-end="3217">Para além da vertente militar, a Gronelândia é vista por Washington como um território de elevado interesse estratégico e económico.</p>
<p data-start="3219" data-end="3498" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Sob o gelo da ilha existem reservas de minerais críticos, terras raras, gás natural e petróleo. A sua localização no Ártico também poderá ganhar ainda mais importância com o degelo, permitindo a abertura de novas rotas marítimas que poderão evitar canais como o Suez ou o Panamá.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761947]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Super El Niño de 1877 matou milhões de pessoas: Está o mundo preparado para novo fenómeno extremo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de um dos mais intensos episódios de El Niño de que há registo se desenvolver ainda este ano está a reacender comparações com 1877, quando um fenómeno semelhante desencadeou uma das maiores catástrofes ambientais da história moderna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de um dos mais intensos episódios de El Niño de que há registo se desenvolver ainda este ano está a reacender comparações com 1877, quando um fenómeno semelhante desencadeou uma das maiores catástrofes ambientais da história moderna.</p>
<p>Segundo o The Washington Post, o episódio de 1877-1878, considerado o El Niño mais forte de que há registo, esteve na origem de uma fome global que provocou a morte de mais de 50 milhões de pessoas na Índia, na China, no Brasil e noutras regiões do mundo, representando entre 3% e 4% da população mundial da época.</p>
<p>O El Niño corresponde a um aquecimento anómalo das águas do Pacífico tropical centro-oriental, que ocorre de poucos em poucos anos e altera significativamente os padrões meteorológicos globais. Em 2026, as temperaturas da superfície do oceano nessa região poderão subir cerca de 3 graus Celsius acima da média, um valor que pode estabelecer novos recordes.</p>
<p><strong>Um desastre ambiental sem precedentes</strong><br />
O super El Niño de 1877-1878 não foi apenas um fenómeno meteorológico intenso. Foi, nas palavras de investigadores que analisaram o episódio, “provavelmente o pior desastre ambiental que alguma vez atingiu a humanidade”.</p>
<p>A crise não surgiu de forma súbita. A seca começou a expandir-se pelas regiões tropicais e subtropicais já em 1875. Nos anos seguintes, forças climáticas particularmente fortes nos oceanos Índico e Atlântico combinaram-se com o El Niño recorde, amplificando e prolongando a seca. O colapso agrícola resultante desencadeou fomes devastadoras em várias partes do globo.</p>
<p>Se um evento com impacto proporcional ocorresse hoje, o equivalente em perdas humanas seria de, pelo menos, 250 milhões de pessoas.</p>
<p>No entanto, especialistas sublinham que a fome não é uma consequência inevitável da seca. Deepti Singh, professora associada da Washington State University que estudou este super El Niño histórico, recorda que, na década de 1870, decisões deliberadas das potências coloniais desestruturaram sistemas locais que permitiam às comunidades resistir à variabilidade climática.</p>
<p><strong>O risco de repetir a história</strong><br />
A questão central é saber se fenómenos semelhantes poderão voltar a produzir consequências devastadoras à escala global.</p>
<p>“Secas simultâneas e prolongadas semelhantes às da década de 1870 podem voltar a acontecer”, alerta Singh, acrescentando que existe hoje uma diferença crucial: “A atmosfera e os oceanos estão substancialmente mais quentes do que estavam na década de 1870, o que significa que os extremos associados podem ser ainda mais extremos”.</p>
<p>Ainda assim, os fatores sociais, políticos e económicos que agravaram o impacto do episódio de 1877-1878 não existem atualmente da mesma forma, o que reduz a probabilidade de uma repetição da tragédia humana à mesma escala.</p>
<p>Isso não significa ausência de risco. Segundo a investigadora, “o aumento do risco de seca associado a este super El Niño ameaçará a segurança alimentar, hídrica e económica em muitas regiões, o que poderá desencadear efeitos em cascata nos sistemas socioeconómicos interligados a nível global”.</p>
<p><strong>Ciência e monitorização transformaram a resposta global</strong><br />
Uma das principais diferenças face ao século XIX é o conhecimento científico acumulado e a capacidade de previsão.</p>
<p>Em 1877, não existia qualquer forma de antecipar a chegada de um super El Niño nem de compreender plenamente os seus efeitos. Mesmo em episódios posteriores — como em 1888 ou 1972 — a previsão continuava limitada.</p>
<p>O ponto de viragem ocorreu com o super El Niño de 1982-1983, que causou perdas económicas significativas a nível mundial e impulsionou uma revolução na monitorização oceânica. O climatologista Kevin Trenberth, envolvido nos esforços internacionais que transformaram a observação do Pacífico após esse episódio inesperado, descreveu como um “grande feito” a criação de sistemas de acompanhamento em tempo real deste padrão climático de larga escala.</p>
<p>Em meados da década de 1990, cerca de 70 boias oceânicas fundeadas estavam distribuídas pelo Pacífico ao abrigo de um programa internacional, medindo ventos, temperatura do ar, humidade, pressão atmosférica, bem como temperatura e salinidade nas camadas superiores do oceano. Atualmente, mais de 4.000 instrumentos fornecem dados em tempo real, permitindo acompanhar diariamente o desenvolvimento do El Niño na região remota do Pacífico central.</p>
<p><strong>Previsão sazonal e modelos cada vez mais sofisticados</strong><br />
Os primeiros sistemas de previsão do El Niño surgiram em meados da década de 1980. Em 1986, previsões emitidas pela Universidade de Columbia revelaram-se corretas após o evento de 1986-1987. Em 1996, centros como o ECMWF e a NOAA já operavam sistemas de previsão sazonal.</p>
<p>Esses modelos anteciparam o forte El Niño de 1997, que acabou por se revelar ainda mais intenso do que o de 1982, provocando perdas globais estimadas entre 32 mil milhões e 96 mil milhões de dólares à época.</p>
<p>Hoje, múltiplos modelos climáticos produzem previsões diárias, semanais e mensais sobre a evolução do fenómeno, com níveis de precisão geralmente elevados — embora ainda imperfeitos, sobretudo durante a primavera. Estes avanços resultam da evolução da computação de alto desempenho e do reforço das observações por satélite.</p>
<p><strong>Um mundo mais preparado, mas ainda vulnerável</strong><br />
Desde 1850 registaram-se cerca de seis super El Niño particularmente intensos: 1877-1878, 1888-1889, 1972-1973, 1982-1983, 1997-1998 e 2015-2016. O de 1877 permanece como o mais mortífero e o mais devastador.</p>
<p>Embora as perdas humanas da dimensão observada no século XIX sejam hoje consideradas improváveis, o eventual desenvolvimento de um novo super El Niño poderá ter consequências significativas, sobretudo nas regiões mais vulneráveis a fenómenos meteorológicos prolongados e adversos.</p>
<p>Para Singh, a resposta passa por cooperação global: “A colaboração internacional será vital para reduzir os impactos nas populações mais vulneráveis e expostas nos países em maior risco”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761913]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>França pede máxima vigilância enquanto aguarda resultados sobre possível mutação do hantavírus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/franca-pede-maxima-vigilancia-enquanto-aguarda-resultados-sobre-possivel-mutacao-do-hantavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:03:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar das tentativas para tranquilizar a população, os especialistas admitiram que continuam a existir muitas dúvidas em torno do surto associado ao navio MV Hondius.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="99" data-end="367">As autoridades francesas defendem que devem ser mantidas medidas rigorosas de isolamento e contenção para travar a cadeia de transmissão do hantavírus, pelo menos até existir confirmação de que o vírus não sofreu mutações que o tornem mais transmissível entre humanos.</p>
<p data-start="369" data-end="615">A posição foi apresentada esta terça-feira durante a primeira conferência de imprensa dedicada à atual crise sanitária, que contou com a participação da ministra da Saúde francesa, Stéphanie Rist, e de vários especialistas em doenças infecciosas.</p>
<p data-start="617" data-end="784">Apesar das tentativas para tranquilizar a população, os especialistas admitiram que continuam a existir muitas dúvidas em torno do surto associado ao navio MV Hondius.</p>
<p data-start="841" data-end="986">Um dos principais alertas foi deixado pelo infeciologista Xavier Lescure, que reconheceu não ser impossível que o vírus tenha sofrido alterações.</p>
<p data-start="988" data-end="1128">“Não é impossível que estejamos perante uma variante, com mutações que possam ter aumentado a capacidade de transmissão”, explicou o médico, citado pelo LaVanguardia.</p>
<p data-start="1130" data-end="1402">Segundo os especialistas franceses, será necessária a sequenciação completa do vírus para confirmar se se trata exatamente da variante histórica Andes, conhecida por ser a única estirpe de hantavírus com capacidade de transmissão entre humanos através de contacto próximo.</p>
<p data-start="1404" data-end="1629">Enquanto não houver certezas, França pretende manter aquilo que os especialistas descrevem como “medidas maximalistas”, incluindo isolamento rigoroso, uso de máscara, lavagem frequente das mãos e ausência de contacto próximo.</p>
<p data-section-id="ior0ye" data-start="1631" data-end="1686"><strong>Sequenciação está a ser realizada em Paris e Zurique</strong></p>
<p data-start="1688" data-end="1862">O virologista Olivier Schwartz revelou que estão atualmente a decorrer duas análises genéticas independentes ao vírus, uma no Instituto Pasteur, em Paris, e outra em Zurique.</p>
<p data-start="1864" data-end="2148">Os primeiros resultados preliminares foram comparados com a variante histórica Andes e, para já, não parecem existir alterações significativas. Ainda assim, os especialistas sublinham que será necessário concluir todos os estudos antes de afastar definitivamente o cenário de mutação.</p>
<p data-start="2205" data-end="2387">As autoridades de saúde francesas confirmaram também que a passageira francesa infetada após a viagem no MV Hondius continua internada em estado crítico no hospital Bichat, em Paris.</p>
<p data-start="2389" data-end="2592">A mulher encontra-se em cuidados intensivos, ligada a um pulmão artificial e a um sistema de circulação sanguínea externa, enquanto os médicos aguardam sinais de recuperação da fase mais grave da doença.</p>
<p data-start="2594" data-end="2692">Foi ainda revelado que a paciente sofre de asma, condição considerada um fator adicional de risco.</p>
<p data-start="2694" data-end="2914">Os especialistas destacaram a rapidez com que o quadro clínico pode piorar nos casos de hantavírus. Em apenas dois ou três dias, sintomas ligeiros como febre ou fadiga podem evoluir para insuficiência respiratória grave.</p>
<p data-section-id="1f23icz" data-start="2916" data-end="2970"><strong>França quer coordenação europeia para travar surtos</strong></p>
<p data-start="2972" data-end="3136">O primeiro-ministro francês, Sébastien Lescure, defendeu uma maior coordenação internacional entre os países europeus para garantir protocolos sanitários uniformes.</p>
<p data-start="3138" data-end="3392">Numa mensagem publicada na rede social X, o governante afirmou que “uma melhor coordenação internacional é indispensável” e apelou ao reforço da cooperação no espaço Schengen e na União Europeia para acelerar a troca de informações sobre casos suspeitos.</p>
<p data-start="3394" data-end="3599">Os especialistas franceses admitem que o atual surto poderá também representar uma oportunidade inédita para aprofundar o conhecimento científico sobre o hantavírus e melhorar futuras respostas sanitárias.</p>
<p data-section-id="1ohxn6z" data-start="3601" data-end="3650"><strong>Hantavírus pode sobreviver semanas no ambiente</strong></p>
<p data-start="3652" data-end="3749">Outro dos alertas deixados durante a conferência diz respeito à resistência do vírus no ambiente.</p>
<p data-start="3751" data-end="3941">Segundo Xavier Lescure, partículas provenientes da urina de roedores infetados podem permanecer durante semanas sob a forma de poeiras contaminadas, mantendo o risco de inalação por humanos.</p>
<p data-start="3943" data-end="4208" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Os especialistas franceses admitem ainda que continuam sem dados suficientes para determinar se a doença afeta mais gravemente idosos, jovens ou crianças. Os casos conhecidos até agora indicam que os efeitos nos mais novos são semelhantes aos registados em adultos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761938]]></sapo:autor>
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		<title>Putin anuncia novo míssil nuclear Sarmat e garante que será colocado em operação ainda este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o líder do Kremlin, trata-se do “míssil mais poderoso do mundo”, capaz de atingir alvos a milhares de quilómetros de distância nos Estados Unidos e na Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="99" data-end="427">O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou esta terça-feira que a Rússia vai colocar em operação o novo míssil nuclear estratégico Sarmat até ao final de 2026. Segundo o líder do Kremlin, trata-se do “míssil mais poderoso do mundo”, capaz de atingir alvos a milhares de quilómetros de distância nos Estados Unidos e na Europa.</p>
<p data-start="429" data-end="615">O anúncio surge após vários anos de atrasos e contratempos no desenvolvimento do sistema, que faz parte do programa de modernização do arsenal nuclear russo iniciado por Moscovo em 2018.</p>
<p data-start="683" data-end="879">Em declarações transmitidas pela televisão estatal russa, citadas pela Reuters, Vladimir Putin afirmou que o Sarmat possui uma potência superior à dos equivalentes ocidentais e um alcance superior a 35 mil quilómetros.</p>
<p data-start="881" data-end="1086">O presidente russo assegurou ainda que o novo sistema tem capacidade para ultrapassar “todos os sistemas de defesa antimíssil existentes e futuros”, reforçando assim o poder de dissuasão nuclear da Rússia.</p>
<p data-start="1088" data-end="1299">O míssil foi concebido para transportar ogivas nucleares estratégicas e atingir alvos a grandes distâncias, numa altura em que as tensões entre Moscovo e o Ocidente continuam elevadas devido à guerra na Ucrânia.</p>
<p data-section-id="1hvr4ld" data-start="1301" data-end="1341"><strong>Rússia diz que teste foi bem-sucedido</strong></p>
<p data-start="1343" data-end="1517">A televisão estatal mostrou também Sergei Karakayev, comandante das forças de mísseis estratégicos russos, a informar Putin sobre um teste considerado bem-sucedido do Sarmat.</p>
<p data-start="1519" data-end="1794">Segundo Karakayev, a entrada em operação dos lançadores equipados com este sistema “irá aumentar significativamente as capacidades de combate das forças nucleares estratégicas terrestres”, garantindo a destruição de alvos e reforçando a estratégia de dissuasão militar russa.</p>
<p data-start="1841" data-end="2024">Apesar das garantias de Moscovo, analistas de segurança ocidentais têm levantado dúvidas sobre algumas das capacidades anunciadas pela Rússia para a nova geração de armamento nuclear.</p>
<p data-start="2026" data-end="2265">Especialistas recordam que o programa Sarmat sofreu vários atrasos e falhas técnicas nos últimos anos. Um dos testes realizados em setembro de 2024 terá mesmo provocado uma enorme cratera na zona de lançamento, segundo análises ocidentais.</p>
<p data-start="2267" data-end="2369">Ainda assim, o Kremlin continua a apresentar o Sarmat como peça central da modernização militar russa.</p>
<p data-start="2423" data-end="2559">Desde o início da invasão da Ucrânia, em 2022, Vladimir Putin tem reforçado repetidamente a dimensão e o poder do arsenal nuclear russo.</p>
<p data-start="2561" data-end="2748">As sucessivas referências às armas nucleares são vistas pelos países ocidentais como uma tentativa de dissuadir um maior envolvimento da NATO e dos aliados europeus no conflito ucraniano.</p>
<p data-start="2750" data-end="2938" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O anúncio do Sarmat acontece num momento de elevada tensão geopolítica internacional, com Moscovo a procurar demonstrar capacidade militar estratégica perante os Estados Unidos e a Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761933]]></sapo:autor>
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		<title>Atenção ao SMS “Sessão iniciada num novo dispositivo”: pode ser fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova fraude bancária está a colocar milhares de utilizadores em alerta ao explorar um dos canais mais comuns de comunicação entre bancos e clientes: o SMS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova fraude bancária está a colocar milhares de utilizadores em alerta ao explorar um dos canais mais comuns de comunicação entre bancos e clientes: o SMS. O esquema distingue-se pela sofisticação, já que os cibercriminosos conseguem infiltrar-se na própria cadeia de mensagens legítimas enviadas pela instituição financeira, tornando a fraude particularmente difícil de detetar.</p>
<p>As burlas bancárias tornaram-se recorrentes e altamente lucrativas para os criminosos digitais. Com poucos recursos técnicos, conseguem fazer-se passar por entidades financeiras e obter acesso a dados sensíveis e a quantias avultadas. O risco aumenta à medida que as técnicas evoluem e passam a reproduzir com grande fidelidade as comunicações oficiais.</p>
<p><strong>Como funciona o novo esquema</strong><br />
O elemento mais perigoso desta nova fraude reside na capacidade dos burlões de se integrarem na mesma sequência de SMS utilizada pelo banco para enviar códigos de verificação, confirmações de pagamentos ou alertas de segurança. Ao surgirem no histórico de mensagens já existente, os SMS fraudulentos ganham uma aparência de legitimidade que leva muitos utilizadores a confiar no conteúdo.</p>
<p>A mensagem inicia-se com um alerta alarmista: “Se foi iniciada sessão a partir de um novo dispositivo. Se não foi o utilizador, verifique imediatamente: [ligação fraudulenta]”.</p>
<p>Perante a indicação de que alguém terá acedido à conta a partir de um novo dispositivo, muitos clientes entram em pânico e seguem a ligação incluída no SMS. O endereço direciona para uma página que imita o portal do banco e onde são solicitadas as credenciais de acesso atuais, bem como dados pessoais como nome completo, morada e até o número do documento de identificação.</p>
<p>Com estas informações, os criminosos conseguem aceder às contas bancárias, realizar transferências e, em alguns casos, contratar produtos financeiros ou efetuar compras em nome da vítima.</p>
<p><strong>Um risco transversal a todos os clientes</strong><br />
Qualquer cliente de uma instituição bancária pode tornar-se alvo deste tipo de burla. O esquema não exige conhecimentos técnicos por parte da vítima — basta clicar na ligação incluída na mensagem e introduzir os dados solicitados.</p>
<p>A sofisticação tecnológica utilizada pelos burlões dificulta a identificação imediata da fraude, sobretudo quando a mensagem surge no mesmo encadeamento de comunicações oficiais do banco. Esta estratégia aumenta significativamente a taxa de sucesso do golpe.</p>
<p><strong>Como se proteger da burla por SMS</strong><br />
Perante este cenário, especialistas em segurança digital reforçam a necessidade de adotar medidas preventivas simples, mas eficazes.</p>
<p>Os bancos não solicitam, por SMS, palavras-passe de acesso, códigos completos de autenticação ou dados do cartão bancário. Qualquer mensagem que peça este tipo de informação deve ser considerada suspeita.</p>
<p>É igualmente importante verificar o remetente, embora os criminosos possam camuflar-se sob contactos aparentemente legítimos. O facto de a mensagem surgir na mesma conversa do banco não garante autenticidade.</p>
<p>Os utilizadores devem evitar clicar em ligações incluídas em SMS de origem duvidosa. Em caso de dúvida, a recomendação é contactar diretamente o banco através dos canais oficiais — como a aplicação móvel ou o número de apoio ao cliente — e confirmar a veracidade do alerta.</p>
<p>Outra regra fundamental passa por lembrar que o controlo dos cartões e das contas está sempre nas mãos do titular. Agir por impulso é precisamente o que os burlões procuram provocar. Manter o sangue-frio e não responder a mensagens suspeitas é a forma mais eficaz de evitar prejuízos.</p>
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