<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 14:37:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Mais de 65 pessoas com sintomas de intoxicação nas Caldas da Rainha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-65-pessoas-com-sintomas-de-intoxicacao-nas-caldas-da-rainha/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-65-pessoas-com-sintomas-de-intoxicacao-nas-caldas-da-rainha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Caldas da Rainha]]></category>
		<category><![CDATA[intoxicação alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786937</guid>

					<description><![CDATA[O número de pessoas com sintomas de intoxicação assistidas na urgência hospitalar de Caldas da Rainha subiu de cerca de meia centena para mais de 65, informaram hoje o município e a Unidade Local de Saúde do Oeste.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de pessoas com sintomas de intoxicação assistidas na urgência hospitalar de Caldas da Rainha subiu de cerca de meia centena para mais de 65, informaram hoje o município e a Unidade Local de Saúde do Oeste.</P><br />
<P>O presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Vítor Marques (independente), disse à agência Lusa que os últimos números apontam para 65 pessoas ligadas ao torneio de futebol Footmania que deram entrada na urgência do Hospital de Caldas da Rainha com &#8220;vómitos ou diarreias&#8221;, sem gravidade.</P><br />
<P>&#8220;Houve duas ou três equipas que não tiveram condições de continuar dado o estado dos seus atletas&#8221;, esclareceu.</P><br />
<P>A Unidade Local de Saúde (ULS) do Oeste, responsável pela gestão dos hospitais e centros de saúde da região, confirmou também a identificação de 65 casos (60 crianças e cinco adultos) que deram entrada na urgência, num universo de 1.200 pessoas ligadas ao evento desportivo.</P><br />
<P>O autarca adiantou que se registaram outros casos de pessoas nas mesmas circunstâncias que não estão ligadas ao evento, sem precisar o número, acrescentando que o número total &#8220;é inferior a uma centena&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Vítor Marques, a evolução do problema está já em &#8220;curva decrescente&#8221;.</P><br />
<P>Também a ULS Oeste confirmou que &#8220;evolução é globalmente favorável, sem casos graves&#8221;, esclarecendo que &#8220;o sintoma principal é o vómito, na fase inicial, podendo ser acompanhado por diarreia, náuseas, dor abdominal e cefaleias, com registo de linfopenia, achado que reforça a hipótese de etiologia vírica&#8221;.</P><br />
<P> A Saúde Pública e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) continuam a trabalhar na identificação das causas da intoxicação alimentar e na prevenção de novos casos, depois de terem descartado a hipótese de associação à água da rede pública ou da Lagoa de Óbidos.</P><br />
<P>Segundo a autarquia, &#8220;estão a ser realizados inquéritos epidemiológicos junto das pessoas afetadas, de forma a caracterizar o surto e a reconstituir a possível fonte comum, em articulação estreita com os serviços de saúde locais, que asseguram o acompanhamento clínico das situações. Foram igualmente recolhidas amostras biológicas e alimentares, cujos resultados laboratoriais permitirão identificar o agente responsável&#8221;.</P><br />
<P>O restaurante que fornece as refeições dos atletas, na Expoeste &#8212; Centro de Exposições, &#8220;continua a fazer as refeições&#8221;, já que, segundo o autarca, a inspeção realizada pela ASAE já terá concluído que &#8220;a situação não estará relacionada com a proveniência das refeições&#8221;.</P><br />
<P>A ULS Oeste esclareceu que &#8220;se admite fonte comum de exposição associada à componente de restauração do torneio, com predomínio de casos em idade pediátrica, coerente com o perfil dos participantes. O padrão clínico e o curto período de incubação são compatíveis, em fase preliminar, com toxinfeção alimentar ou gastroenterite vírica, hipóteses a confirmar&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;a fiscalização ao espaço de restauração foi concluída sem registo de inconformidades graves&#8221;.</P><br />
<P>Ainda segundo esta entidade, todos os casos com diarreia foram sujeitos a exames, aguardando-se os resultados.</P><br />
<P>O Footmania 2026, Torneio Internacional de Futebol Juvenil, que decorre nos concelhos de Caldas da Rainha e Óbidos, no distrito de Leiria, teve início em 24 de junho e reuniu 3.600 atletas, de 200 equipas, dos quais, nesta última fase, se encontram no concelho &#8220;mais de 1.500 jovens e alguns adultos&#8221;, explicou o autarca.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-65-pessoas-com-sintomas-de-intoxicacao-nas-caldas-da-rainha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786937]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Transportes usados, mas pouco recomendados: carro mantém domínio na Grande Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/transportes-usados-mas-pouco-recomendados-carro-mantem-dominio-na-grande-lisboa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/transportes-usados-mas-pouco-recomendados-carro-mantem-dominio-na-grande-lisboa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acp]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786276</guid>

					<description><![CDATA[Estudo “Tendências Urbanas de Mobilidade 2026 — AM Lisboa”, do Observatório ACP, apontou que o automóvel continua a dominar as deslocações diárias na capital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos residentes da Área Metropolitana de Lisboa vive perto de transportes públicos, conhece o passe mensal e até utilizou autocarro, metro, comboio ou barco no último mês. Ainda assim, o automóvel continua a dominar as deslocações diárias e é também o meio preferido pela maioria. A conclusão consta do estudo “Tendências Urbanas de Mobilidade 2026 — AM Lisboa”, do Observatório ACP.</p>
<p>O retrato traçado pelo estudo mostra uma contradição central na mobilidade da região: o problema não está apenas na distância às paragens ou no desconhecimento da oferta. Cerca de 80% dos inquiridos vivem a menos de 500 metros de uma paragem ou estação de transporte público e 86% conhecem o passe mensal da área onde residem. Mesmo assim, os transportes públicos continuam a ter dificuldade em convencer os utilizadores.</p>
<p>O automóvel, como condutor ou passageiro, é o meio de transporte mais utilizado por 59% dos inquiridos. Mais de metade diz deslocar-se a pé com frequência, mas apenas um em cada dez considera a deslocação pedonal o seu principal meio de transporte. Já o transporte público rodoviário é utilizado por cerca de um terço dos residentes, mas só 16% o apontam como principal opção nos dias úteis.</p>
<p>A preferência pelo carro é ainda mais expressiva quando os inquiridos são questionados sobre o meio de transporte que preferem usar dentro do seu município. O automóvel surge em primeiro lugar para 67% dos residentes, enquanto a deslocação a pé aparece como segunda opção para 43%. Bicicletas e trotinetes são, na maioria dos casos, apontadas como o meio menos preferido.</p>
<p>A explicação está menos no preço e mais na conveniência. Quase metade dos inquiridos, 48%, afirma que usaria mais transportes públicos se houvesse maior frequência ou horários mais convenientes. Outros 31% apontam a necessidade de linhas mais diretas e com menos transbordos. A redução do preço dos passes ou bilhetes é referida por 17%, ficando atrás da frequência e da simplificação das ligações.</p>
<p>O estudo mostra também que a mobilidade quotidiana na Grande Lisboa é marcada por deslocações regulares e relativamente curtas. Cerca de 89% dos inquiridos deslocam-se todos ou quase todos os dias úteis, sobretudo por motivos de trabalho, que representam 61% das deslocações. Quase metade percorre entre dois e dez quilómetros entre casa e o destino, e 60% demora até 30 minutos por trajeto.</p>
<p>Apesar de 61% dos residentes terem usado transportes públicos no último mês, a avaliação global do sistema revela fragilidades. Os transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa registam um NPS negativo de -24, indicador que mede a probabilidade de recomendação a familiares ou amigos. O Metro de Lisboa é o operador com melhor desempenho, mas fica apenas em zero. Todos os restantes operadores avaliados apresentam valores negativos.</p>
<p>Entre os operadores analisados, a Carris e a Transtejo/Soflusa surgem com os valores mais baixos de recomendação, com NPS de -26 e -28, respetivamente. A Carris Metropolitana regista -22 e a CP Urbanos de Lisboa -23. O resultado sugere que os transportes são conhecidos e usados, mas não geram níveis de satisfação suficientes para inverter a dependência do automóvel.</p>
<p>As prioridades apontadas pelos residentes reforçam essa leitura. Na mobilidade local, 60% defendem que frequência e horários dos transportes devem ser melhorados, 44% pedem ligações diretas e rápidas e 38% apontam a redução do congestionamento automóvel como uma das áreas a corrigir. A principal barreira à mudança de modo de deslocação é a falta de alternativas convenientes, referida por 34% dos inquiridos, seguida da necessidade de flexibilidade e da falta de tempo, com 22%.</p>
<p>O estudo identifica ainda problemas de circulação que ajudam a explicar a perceção dos residentes. Quase metade dos inquiridos, 46%, considera o excesso de trânsito um dos principais problemas nos seus municípios. A falta de lugares de estacionamento surge logo depois, com 42%, enquanto 33% apontam a falta de fiscalização ou de presença policial como questão relevante.</p>
<p>Na avaliação das políticas municipais de mobilidade, Oeiras, Barreiro e Cascais são os concelhos com melhor apreciação por parte dos munícipes. Setúbal destaca-se pela razão oposta: é o único concelho com saldo negativo. Ainda assim, de forma geral, há uma perceção de melhoria das condições de mobilidade nos últimos dois anos, sobretudo nos municípios mais bem avaliados.</p>
<p>A segurança rodoviária surge como outro ponto sensível. A condução distraída, referida por 48%, e o excesso de velocidade, apontado por 46%, são considerados os comportamentos mais perigosos no trânsito nas zonas de residência. A maioria dos inquiridos considera ainda que a presença das autoridades nas zonas onde vive é muito reduzida ou quase inexistente, perceção particularmente acentuada em Setúbal e Almada.</p>
<p>O estudo do Observatório ACP foi realizado pela Pitagórica, com base em 1.850 entrevistas a residentes da Área Metropolitana de Lisboa com 18 ou mais anos, com ou sem carta de condução. O trabalho de campo decorreu entre 11 e 27 de novembro de 2025 e apresenta uma margem de erro global de 2,32%.</p>
<p>A conclusão é clara: a Grande Lisboa não parte do zero em matéria de transportes públicos, mas continua longe de oferecer uma alternativa suficientemente competitiva ao automóvel. Há paragens perto de casa, há conhecimento do passe e há utilização regular. O que falta, segundo os residentes, é uma rede mais frequente, direta, fiável e capaz de competir com a rapidez e flexibilidade do carro.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/transportes-usados-mas-pouco-recomendados-carro-mantem-dominio-na-grande-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786276]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portuguesa BA Glass garante financiamento “verde” de 25 milhões de euros do Bankinter</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portuguesa-ba-glass-garante-financiamento-verde-de-25-milhoes-de-euros-do-bankinter/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portuguesa-ba-glass-garante-financiamento-verde-de-25-milhoes-de-euros-do-bankinter/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BA Glass]]></category>
		<category><![CDATA[bankinter]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786923</guid>

					<description><![CDATA[O Bankinter Portugal e a BA Glass formalizaram um programa de papel comercial sustentável no valor de 25 milhões de euros, uma operação destinada a apoiar a transição climática e o desempenho ESG de um dos maiores produtores mundiais de embalagens de vidro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Bankinter Portugal e a BA Glass formalizaram um programa de papel comercial sustentável no valor de 25 milhões de euros, uma operação destinada a apoiar a transição climática e o desempenho ESG de um dos maiores produtores mundiais de embalagens de vidro.</p>
<p>Segundo as duas entidades, o financiamento está associado ao cumprimento de objetivos ambientais concretos, reforçando a aposta do Bankinter na integração de critérios ESG nas suas operações de crédito e no apoio a empresas que colocam a sustentabilidade no centro da sua estratégia.</p>
<p>No âmbito do acordo, a BA Glass compromete-se a atingir dois indicadores-chave de desempenho (KPIs), validados de forma independente, relacionados com a eficiência hídrica e a redução das emissões de gases com efeito de estufa. A operação contou ainda com uma <em>Second Party Opinion</em> independente, que confirmou o enquadramento sustentável do financiamento e a sua conformidade com as melhores práticas internacionais neste tipo de instrumentos.</p>
<p>As metas definidas estendem-se até 2029 e incluem a redução progressiva do consumo de água e da pegada carbónica da empresa. Os compromissos assumidos estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, em particular o ODS 12, dedicado à Produção e Consumo Sustentáveis, e o ODS 13, relativo à Ação Climática.</p>
<p>Alberto Ramos, Country Manager do Bankinter Portugal, afirma que &#8220;esta operação com a BA Glass reforça a estratégia do Bankinter em apoiar empresas que estão empenhadas em integrar a sustentabilidade no centro das suas operações. Ao disponibilizarmos soluções financeiras que apoiam a transição climática, estamos a incentivar a adoção de práticas responsáveis e o desenvolvimento de um modelo económico mais sustentável. É este o caminho que queremos continuar a trilhar em conjunto com as empresas.&#8221;</p>
<p>Já Pedro Mc Carthy, CFO do Grupo BA Glass, destaca que &#8220;a BA Glass tem mais de 90% do seu financiamento indexado a critérios ESG, e esta operação reflecte mais um passo naquilo que tem sido o nosso caminho e a nossa ambição clara: garantir que, no futuro, a totalidade do nosso financiamento esteja alinhado com estes princípios, reforçando assim o nosso total compromisso com um crescimento sustentável.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portuguesa-ba-glass-garante-financiamento-verde-de-25-milhoes-de-euros-do-bankinter/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786923]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Trump ameaça atacar infraestruturas civis e tomar ilha de Kharg</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-ameaca-atacar-infraestruturas-civis-e-tomar-ilha-de-kharg/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-ameaca-atacar-infraestruturas-civis-e-tomar-ilha-de-kharg/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786925</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano ameaçou hoje atacar novamente o Irão pelo segundo dia consecutivo, visando nomeadamente infraestruturas civis, e tomar a ilha de Kharg, um importante polo petrolífero iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano ameaçou hoje atacar novamente o Irão pelo segundo dia consecutivo, visando nomeadamente infraestruturas civis, e tomar a ilha de Kharg, um importante polo petrolífero iraniano.</p>
<p>&#8220;Vamos atacá-los com força esta noite&#8221;, disse Donald Trump perante a imprensa em Ancara, por ocasião da cimeira da NATO, quando questionado sobre o reinício dos ataques norte-americanos contra o Irão.</p>
<p>Se for necessário, adiantou o líder republicano, os Estados Unidos destruirão as centrais elétricas e as instalações de dessalinização do Irão, e ameaçou tomar o controlo da ilha de Kharg, atacada na terça-feira, uma vez que &#8220;não há nada que [os iranianos] possam fazer a esse respeito&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-ameaca-atacar-infraestruturas-civis-e-tomar-ilha-de-kharg/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786925]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Nova Iorque no &#8216;vermelho&#8217; com subida do petróleo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-nova-iorque-no-vermelho-com-subida-do-petroleo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-nova-iorque-no-vermelho-com-subida-do-petroleo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786909</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negoceia em queda no início da sessão com o preço do petróleo norte-americano subir mais de 5% rondando os 75 dólares por barril, após os EUA bombardearem o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa em Wall Street negoceia em queda no início da sessão com o preço do petróleo norte-americano subir mais de 5% rondando os 75 dólares por barril, após os EUA bombardearem o Irão.</p>
<p>Pelas 14:55 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones caía 1,02% para 52.386,49 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq recuava 0,45% para 25.703,38 pontos.</p>
<p>O agregado S&amp;P 500 também regredia 0,45% para 7.470,37 pontos.</p>
<p>O petróleo WTI para entrega em agosto, referência para os EUA, chegou a subir esta manhã 5,32%, para 74,19 dólares.</p>
<p>Donald Trump, afirmou hoje que o cessar-fogo com o Irão acabou e apelidou os líderes iranianos de &#8220;escumalha&#8221; e mentirosos.</p>
<p>&#8220;No que a mim me diz respeito, acabou&#8221;, respondeu Donald Trump aos jornalistas à margem da cimeira da NATO, que termina hoje em Ancara, capital da Turquia.</p>
<p>Na terça-feira, o Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) confirmou ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no estreito de Ormuz.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-nova-iorque-no-vermelho-com-subida-do-petroleo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786909]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>As sapatilhas brancas que quebraram o protocolo na cimeira da NATO</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/as-sapatilhas-brancas-que-quebraram-o-protocolo-na-cimeira-da-nato/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/as-sapatilhas-brancas-que-quebraram-o-protocolo-na-cimeira-da-nato/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786898</guid>

					<description><![CDATA[O detalhe destacou-se esta quarta-feira na fotografia de família da reunião da Aliança Atlântica, em Ancara, na Turquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, voltou a chamar a atenção numa cimeira da NATO ao trocar os tradicionais sapatos formais por sapatilhas desportivas brancas. O detalhe destacou-se esta quarta-feira na fotografia de família da reunião da Aliança Atlântica, em Ancara, na Turquia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cimeira decorre num contexto de forte tensão política, marcada pelas críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a aliados como Reino Unido, Espanha e Dinamarca, devido à guerra no Irão e à questão da Gronelândia. Ainda assim, além dos temas geopolíticos e do debate sobre despesa em defesa, alguns episódios paralelos acabaram por dominar parte das atenções.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Edi Rama repete escolha informal na NATO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na imagem oficial dos líderes presentes na cimeira, Edi Rama surge com sapatilhas brancas, em contraste com os mocassins e sapatos clássicos usados pela maioria dos dirigentes. O primeiro-ministro albanês já tinha feito uma escolha semelhante em junho do ano passado, na cimeira da NATO em Haia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas imagens divulgadas nas redes sociais do momento em que os líderes se preparavam para a fotografia de família, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, aparece a apontar para as sapatilhas de Rama enquanto faz um comentário a Donald Trump. O presidente norte-americano não pareceu dar grande importância ao episódio.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="tr" dir="ltr">Her saniyesinde ayrı bir detay var.</p>
<p>2 metre 2 santimetre boyundaki Arnavutluk Başbakanı Edi Rama, NATO Liderler Toplantısı’na spor ayakkabılarıyla katıldı.</p>
<p>Macron, Rama’ya takılırken bazı liderlerin de Rama’yı işaret ederek gülüştükleri görüldü.</p>
<p>Rama, uzun boyuna gönderme… <a href="https://t.co/hPSoz0DfSb">https://t.co/hPSoz0DfSb</a> <a href="https://t.co/XDb5pyPrAB">pic.twitter.com/XDb5pyPrAB</a></p>
<p>&mdash; Aykırı (@aykiri) <a href="https://x.com/aykiri/status/2074786729026863319?ref_src=twsrc%5Etfw">July 8, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um estilo próprio em eventos diplomáticos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Edi Rama, primeiro-ministro da Albânia desde 2013, é conhecido por um estilo menos convencional em ocasiões diplomáticas. O líder socialista, nascido em Tirana a 4 de julho de 1964, é também pintor, escritor, antigo professor universitário e ex-jogador de basquetebol.</p>
<p class="isSelectedEnd">A escolha de sapatilhas em eventos internacionais não é nova. Na cimeira da NATO de julho de 2024, em Washington, realizada no âmbito das comemorações dos 75 anos da Aliança Atlântica, Rama também apareceu com sapatilhas brancas. Na altura, o detalhe não passou despercebido a Emmanuel Macron, que reagiu com um gesto de aprovação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Macron também chamou atenções em Ancara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Edi Rama não foi o único líder a destacar-se por um detalhe visual na cimeira de Ancara. O presidente francês, Emmanuel Macron, voltou a usar óculos de sol de estilo aviador, acessório que já tinha dado que falar em ocasiões anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presença dos óculos de Macron e das sapatilhas de Rama acabou por acrescentar notas mais leves a uma reunião dominada por assuntos de segurança internacional, relações entre aliados e tensões em torno do papel da NATO nos principais conflitos em curso.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Rama já protagonizou outros momentos virais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro albanês tem um histórico de momentos informais em encontros internacionais. Na cimeira da Comunidade Política Europeia realizada em Tirana, Rama, que mede 2,01 metros, ajoelhou-se para receber a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, de 1,58 metros.</p>
<p>Meloni reagiu com humor ao gesto, brincando que Rama só o fazia para ficar tão alto como ela. O episódio reforçou a imagem do líder albanês como uma figura carismática e pouco presa ao formalismo habitual da diplomacia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/as-sapatilhas-brancas-que-quebraram-o-protocolo-na-cimeira-da-nato/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786898]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parque logístico de 468 ME previsto para Grândola quer aproveitar localização estratégica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parque-logistico-de-468-me-previsto-para-grandola-quer-aproveitar-localizacao-estrategica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/parque-logistico-de-468-me-previsto-para-grandola-quer-aproveitar-localizacao-estrategica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:43:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786899</guid>

					<description><![CDATA[O parque empresarial, logístico e industrial projetado para Grândola, num investimento de 468 milhões de euros, quer aproveitar a localização estratégica no eixo Sines-Lisboa-Espanha e responder "à escassez" destes "grandes espaços" em Portugal, argumentou o promotor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parque empresarial, logístico e industrial projetado para Grândola, num investimento de 468 milhões de euros, quer aproveitar a localização estratégica no eixo Sines-Lisboa-Espanha e responder &#8220;à escassez&#8221; destes &#8220;grandes espaços&#8221; em Portugal, argumentou o promotor.</p>
<p>O Grândola Logistics Park Euro-Atlantic (GLPEA) vai avançar em Grândola, no distrito de Setúbal, com um investimento estimado de 468 milhões de euros, disse hoje a empresa Qantara Capital, promotora do projeto, em comunicado.</p>
<p>&#8220;Posicionado como o novo portal de ligação para o corredor de comércio e dados Euro-Atlântico, este novo parque logístico assume uma relevância estratégica pela sua posição geográfica&#8221;, realçou.</p>
<p>Isto porque, a avançar, irá garantir &#8220;o acesso direto a rotas comerciais marítimas e a Sines&#8221;, funcionando &#8220;como uma porta de entrada para o mercado europeu&#8221;.</p>
<p>No comunicado, a Qantara Capital revelou que &#8220;o processo de licenciamento do projeto registou agora um avanço decisivo com a conclusão da consulta pública&#8221; do Estudo de Impacte Ambiental (EIA), que terminou no dia 02 deste mês.</p>
<p>Tal como a Lusa noticiou em 19 de maio, o EIA do estudo prévio do projeto, elaborado pela Terra Kappa, esteve em consulta pública.</p>
<p>O promotor adiantou hoje que prevê iniciar &#8220;as obras de infraestruturas imediatamente após a emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) e das licenças definitivas, decorrentes da aprovação do Plano de Pormenor por parte do Município&#8221; de Grândola.</p>
<p>A localização do parque garante ligação direta ao Itinerário Complementar 1 (IC1) e à Linha Ferroviária do Sul e dista apenas oito quilómetros [km] da Autoestrada do Sul (A2).</p>
<p>&#8220;Esta conectividade multimodal coloca o complexo a 50 km do Porto de Sines, a 64 km de Setúbal e a 100 km de Lisboa&#8221;.</p>
<p>A infraestrutura disponibilizará uma área total que ronda 113 hectares, com 635 mil metros quadrados de construção e um terminal ferroviário de mercadorias com um parque de contentores de 23 mil metros quadrados.</p>
<p>Trata-se de &#8220;uma plataforma estratégica de escala ibérica que responde de forma direta à escassez de grandes espaços logísticos em Portugal, um fator crítico para a competitividade do país&#8221;, realçou o presidente executivo (Chief Executive Officer ou CEO em inglês) da Qantara Capital, Hadrien Fraissinet.</p>
<p>&#8220;Ao ligarmos esta infraestrutura multimodal ao Porto de Sines e às principais redes de transporte europeias, estamos a abrir uma porta de entrada fulcral para o comércio internacional e a reforçar o posicionamento de Portugal nas cadeias de abastecimento globais&#8221;, reforçou.</p>
<p>Entre a documentação sobre o projeto disponível no portal Participa da Agência Portuguesa do Ambiente, consultado hoje pela Lusa, consta o Relatório da Consulta Pública do EIA, em que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo resumiu que foram apresentadas cinco participações discordantes do projeto, duas de concordância e 10 com sugestões.</p>
<p>Os argumentos nas participações discordantes &#8220;são centrados na perda de paisagem natural, na destruição de habitats e no risco de incêndio&#8221;, enquanto outras não apresentam argumentos concretos e uma &#8220;introduz um argumento ambiental mais elaborado sobre a função dos pinhais na regulação da humidade e da temperatura local, ainda que sem base técnica citada&#8221;, lê-se.</p>
<p>As que concordam &#8220;aceitam o projeto pelo valor económico e pela criação de emprego&#8221;, enquanto as sugestões abordam a desflorestação de cerca de 111 hectares, o abate de árvores, a impermeabilização do solo, a redução da recarga do aquífero ou a prioridade à ligação ferroviária face ao transporte rodoviário, entre outros temas.</p>
<p>O parque foi dimensionado para acolher cerca de mil utilizadores diários, gerando emprego de forma gradual e prioritariamente local, disse a empresa, acrescentando que &#8220;a procura de mão-de-obra apoia-se num universo de 33.000 profissionais ativos num raio de 30 minutos de deslocação&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/parque-logistico-de-468-me-previsto-para-grandola-quer-aproveitar-localizacao-estrategica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786899]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 102 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-102-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-102-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786895</guid>

					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 102 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana aumentou para 102 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</p>
<p>Entre os 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 88 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 84 adultos, indicou o MNE.</p>
<p>O anterior balanço contabilizava 100 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 59 desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.685 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-102-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786895]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Near is beautiful</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/near-is-beautiful/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/near-is-beautiful/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:38:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786892</guid>

					<description><![CDATA[Opinião de Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E já estamos em julho! Um mês de férias para muita gente&#8230; o que me deu mote para o tema de hoje:  as viagens! E a confusão associada. E tudo isto associado à poupança de energia e sustentabilidade energética (e não só).</p>
<p>Somos quase todos os dias bombardeados com imagens e notícias sobre problemas em aeroportos apinhados e tempos de espera inimagináveis, problemas com cruzeiros marítimos, filas de viaturas e acidentes. Parece que um vírus atacou a maioria da população que pretende viajar sem parar, sem descanso, sem local nenhum do mundo que venha a ser deixado de “carimbar” com o próprio pé, sem nenhum período de férias dedicado ao descanso propriamente dito, mas sim e antes ao frenesim da viagem, para tudo o que é sítio e de preferência o mais longínquo possível. Não há “ponte” ou fim de semana alargado que não seja aproveitado para esta correria. Até as os <em>very short breaks </em>de ir e vir no mesmo dia ou no dia seguinte, apenas para fazer um jantar num local especial, ir a um espetáculo ou participar num evento, começam a ser moda.</p>
<p>E ultimamente também somos confrontados noticiosamente com as ondas de calor devidas às alterações climáticas, com temperaturas recorde em períodos prolongados, nomeadamente em locais do globo onde não era hábito este tipo de fenómenos ocorrerem, tanta vez e com tanta intensidade. Com os turistas a queixarem-se de estadias insuportáveis e a impossibilidade de usufruírem adequadamente do seu período de lazer&#8230; coitados!</p>
<p>Paralelamente, instala-se o turismo de massas, proporcionado sobretudo pelas viagens <em>low cost, </em>que tem um grande impacto positivo nas economias das regiões, mas tem também um impacto negativo a nível da sobrecarga de vários sistemas regionais, e provoca até alguma desvirtuação cultural e social local.</p>
<p>Ora, tudo isto nos deverá levar a pensar um pouco. Não será a altura de abrandarmos?</p>
<p>Menos viagens terão impacto em termos do consumo energético, diminuindo-o. O que também terá impacto no aquecimento global. Viajar, viajar, viajar, muitas vezes sem critério, só porque sim, só porque ainda não fui ali, só porque o meu amigo ou familiar já lá foi e eu não, só porque há uma promoção, só porque parece mal não viajar e não marcar no mapa-mundo mais este destino&#8230; OK, é interessante, mas será isso sustentável?</p>
<p>Não será agora a altura de adotar um novo conceito, o conceito de <em>near is beautiful</em>? E o que é isto? Basicamente é o de fazer turismo próximo. Indo um pouco ao encontro da campanha “vá para fora cá dentro”. Quantas vezes nos gabamos de conhecer este monumento, esta cidade, este parque, aquela montanha, aquela praia, aquele lago, o tal restaurante numa qualquer zona do planeta? E o quanto gostamos de contar as nossas peripécias dessas viagens a quem nos rodeia? Sim, também podemos fazer tudo isso, mas mais perto de nós, eventualmente com um <em>glamour</em> diferente. Mas é o preço que temos de pagar se quisermos deixar um mundo menos mau para os nossos descendentes. É uma proposta controversa, mas os tempos são difíceis. Afinal de contas muitos conhecem muita coisa no estrangeiro, mas, por vezes, não conhecem bem o que está à sua volta.</p>
<p>Já aqui abordei o conceito de <em>small is beautiful</em> num artigo anterior (<a href="https://executivedigest.sapo.pt/small-is-beautiful/">https://executivedigest.sapo.pt/small-is-beautiful/</a> 24 agosto 2023) relacionado com a diminuição do tamanho dos veículos automóveis, que teve início na altura da primeira crise petrolífera nos anos 70 do século passado e a com a poupança de matérias-primas relacionada. Notícias de há poucos dias referem um estudo  &#8211; da responsabilidade da Federação Europeia dos Transportes e Ambiente e da Clean Cities Campaign, organizações de promoção da mobilidade sustentável &#8211; que concluiu que automóveis cada vez maiores colocam em risco pessoas e desperdiçam milhões, trazendo novos riscos para o espaço público e segurança rodoviária, colocando em causa a eficiência energética e comportando custos adicionais. É interessante como muitos conceitos voltam a ter atualidade, passados uns anos, embora eventualmente “empurrados” por motivos diferentes.</p>
<p>Assim, porque não pensar também neste conceito de <em>near is beautiful</em>? E, paralelamente, apostar em viagens menos espontâneas e mais bem preparadas, menos frequentes e frenéticas? Naturalmente que não se propõe que as pessoas deixem de viajar, mas sim que o façam de forma mais sustentável a todos os níveis.</p>
<p>Uma das hipóteses, seria a de propor que os bilhetes de avião de barco, de comboio, de autocarro, tivessem uma informação sobre a pegada de carbono de cada viagem por pessoa. O mesmo se poderia pensar para os pacotes de férias, os cruzeiros, as excursões etc.</p>
<p>Viajante esclarecido é viajante comprometido (com o ambiente e a sociedade)!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/near-is-beautiful/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Montenegro afirma que Aliança está unida e não houve divergências</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-montenegro-afirma-que-alianca-esta-unida-e-nao-houve-divergencias/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-montenegro-afirma-que-alianca-esta-unida-e-nao-houve-divergencias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786890</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que há uma "unidade absoluta" na NATO quanto ao funcionamento e objetivos da Aliança, frisando que não houve "nenhuma querela" ou divergência durante a cimeira dos líderes, numa alusão a Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje que há uma &#8220;unidade absoluta&#8221; na NATO quanto ao funcionamento e objetivos da Aliança, frisando que não houve &#8220;nenhuma querela&#8221; ou divergência durante a cimeira dos líderes, numa alusão a Trump.</p>
<p>Em conferência de imprensa no final da cimeira de chefes de Estado e de Governo da NATO, em Ancara, Luís Montenegro afirmou que, durante a reunião, &#8220;foi confirmada a unidade entre toda a Aliança&#8221; e a &#8220;força do laço transatlântico&#8221;.</p>
<p>&#8220;À volta da mesa houve total convergência, consonância de pontos de vista sobre os assuntos que estavam a ser tratados. De todos, sem nenhuma exceção. Não houve nenhuma querela, nem nenhuma polémica, nas intervenções de todos os aliados&#8221;, assegurou.</p>
<p>O primeiro-ministro frisou que, apesar de haver, à margem, &#8220;algumas perturbações que acontecem e que muitas vezes retiram a atenção do que é essencial&#8221;, a &#8220;unidade em volta dos objetivos e dos princípios de funcionamento da Aliança Atlântica foram absolutos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu vou repetir, porque foi mesmo assim: foram absolutos. Não houve uma única divergência relativamente aos objetivos de aproximar o investimento da Europa do dos Estados Unidos da América, do ponto de vista das capacidades, dos grandes objetivos que são a dissuasão, a promoção da paz e das condições que nos dão a segurança para garantirmos os direitos fundamentais dos cidadãos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O primeiro-ministro referiu ainda que, durante a cimeira, todos os aliados reafirmaram o seu apoio à Ucrânia, &#8220;cuja luta e absolutamente crucial&#8221; para a segurança da Aliança e para a preservação dos seus &#8220;valores democráticos&#8221;.</p>
<p>No âmbito desse apoio a Kiev, Luís Montenegro referiu que Portugal se comprometeu a &#8220;reeditar em 2026 o apoio militar e financeiro&#8221; que forneceu em 2024 e 2025, mas aumentará a sua participação no programa da NATO PURL, que coordena e compra e a entrega de equipamentos militares à Ucrânia, em mais 50 milhões de euros.</p>
<p>TA/ARL // NS</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-montenegro-afirma-que-alianca-esta-unida-e-nao-houve-divergencias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786890]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO/Cimeira: PM estima 3,1% do PIB entre despesas de Defesa e infraestruturas até final do ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-pm-estima-31-do-pib-entre-despesas-de-defesa-e-infraestruturas-ate-final-do-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-pm-estima-31-do-pib-entre-despesas-de-defesa-e-infraestruturas-ate-final-do-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786888</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou hoje que Portugal pretende alcançar até ao final do ano 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas de Defesa e relacionadas com segurança, como infraestruturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou hoje que Portugal pretende alcançar até ao final do ano 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas de Defesa e relacionadas com segurança, como infraestruturas.</p>
<p>&#8220;Temos desenhado já para este ano de 2026 o reforço precisamente desse investimento, quer na componente exclusivamente dedicada à Defesa, quer na componente de utilização dual, que vai fazer com que, de acordo com aquilo que é a nossa estimativa e expectativa, no final deste ano o agregado destas duas componentes signifique cerca de 3,1% do nosso PIB já em 2026&#8221;, anunciou o chefe do executivo, em Ancara, capital da Turquia.</p>
<p>Luís Montenegro falava à imprensa portuguesa no final da cimeira de chefes de Estado e de Governo da Aliança Atlântica.</p>
<p>O chefe do executivo explicou que além dos 2,1% que a NATO já prevê que Portugal invista em matérias exclusivamente dedicadas à Defesa (como Forças Armadas ou material militar), prevê-se um reforço adicional noutras vertentes para chegar ao valor de 3,1% do PIB.</p>
<p>&#8220;Estamos a falar de investimentos em infraestruturas de energia, de comunicações, de várias áreas setoriais do Governo. Investimentos que também são contabilizados para podermos atingir o objetivo que está determinado desde a Cimeira de Haia dos 5%. Como sabem, são 3,5% no investimento exclusivo em capacidades militares e 1,5% nas demais&#8221;, disse o primeiro-ministro.</p>
<p>Interrogado sobre exemplos, Luís Montenegro respondeu que &#8220;a rede de energia do país&#8221; ou &#8220;a rede de grandes infraestruturas que permitem maior mobilidade, são exemplos disso mesmo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu diria até que o programa de transformação, recuperação e resiliência que Portugal está hoje já a executar, que visa dar maior resistência e resiliência às nossas infraestruturas, incluindo as infraestruturas críticas, é um plano que naturalmente contribui para que este volume cresça e cresça já em 2026, porque estamos a falar de vários desses investimentos&#8221;, completou.</p>
<p>O chefe do executivo realçou ainda que Portugal conseguiu superar a meta dos 2% do PIB pela primeira vez desde que a meta foi assumida, em 2014, atingindo 2,01%.</p>
<p>ARL/TA // SF</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-pm-estima-31-do-pib-entre-despesas-de-defesa-e-infraestruturas-ate-final-do-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786888]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump dá a trégua com o Irão como “acabada”. E agora há cinco caminhos possíveis para a crise</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-da-a-tregua-com-o-irao-como-acabada-e-agora-ha-cinco-caminhos-possiveis-para-a-crise/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trump-da-a-tregua-com-o-irao-como-acabada-e-agora-ha-cinco-caminhos-possiveis-para-a-crise/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786884</guid>

					<description><![CDATA[Escalada surge depois de ataques a embarcações comerciais perto do estreito de Ormuz, uma das passagens mais importantes para o comércio mundial de energia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump declarou praticamente morto o cessar-fogo com o Irão, depois de novos ataques a navios no estreito de Ormuz terem desencadeado uma vaga de ataques de retaliação dos EUA. A frase, dita à margem da cimeira da NATO em Ancara, reabre a incerteza sobre uma guerra que deveria estar em pausa, mas que voltou a pressionar os mercados, o petróleo e os aliados de Washington.</p>
<p>“Para mim, acho que acabou. Não quero lidar mais com eles”, afirmou o presidente dos Estados Unidos, segundo a &#8216;Newsweek&#8217;, referindo-se ao memorando de entendimento que sustentava a trégua com Teerão. Trump chamou ainda os dirigentes iranianos de “pessoas doentes”, “violentas” e “cruéis”, acrescentando que, se tivessem uma arma nuclear, “usá-la-iam”.</p>
<p>A escalada surge depois de ataques a embarcações comerciais perto do estreito de Ormuz, uma das passagens mais importantes para o comércio mundial de energia. Os EUA responderam com ataques contra sistemas de defesa aérea, instalações portuárias, sistemas de vigilância costeira e locais de lançamento de mísseis antinavio e drones em torno de Ormuz. O Irão respondeu com ataques contra instalações militares dos EUA no Bahrain e no Kuwait.</p>
<p>O primeiro cenário é o regresso de uma guerra limitada. Não necessariamente uma ofensiva total, mas uma troca de golpes centrada em navios, bases, portos, defesas aéreas e infraestruturas militares costeiras. Washington pode dizer que está a restaurar a dissuasão; Teerão pode afirmar que respondeu à força com força. O problema é que uma guerra limitada nem sempre é uma guerra controlável.</p>
<p>Os mercados já deram o primeiro sinal de nervosismo. O petróleo subiu depois das declarações de Trump e dos ataques, com o Brent a aproximar-se dos 78 dólares por barril, enquanto as bolsas recuaram. A Associated Press noticiou que os futuros de Wall Street caíram e o crude avançou mais de 5% após o presidente dos EUA declarar o cessar-fogo “acabado”.</p>
<p>O segundo cenário é que a rutura sirva de pressão para uma nova negociação. Trump deixou claro que considera inútil lidar com os iranianos, mas não fechou completamente a porta aos negociadores. A postura é familiar: rutura pública, margem privada para uma saída. Para a Casa Branca, uma pausa renovada teria vantagens, sobretudo se a insegurança em Ormuz continuar a puxar pelo preço da energia e a alimentar o descontentamento dos eleitores.</p>
<p>O Irão também tem incentivos para negociar, mesmo enquanto responde militarmente. O alívio económico, a circulação em Ormuz, o levantamento de sanções e a sobrevivência política do regime continuam a pesar. O cessar-fogo pode estar morto como documento, mas a troca que o sustentava — segurança na passagem marítima em troca de limites, reconhecimento ou alívio económico — pode continuar a ser necessária.</p>
<p>O terceiro cenário é o mais perigoso: uma guerra regional mais ampla, iniciada não por uma decisão formal, mas por erro, excesso ou reação em cadeia. Um ataque de um grupo aliado do Irão pode atingir o alvo errado, uma resposta dos EUA pode causar mais vítimas do que o previsto, um navio pode ser afundado em vez de apenas danificado, ou Israel pode avançar numa linha própria.</p>
<p>A região já tem demasiados pontos de entrada para uma escalada. O Irão atingiu instalações associadas aos EUA no Bahrain e no Kuwait, o Qatar condenou um ataque a um navio de gás natural liquefeito e a crise atravessa diretamente os aliados reunidos na cimeira da NATO. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou novos ataques dos EUA contra alvos iranianos e a revogação da licença que permitia a Teerão vender petróleo, depois de ataques a petroleiros em Ormuz.</p>
<p>O quarto cenário é que os mercados imponham uma travagem mais rápida do que a diplomacia. Ormuz é o motivo pelo qual esta crise se propaga tão depressa: qualquer ameaça ao tráfego marítimo naquela passagem afeta petróleo, seguros, fretes, inflação e expectativas económicas. Trump pode suportar aplausos dos setores mais duros, mas terá mais dificuldade em gerir uma subida prolongada dos combustíveis antes das eleições intercalares.</p>
<p>Teerão enfrenta uma pressão semelhante. Pode proclamar resistência, mas uma crise prolongada no transporte marítimo, combinada com sanções e bloqueios comerciais, reduz receitas e limita a capacidade de financiar salários, subsídios e aliados regionais. Neste cenário, não haveria propriamente paz: haveria uma pausa discreta, menos ataques, mais intermediários e insultos públicos a acompanhar negociações de bastidores.</p>
<p>O quinto cenário é Trump transformar o Irão num teste de lealdade para aliados e adversários internos. O presidente dos EUA pode usar o colapso da trégua para exigir alinhamento dos parceiros da NATO, dos países do Golfo e do próprio Partido Republicano. A pergunta deixaria de ser apenas militar — quem ajuda a proteger Ormuz? — e passaria a ser política: quem acompanha Washington quando a dissuasão está em causa?</p>
<p>Esse caminho poderia não produzir a maior guerra, mas poderia provocar a maior divisão diplomática. Os governos europeus tendem a apoiar a segurança marítima, mas resistem a uma escalada sem prazo. Os países do Golfo querem proteção dos EUA, mas não querem tornar-se alvos diretos. E dentro da base de Trump há setores que apoiam a pressão sobre o Irão, mas rejeitam uma nova guerra no Médio Oriente.</p>
<p>No fundo, o teste real não está apenas nas palavras de Trump, mas no controlo da próxima fase. A escolha dos alvos, os canais discretos de negociação, a pressão dos mercados, a contenção dos aliados e a leitura que Teerão fizer da escalada vão pesar mais do que qualquer declaração isolada.</p>
<p>Os cinco cenários também não se excluem. A crise pode começar com ataques limitados, forçar uma nova tentativa diplomática, abalar os mercados energéticos e testar a NATO antes de Washington ou Teerão decidirem se querem subir mais um degrau. A trégua pode estar politicamente ferida; os próximos dias mostrarão se morreu de facto ou se ainda serve como base para uma nova pausa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trump-da-a-tregua-com-o-irao-como-acabada-e-agora-ha-cinco-caminhos-possiveis-para-a-crise/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786884]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dualis Capital compra participação de 5,39% na Pharol</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dualis-capital-compra-participacao-de-539-na-pharol/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/dualis-capital-compra-participacao-de-539-na-pharol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:23:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786883</guid>

					<description><![CDATA[A sociedade Dualis Capital comprou uma participação qualificada de 5,39% na Pharol, de acordo com um comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade Dualis Capital comprou uma participação qualificada de 5,39% na Pharol, de acordo com um comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>Na nota, a empresa indicou que recebeu uma notificação de aquisição de participação qualificada pela Dualis Capital, após uma operação realizada no dia 02 de julho.</p>
<p>A posição atingida foi de 5,399163% no capital da Pharol, em direitos relacionados com ações.</p>
<p>Segundo a informação divulgada pela Pharol, a Dualis tem como acionistas a IDS SGPS, controlada por e a António Eduardo dos Santos Sardo (70%) e a Global F Holdings SGPS, S.A dominada por Gaspar Ferreira da Silva (59,985%) e José Joaquim Soares Pinto Silva (39,985%).</p>
<p>O único acionista qualificado listado no &#8216;site&#8217; da Pharol, com informação datada de 26 de junho, é a Tavrion PT04, Unipessoal, Lda., com 19,56% do capital.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/dualis-capital-compra-participacao-de-539-na-pharol/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786883]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ormuz volta a incendiar o petróleo: 63 milhões de barris iranianos ficam presos no mar após fim da trégua</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ormuz-volta-a-incendiar-o-petroleo-63-milhoes-de-barris-iranianos-ficam-presos-no-mar-apos-fim-da-tregua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ormuz-volta-a-incendiar-o-petroleo-63-milhoes-de-barris-iranianos-ficam-presos-no-mar-apos-fim-da-tregua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786879</guid>

					<description><![CDATA[Tensão no Estreito de Ormuz voltou a disparar depois de novos ataques a navios mercantes, atribuídos pelos EUA ao Irão, terem levado Washington a declarar o fim do cessar-fogo e a revogar a licença que permitia vender petróleo durante um período limitado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tensão no Estreito de Ormuz voltou a disparar depois de novos ataques a navios mercantes, atribuídos pelos Estados Unidos ao Irão, terem levado Washington a declarar o fim do cessar-fogo e a revogar a licença que permitia a Teerão vender petróleo durante um período limitado. O efeito foi imediato nos mercados: o preço do crude voltou a subir, com o Brent perto dos 79 dólares por barril, enquanto aumentam os receios de uma nova perturbação numa das passagens marítimas mais importantes do mundo.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a escalada abriu um novo problema para Teerão: dezenas de milhões de barris de petróleo iraniano, já carregados em petroleiros, ficaram agora numa situação incerta depois de os EUA terem cancelado a isenção que permitia a venda desse crude sem aplicação de sanções americanas.</p>
<p>De acordo com cálculos da &#8216;Bloomberg&#8217; citados pelo jornal espanhol, com base em dados da Vortexa, existem atualmente cerca de 63 milhões de barris de petróleo iraniano em trânsito ou parados no mar, sobretudo em navios no Golfo Pérsico e em águas asiáticas. Muitos desses petroleiros não indicam destino claro ou aparecem como disponíveis para novas ordens, sinal de que ainda não terão comprador definido.</p>
<p>A licença americana tinha sido concedida no final de junho, no âmbito do acordo provisório entre Washington e Teerão, e dava ao Irão uma janela de 60 dias para vender petróleo sem ficar sujeito às sanções dos EUA. Essa autorização foi agora revogada em retaliação pelos ataques a navios no Estreito de Ormuz, o que complica a venda do crude já carregado e ameaça cortar uma fonte essencial de receita para a República Islâmica.</p>
<p>A reviravolta mostra a volatilidade do mercado petrolífero desde o início da crise em Ormuz. Durante as semanas mais tensas, quando o risco de bloqueio do estreito aumentou, o crude chegou a superar os 100 dólares por barril. Depois, com a reabertura parcial da passagem e o alívio de algumas restrições, os preços recuaram para perto dos 72 dólares. Agora, o mercado volta a procurar um ponto de equilíbrio entre risco geopolítico, oferta disponível e crude iraniano difícil de escoar.</p>
<p>Antes da revogação da licença, o Irão já enfrentava dificuldades para vender petróleo. A chegada de grandes volumes de crude não iraniano proveniente do Golfo Pérsico reduziu a vantagem dos descontos oferecidos por Teerão, enquanto muitos compradores continuavam cautelosos perante o risco de mudanças súbitas na política dos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo operadores citados pelo &#8216;El Economista&#8217;, a petrolífera estatal iraniana e intermediários que comercializam o crude do país vinham a tentar vender reservas nos últimos dias. Refinarias no Japão, Taiwan e Coreia do Sul terão recebido ofertas, enquanto processadores indianos estariam disponíveis para avançar apenas se Washington prolongasse a isenção para lá de agosto.</p>
<p>Até agora, não terão sido registadas compras de crude iraniano por refinarias asiáticas fora da China desde a concessão da licença, embora algumas operações possam não ser públicas devido à sensibilidade do tema. As sanções europeias e britânicas continuam a dificultar seguros e logística, e alguns portos poderão manter reservas em relação a navios ligados à chamada frota paralela iraniana.</p>
<p>A China continua a ser um dos poucos destinos possíveis para o petróleo de Teerão. As refinarias independentes chinesas, conhecidas como “teapots”, eram os principais clientes do crude iraniano antes da guerra no Médio Oriente. Ainda assim, o Irão poderá ter de oferecer descontos agressivos para recuperar o interesse desses compradores, que no início do mês adquiriram petróleo saudita e iraquiano.</p>
<p>A United Against Nuclear Iran afirmou ter identificado dezenas de navios com petróleo ou combustíveis iranianos na região, reforçando a leitura de que Teerão continua a tentar colocar o crude nos mercados apesar das restrições. A organização já tinha sinalizado, em junho, uma elevada concentração de petroleiros carregados com petróleo iraniano no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã.</p>
<p>A nova tensão em Ormuz torna o cenário ainda mais incerto. O estreito é uma artéria essencial para o comércio global de energia e qualquer ameaça ao tráfego marítimo tende a refletir-se nos preços, nos seguros, nos fretes e nas decisões das refinarias. Para o Irão, o problema é duplo: o país arrisca perder receitas num momento crítico e pode ver milhões de barris ficarem parados no mar, sem comprador imediato e com risco crescente de novas sanções.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ormuz-volta-a-incendiar-o-petroleo-63-milhoes-de-barris-iranianos-ficam-presos-no-mar-apos-fim-da-tregua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786879]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Aliados reafirmam &#8220;compromisso inabalável&#8221; com artigo 5.º</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-aliados-reafirmam-compromisso-inabalavel-com-artigo-5-o/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-aliados-reafirmam-compromisso-inabalavel-com-artigo-5-o/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo 5º]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786862</guid>

					<description><![CDATA[Os chefes de Estado e de Governo da NATO reiteraram hoje, em Ancara, o seu "compromisso inabalável" com o artigo 5.º da Aliança Atlântica, afirmando que um ataque a um aliado "é um ataque a todos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reiteraram hoje, em Ancara, o seu &#8220;compromisso inabalável&#8221; com o artigo 5.º da Aliança Atlântica, afirmando que um ataque a um aliado &#8220;é um ataque a todos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós, chefes de Estado e de Governo da Organização do Tratado do Atlântico Norte, juntámo-nos em Ancara para reafirmar o nosso compromisso inabalável com a nossa defesa coletiva ao abrigo do Artigo 5.º do Tratado de Washington&#8221;, lê-se na declaração final da cimeira de Ancara.</p>
<p>Os líderes da NATO reiteram que um ataque a um aliado é um &#8220;ataque a todos&#8221;.</p>
<p>&#8220;A nossa unidade, solidariedade e força coletiva continuam a ser o alicerce da paz, da segurança e da prosperidade para os mil milhões de cidadãos da nossa Aliança de nações livres e democráticas. Mantemos o nosso compromisso com a abordagem de 360 graus em matéria de dissuasão e Defesa&#8221;, refere o mesmo texto.</p>
<p>Esta reafirmação do compromisso com o artigo 5.º surge após um ano de tensões entre os Estados Unidos e a Europa, designadamente devido à Gronelândia &#8212; que o Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou anexar à força &#8212; e à guerra no Irão, com vários países europeus, como Espanha, Itália, Reino Unido ou França, a recusarem-se a ceder bases militares.</p>
<p>Devido a esta postura dos europeus, em particular na guerra do Irão, Trump tinha admitido em abril estar a ponderar sair da NATO.</p>
<p>Nesta declaração final, os líderes indicam ainda que, para contrariar a &#8220;ameaça de longo prazo da Rússia à segurança e estabilidade euro-atlântica, assim como a ameaça persistente do terrorismo&#8221;, estão a cumprir a meta assumida na última cimeira, em Haia (Países Baixos), de atingir 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em Defesa até 2035.</p>
<p>Em 2025, &#8220;os aliados europeus e o Canadá aumentaram os seus investimentos em requisitos essenciais de Defesa em mais de 139 mil milhões de dólares&#8221;, menciona o documento.</p>
<p>&#8220;Hoje, em Ancara, anunciamos mais 50 mil milhões de dólares em novas aquisições e comprometemo-nos a aumentar a capacidade coletiva de produção e a colaborar com a indústria para acelerar a inovação&#8221;, destaca ainda o texto.</p>
<p>Os aliados afirmam ainda que estão a &#8220;construir o futuro&#8221;, com uma &#8220;Aliança modernizada&#8221; e uma &#8220;Europa mais forte numa NATO mais forte&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os aliados europeus e o Canadá, em trabalho conjunto com os Estados Unidos, estão a assumir mais responsabilidades pela defesa da Aliança&#8221;, referem, acrescentando que a dissuasão e defesa da Aliança assentam &#8220;numa combinação adequada de capacidades nucleares, convencionais e defesa antimíssil, complementadas por capacidades espaciais e cibernéticas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos empenhados em manter a superioridade em combate&#8221;, asseguram na declaração final da cimeira na capital turca.</p>
<p>TA/ARL // SCA</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-aliados-reafirmam-compromisso-inabalavel-com-artigo-5-o/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786862]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FMI prevê crescimento global de 3% em 2026 e 3,4% em 2027</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-preve-crescimento-global-de-3-em-2026-e-34-em-2027/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-preve-crescimento-global-de-3-em-2026-e-34-em-2027/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786864</guid>

					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê agora que o crescimento global seja de 3% em 2026 e de 3,4% em 2027, com os efeitos contrários da guerra e do "choque tecnológico", segundo as previsões atualizadas divulgadas hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê agora que o crescimento global seja de 3% em 2026 e de 3,4% em 2027, com os efeitos contrários da guerra e do &#8220;choque tecnológico&#8221;, segundo as previsões atualizadas divulgadas hoje.</p>
<p>A estimativa para 2026 é uma revisão em baixa de 0,1 pontos percentuais (p.p.) face à previsão de abril, enquanto a projeção para 2027 foi revista em alta em 0,2 p.p.</p>
<p>Esta projeção representa uma redução em relação à média de 3,5% observada no período 2024&#8211;2025, e praticamente inalterada em termos acumulados na comparação com as previsões do relatório World Economic Outlook (WEO) de abril de 2026.</p>
<p>Essa desaceleração moderada &#8220;reflete os efeitos da guerra no Médio Oriente, que são parcialmente compensados pelo ímpeto acelerado, impulsionado pela procura, no ciclo global de tecnologia, graças aos avanços na inteligência artificial (IA) e à sua adoção&#8221;, lê-se no relatório.</p>
<p>O impacto entre os países é variado, dependendo da exposição à guerra e da sua posição na cadeia de valor da tecnologia, sendo que &#8220;exportadores de energia situados fora da zona de conflito beneficiam de termos de troca favoráveis, enquanto economias integradas na expansão impulsionada pela tecnologia registam maior dinamismo, mesmo sendo importadoras de energia&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, a atividade económica enfraquece para os importadores de energia com participação limitada na cadeia de valor da tecnologia.</p>
<p>Quanto à inflação global, a previsão é de uma aceleração de 4,1% em 2025 para 4,7% em 2026, antes de recuar para 3,9% em 2027, o que se traduz numa ligeira revisão em alta em relação às estimativas de abril.</p>
<p>Segundo o FMI, a atividade económica global e as perspetivas para o futuro estão a ser moldadas por &#8220;duas grandes forças que atuam em direções opostas, com efeitos assimétricos entre os países&#8221;.</p>
<p>Por um lado, há o choque negativo de oferta provocado pela guerra no Médio Oriente, enquanto por outro verifica-se um &#8220;choque tecnológico positivo em curso, que se manifesta na aceleração do ciclo tecnológico global, impulsionado, em grande medida, pelos avanços e pela implementação de ferramentas de IA&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-preve-crescimento-global-de-3-em-2026-e-34-em-2027/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786864]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FMI revê em baixa crescimento da zona euro para 0,9% este ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-reve-em-baixa-crescimento-da-zona-euro-para-09-este-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-reve-em-baixa-crescimento-da-zona-euro-para-09-este-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786865</guid>

					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a zona euro vai crescer 0,9% este ano, uma revisão em baixa face a abril, enquanto para 2027 a projeção permanece inalterada em 1,2%, no relatório divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a zona euro vai crescer 0,9% este ano, uma revisão em baixa face a abril, enquanto para 2027 a projeção permanece inalterada em 1,2%, no relatório divulgado hoje. </P><br />
<P>A previsão para 2026 é 0,2 pontos percentuais (p.p.) inferior à do relatório de abril, refletindo um efeito de &#8216;carry-over&#8217; [de arrastamento] negativo expressivo vindo do primeiro trimestre, lê-se no World Economic Outlook divulgado hoje.</P><br />
<P>Este efeito foi &#8220;impulsionado em grande parte pela Irlanda, mas também indicativo de um ritmo de atividade fraco em outras regiões, bem como o impacto negativo dos preços mais elevados da energia (apesar de algumas medidas de amortecimento orçamental) e a baixa confiança do consumidor&#8221;, indica o FMI.</P><br />
<P>Este relatório tem previsões apenas para as principais economias europeias, projetando que a Alemanha irá registar um crescimento de 0,7% este ano, uma revisão em baixa de 0,1 p.p., e de 1% em 2027, menos 0,2 p.p. do que estimado em abril.</P><br />
<P>Já a previsão para a economia francesa foi revista em baixa em 0,3 p.p. para 0,6% este ano, enquanto para a economia espanhola e italiana as projeções para o crescimento se mantêm inalteradas em 2,1% e 0,5% este ano, respetivamente.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-reve-em-baixa-crescimento-da-zona-euro-para-09-este-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786865]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo anuncia instalação de mais radares de controlo de velocidade nas estradas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-anuncia-instalacao-de-mais-radares-de-controlo-de-velocidade-nas-estradas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/governo-anuncia-instalacao-de-mais-radares-de-controlo-de-velocidade-nas-estradas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:11:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[radares de velocidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786874</guid>

					<description><![CDATA[O Governo vai instalar 12 novos radares de velocidade média nas estradas portuguesas, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna, e a proposta do novo Código da Estrada será entregue ao executivo em setembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai instalar 12 novos radares de velocidade média nas estradas portuguesas, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna, e a proposta do novo Código da Estrada será entregue ao executivo em setembro.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, no final da apresentação da campanha de segurança rodoviária &#8220;Este Verão tu escolhes como chegar&#8230; Escolhe chegar bem!&#8221;, uma iniciativa da ABC &#8212; Associação Bênção dos Capacetes que visa alertar os utilizadores de motociclos para a adoção de comportamentos responsáveis.</p>
<p>Rui Rocha precisou que a equipa multidisciplinar criada pelo Governo para desenvolver uma proposta sobre um novo Código da Estrada deverá entregar as conclusões ao Ministério da Administração Interna (MAI) em setembro.</p>
<p>O novo Código da Estrada está entre as várias medidas anunciadas em abril pelo Governo para reduzir a sinistralidade rodoviária, além da reativação da Brigada de Trânsito da GNR quase 20 anos depois e de mais fiscalização nas estradas.</p>
<p>O secretário de Estado disse também que está a ser ultimado um concurso público para a instalação nas estradas de mais radares de velocidade média.</p>
<p>Segundo o MAI, vão ser 12 os radares de velocidade média que vão ser instalados nas estradas portuguesas.</p>
<p>&#8220;Estamos também numa profunda transformação digital na Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e até ao final de agosto, início de setembro iremos começar a implementar uma interoperacionalidade com as forças de segurança numa dimensão de fiscalização, de formação e sensibilização&#8221;, referiu.</p>
<p>O governante falou ainda da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR), que está em consulta pública até 18 de julho, destacando que este documento tem como objetivo reduzir em 50% as vítimas mortais até 2030 em relação a 2019.</p>
<p>Rui Rocha indicou que a ENSR estava parada há vários anos e considerou que se trata &#8220;de um avanço significativo&#8221; para combater a sinistralidade rodoviária.</p>
<p>Também presente na cerimónia, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, alertou para a necessidade da adoção de comportamentos responsáveis e seguros na estrada, de promover uma cultura de segurança, respeito e cidadania.</p>
<p>O ministro indicou ainda que até 06 de julho foram registadas 250 vítimas mortais em acidentes rodoviários, mais 33 do que no mesmo período do ano passado.</p>
<p>A campanha hoje apresenta no MAI, que tem como parceiros o Ministério da Administração Interna, Guarda Nacional Republicana (GNR), Polícia de Segurança Pública (PSP) e da Autoridade nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), visa sensibilizar a sociedade para a importância da &#8220;prudência, da responsabilidade e da valorização da vida humana na estrada, em particular, da comunidade motociclista durante o verão&#8221;.</p>
<p>Os alvos da campanha são os motociclistas de todas as idades e níveis de experiência, condutores de ciclomotores, &#8216;scooters&#8217; e motociclos de pequena e grande cilindrada, motoclubes, associações de motociclistas e grupos informais, jovens recém-encartados e novos utilizadores de motociclos.</p>
<p>A campanha dirige-se igualmente a empresas e profissionais que utilizam motociclos como ferramenta de trabalho, famílias e acompanhantes de motociclistas e todos os utilizadores das estradas.</p>
<p>Na cerimónia foi também assinado um protocolo de colaboração interinstitucional entre a ABC, a GNR, a PSP e a ANSR, o Santuário de Fátima e a Câmara Municipal de Ourém, para a XI Peregrinação da Bênção dos Capacetes em Fátima, a realizar em setembro.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/governo-anuncia-instalacao-de-mais-radares-de-controlo-de-velocidade-nas-estradas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786874]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Aliados reiteram apoio à Ucrânia e anunciam pacote de 70 mil M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-aliados-reiteram-apoio-a-ucrania-e-anunciam-pacote-de-70-mil-me/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-aliados-reiteram-apoio-a-ucrania-e-anunciam-pacote-de-70-mil-me/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786866</guid>

					<description><![CDATA[Os chefes de Estado e de Governo da NATO reiteraram hoje o seu "apoio inabalável" à Ucrânia e anunciaram um financiamento de 70 mil milhões de euros este ano, comprometendo-se a manter níveis "pelo menos equivalentes" em 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reiteraram hoje o seu &#8220;apoio inabalável&#8221; à Ucrânia e anunciaram um financiamento de 70 mil milhões de euros este ano, comprometendo-se a manter níveis &#8220;pelo menos equivalentes&#8221; em 2027.</P><br />
<P>&#8220;A Ucrânia contribui para a segurança transatlântica e os aliados permanecem unidos no nosso compromisso inabalável para a Ucrânia nos seus esforços para defender a sua liberdade, soberania e integridade territorial&#8221;, lê-se na declaração final da cimeira da NATO, que hoje termina em Ancara (Turquia) e reuniu os líderes dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica.</P><br />
<P>Os líderes referem que os aliados europeus e o Canadá são quem está a &#8220;financiar a grande maioria da assistência em matéria de segurança prestada à Ucrânia por via bilateral e multilateral&#8221; e salientam que o apoio &#8220;deve ser equitativo, previsível e sustentável a longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para 2026, os Aliados comprometem-se a disponibilizar 70 mil milhões de euros em equipamento militar, assistência e formação para a Ucrânia e reafirmam os seus compromissos soberanos de manter, pelo menos, níveis equivalentes de apoio em 2027&#8221;, indicam no documento final da reunião de alto nível, saudando ainda o empréstimo da União Europeia (UE) de 90 mil milhões de euros à Ucrânia.</P><br />
<P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO abordam também a guerra no Irão nesta declaração, mas com uma breve menção numa única frase.</P><br />
<P>&#8220;Os aliados reiteram que o Irão nunca deve ter uma arma nuclear e apelam ao Irão para respeitar plenamente a liberdade de navegação no estreito de Ormuz&#8221;, afirmam.</P><br />
<P></P><br />
<P>TA/ARL // SCA </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-aliados-reiteram-apoio-a-ucrania-e-anunciam-pacote-de-70-mil-me/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786866]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Deputado russo defende morte de metade da população ucraniana para “eliminar o nazismo”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/deputado-russo-defende-morte-de-metade-da-populacao-ucraniana-para-eliminar-o-nazismo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/deputado-russo-defende-morte-de-metade-da-populacao-ucraniana-para-eliminar-o-nazismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786845</guid>

					<description><![CDATA[As declarações surgem numa entrevista em que o deputado voltou a usar a narrativa de “desnazificação” que Moscovo tem invocado para justificar a invasão da Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Alexei Zhuravlev, deputado da Duma Estatal russa, afirmou que seria aceitável exterminar até metade da população da Ucrânia para erradicar aquilo que descreveu como “nazismo”. As declarações surgem numa entrevista em que o deputado voltou a usar a narrativa de “desnazificação” que Moscovo tem invocado para justificar a invasão da Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a conversa, o blogger Ivan Mironov perguntou a Zhuravlev quantos “nazis” acreditava existirem atualmente na Ucrânia. O deputado respondeu que, no passado, seriam cerca de 2%, mas que agora poderiam representar entre 20% e 30% da população.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionado sobre se essas pessoas deveriam ser eliminadas, Zhuravlev respondeu afirmativamente. O deputado foi mais longe e disse que, mesmo que se tratasse de metade da população, todos deveriam ser exterminados para impedir que aquilo a que chamou “praga” continuasse a ameaçar a Rússia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Deputado russo diz que quem não mudar deve ser morto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Zhuravlev alegou ainda ter visto pessoalmente atrocidades que atribuiu a ucranianos, afirmando que estas pessoas teriam atacado indiscriminadamente russos e não russos. O deputado sustentou que, se essa “praga” não fosse eliminada, permaneceria para sempre.</p>
<p class="isSelectedEnd">O deputado admitiu que alguns ucranianos poderiam mudar de posição, mas defendeu que aqueles que não o fizessem deveriam ser mortos. Quando o entrevistador perguntou como distinguir um “fascista” de alguém que não o é, Zhuravlev respondeu que o critério seria a posse de uma arma.</p>
<p class="isSelectedEnd">O deputado russo disse ainda que quem recusasse mudar de ideias deveria ser expulso ou destruído, insistindo na ideia de que a eliminação dos alegados “nazis” seria necessária.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Narrativa da “desnazificação” usada por Moscovo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Rússia tem recorrido há vários anos à acusação de “nazismo” para justificar a guerra contra a Ucrânia. A “desnazificação” foi apresentada por Moscovo como um dos objetivos oficiais da invasão em larga escala lançada em 2022.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente russo, Vladimir Putin, tem usado repetidamente a memória da vitória soviética sobre a Alemanha nazi para enquadrar a guerra contra Kiev, apresentando o Governo ucraniano como um regime que teria de ser “desnazificado”. Essa acusação é rejeitada pela Ucrânia, pelos seus aliados ocidentais e por especialistas independentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outros altos responsáveis russos também têm usado esta narrativa para pôr em causa o direito da Ucrânia a existir como Estado soberano.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Medvedev já questionou a existência da Ucrânia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em janeiro de 2024, Dmitri Medvedev, antigo presidente russo e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, negou o direito da Ucrânia a existir como país independente. Na altura, afirmou que a continuidade da resistência ucraniana à invasão russa levaria à destruição da nação ucraniana.</p>
<p class="isSelectedEnd">Medvedev defendeu que a existência da Ucrânia era perigosa para os próprios ucranianos e sugeriu que estes acabariam por perceber que viver num “grande Estado comum” com a Rússia seria melhor do que a morte.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo mês, Putin voltou a acusar Kiev de glorificar unidades SS de Adolf Hitler e prometeu erradicar o “nazismo”. As declarações foram feitas durante a inauguração de um memorial assinalando os 80 anos do fim do cerco de Leninegrado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Críticos acusam Kremlin de instrumentalizar a Segunda Guerra Mundial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Críticos do Kremlin acusam Moscovo de explorar a memória da Segunda Guerra Mundial para justificar a guerra contra a Ucrânia e reforçar a repressão política interna.</p>
<p class="isSelectedEnd">A vitória soviética sobre a Alemanha nazi ocupa um lugar central na identidade nacional promovida pela Rússia. No entanto, historiadores assinalam que o Kremlin evita abordar episódios controversos, como o pacto Molotov-Ribbentrop de 1939, através do qual a União Soviética cooperou com a Alemanha nazi na divisão da Polónia, ou o massacre de Katyn, em 1940, quando mais de 20 mil oficiais polacos foram mortos pela polícia secreta de Estaline.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>O termo perdeu força na propaganda russa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a “desnazificação” ter sido apresentada como objetivo oficial da guerra, o Kremlin terá reduzido o uso público do termo poucos meses após o início da invasão em larga escala, por se ter revelado pouco eficaz junto da população russa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em maio de 2022, o meio de investigação Proekt noticiou, com base em fontes ligadas ao Kremlin, que sondagens internas realizadas após o início da guerra mostravam que muitos russos não compreendiam nem sabiam explicar o significado de “desnazificação”.</p>
<p>Segundo essas fontes, os inquiridos tinham dificuldade em definir o conceito e até em pronunciar a palavra. O resultado terá levado responsáveis do Kremlin a procurar uma nova narrativa para substituir o termo, embora sem o abandonar por completo, já que a “desnazificação” tinha sido definida por Putin como objetivo da operação militar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/deputado-russo-defende-morte-de-metade-da-populacao-ucraniana-para-eliminar-o-nazismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786845]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
