5 coisas que deve apagar das redes sociais (pela sua segurança)

A facilidade com que, hoje em dia, se partilham coisas pelos contactos é tentadora para que se publiquem informações sensíveis, sem que tenhamos consciência do perigo que pode advir da partilha de determinados conteúdos. Assim, e a zelar pela segurança de todos, seleccionámos 5 coisas que  deve evitar partilhar no seu perfil, ainda que este não seja público.

Impressões digitais

Evite publicar fotos suas a fazer o símbolo da paz. Isao Echizen, investigador do Instituto de Informática japonês, explica que já existe tecnologia capaz de ampliar estas imagens para obter as impressões digitais de uma pessoa. Tal torna-se especialmente perigoso porque permite aos cibercriminosos desbloquear equipamentos com sistemas biométricos e aceder a toda a informação aí disponível.

Destino de férias

Não publique nas redes sociais o seu período de férias e destino de eleição. Um estudo britânico concluiu, em 2018, que 22% das pessoas entrevistadas que o fizeram sofreram um assalto às suas casas. Evite igualmente publicar imagens do seu cartão de embarque para um voo, uma vez que é possível extrair informações que forneceu à companhia aérea, assim como aceder ao número do seu cartão de crédito.

Data de nascimento

Também não deve colocar no seu perfil a data de nascimento. Tudo porque esta informação pode facilitar o roubo de identidade. Basta dizer que em alguns países é apenas necessário fornecer nome, data de nascimento e morada para apropriação de algo.

Número de telefone

Certamente tem muita informação sensível guardada no seu telemóvel. E, apenas através do número, é possível aceder ao equipamento. James Robbins, do portal de segurança virtual Mighty Call, explica “se já utilizou o seu smartphone para fazer pagamentos online, um hacker consegue obter informações do seu cartão de crédito, recorrendo simplesmente ao seu número de telefone”.

Fotos dos filhos

Se publicar fotos ou dados dos seus filhos menores está a comprometer o futuro financeiro deles. Quem o diz é a empresa de serviços financeiros do banco Barclays que prevê que até 2030, a partilha deste tipo de dados pessoais vai registar mais de 870 milhões de dólares (cerca de 782 milhões de euros) em fraudes online.

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