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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Temperaturas sobem hoje e podem antecipar nova onda de calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:15:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal entra esta quarta-feira num novo período de aquecimento, com uma subida generalizada das temperaturas, sobretudo nas regiões do interior, onde os termómetros poderão atingir valores entre os 30 e os 35 graus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra esta quarta-feira num novo período de aquecimento, com uma subida generalizada das temperaturas, sobretudo nas regiões do interior, onde os termómetros poderão atingir valores entre os 30 e os 35 graus. Apesar de o calor ficar ainda longe dos extremos registados no início do mês, a evolução prevista é encarada como um possível primeiro sinal de uma nova mudança do estado do tempo, que poderá conduzir ao regresso de uma onda de calor nos próximos dias.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-quarta-15-julho-31435/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a manhã deverá começar com alguma nebulosidade baixa, neblinas e nevoeiros no litoral Norte e Centro, um cenário típico da época, mas que tenderá a dissipar-se rapidamente à medida que a radiação solar aumentar. Durante a tarde, o céu deverá permanecer pouco nublado ou apresentar apenas algumas nuvens altas, enquanto no Alentejo e no Algarve o sol deverá dominar praticamente todo o dia. O vento soprará, em geral, fraco de oeste, entre 10 e 20 km/h, podendo intensificar-se temporariamente nas terras altas, com rajadas até aos 35 km/h.</p>
<p>O maior destaque da previsão continua a ser a subida das temperaturas máximas, particularmente nas zonas do interior, onde várias localidades poderão alcançar os 35 graus. No litoral, apesar da influência marítima, o ambiente será igualmente agradável, favorecido por vento fraco e por temperaturas da água do mar excecionalmente elevadas para esta altura do ano. Na costa ocidental, a água poderá atingir localmente os 21 a 23 graus, enquanto na costa sul do Algarve deverá rondar os 24 graus, criando condições muito favoráveis para atividades balneares, embora seja recomendada especial atenção aos elevados índices de radiação ultravioleta.</p>
<p>Do ponto de vista meteorológico, o padrão atmosférico mantém-se praticamente inalterado relativamente aos últimos dias. Uma depressão isolada continua posicionada a noroeste da Península Ibérica, sobre o Atlântico, sem produzir efeitos diretos em Portugal. Ainda assim, esta configuração favorece o transporte de ar quente proveniente do Norte de África para o interior da Península, contribuindo para alimentar a intensa onda de calor que continua a afetar Espanha, França e grande parte da região mediterrânica.</p>
<p>Nos arquipélagos, o cenário será distinto. Nos Açores prevê-se um dia com períodos de céu muito nublado alternados com abertas, mais frequentes nas ilhas do grupo Oriental, podendo ocorrer aguaceiros fracos e isolados, sobretudo nos grupos Central e Ocidental. As temperaturas deverão oscilar entre os 17 e os 26 graus, com vento fraco a moderado de oeste e mar relativamente calmo. Na Madeira, o anticiclone continuará a garantir estabilidade atmosférica, com céu pouco nublado, possibilidade reduzida de aguaceiros nas zonas montanhosas e nas encostas voltadas a oeste, vento fraco a moderado de norte e temperaturas praticamente sem alterações.</p>
<p>Embora esta quarta-feira apresente um cenário típico de verão, marcado por dias soalheiros, vento fraco e calor moderado, os indicadores atmosféricos sugerem que esta subida das temperaturas poderá representar apenas o início de um novo episódio de calor mais intenso. As projeções apontam para a possibilidade de uma nova onda de calor começar já no próximo sábado, tornando os próximos dias decisivos para confirmar a evolução do estado do tempo em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789137]]></sapo:autor>
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		<title>Nova tecnologia permite medir humidade florestal na Península Ibérica para prevenir incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:57:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova ferramenta digital desenvolvida na Catalunha permite conhecer em tempo real a humidade da vegetação florestal da Península Ibérica e ilhas Baleares, para prever com maior precisão o risco de incêndios durante as ondas de calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma nova ferramenta digital desenvolvida na Catalunha permite conhecer em tempo real a humidade da vegetação florestal da Península Ibérica e ilhas Baleares, para prever com maior precisão o risco de incêndios durante as ondas de calor.</P><br />
<P>A plataforma, denominada ForestDrought e desenvolvida pelo Centro de Investigação Ecológica e Aplicações Florestais (CREAF), atualiza diariamente o estado hídrico das florestas e a quantidade de água no solo através de mapas de acesso livre, informou o CREAF hoje em comunicado.</P><br />
<P>O mapa desenvolvido pela ferramenta digital demostra que, nos últimos meses, as chuvas abundantes do inverno permitiram que as florestas chegassem a junho com boas reservas de água, mas as ondas de calor estão agora a alterar essa situação devido à transpiração das plantas.</P><br />
<P>Segundo as estimativas da ForestDrought, nas últimas semanas registou-se maior secura na Extremadura, na zona ocidental da Andaluzia e em Castela-La Mancha.</P><br />
<P>&#8220;Quando as plantas têm menos de 100% de humidade, é indicativo de stress hídrico, e se desce abaixo dos 80%, é preciso estar alerta, porque significa que a vegetação está muito seca e pode inflamar-se com maior facilidade&#8221;, destacou Miquel de Cáceres, investigador no CREAF.</P><br />
<P>Além da secura do solo e das plantas, é possível visualizar outros indicadores críticos para a prevenção, como o potencial de propagação do fogo pelas copas das árvores, a probabilidade de ignição do mato e a humidade da vegetação morta.</P><br />
<P>&#8220;Queremos que esta ferramenta seja útil para antecipar com maior fiabilidade quando e onde a vegetação viva se encontra em situação crítica e pode representar risco de incêndio&#8221;, afirmou Víctor Granda, cientista de dados da equipa.</P><br />
<P>Para elaborar estas simulações diárias, a ferramenta integra dados meteorológicos da Agência Estatal de Meteorologia (AEMET), do Servei Meteorològic de Catalunya (SMC), da MeteoGalicia e da Rede de Informação Agroclimática da Andaluzia (RIA).</P><br />
<P>Esta informação é cruzada com dados sobre tipo de solo, relevo e estrutura das florestas, provenientes do Inventário Florestal Nacional, do Mapa Florestal de Espanha e de mapas LiDAR.</P><br />
<P>A base científica da plataforma provém de um estudo publicado na revista New Phytologist e liderado pelo CREAF, que pela primeira vez incorpora a humidade da vegetação viva nos modelos de risco de incêndio, superando os índices tradicionais que apenas avaliavam a secura da matéria morta.</P><br />
<P>A investigação demonstra que as árvores resistem melhor à seca por terem raízes profundas e fecharem os poros para reter água, enquanto os arbustos do sub-bosque secam muito mais rapidamente, o que explica porque dois bosques vizinhos com o mesmo clima podem apresentar riscos de incêndio totalmente distintos.</P><br />
<P>A associação ambientalista portuguesa Zero indicou que 2025 foi &#8220;o quarto pior ano em área ardida desde 2001&#8221; em Portugal, com o &#8220;dobro da área queimada em 2024 e mais ignições do que no ano anterior&#8221;.</P><br />
<P>A mesma associação destacou que os incêndios rurais em 2025 elevaram a área ardida para 98% da extensão prevista até 2030 pelo Programa Nacional de Ação (PNA) desenhado pelas autoridades. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789382]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-presidente colombiano pede à futura governação que mantenha acordo de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:57:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz Juan Manuel Santos (2010-2018) apelou esta terça-feira ao presidente eleito Abelardo de la Espriella para que prossiga com a implementação do acordo de paz assinado em 2016.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz Juan Manuel Santos (2010-2018) apelou esta terça-feira ao presidente eleito Abelardo de la Espriella para que prossiga com a implementação do acordo de paz assinado em 2016. </P><br />
<P>&#8220;Faço um apelo respeitoso, mas firme, ao próximo Governo para que retome o caminho da implementação. Não como um legado de um Governo, mas como uma política de Estado que beneficia todos os colombianos&#8221;, afirmou Santos durante a participação num congresso que comemora uma década da assinatura do acordo de paz, assinado em 24 de novembro de 2026, que permitiu a desmobilização das antigas FARC. </P><br />
<P>De la Espriella, que tomará posse no próximo dia 07 de agosto, anunciou esta segunda-feira a eliminação de conselhos e agências ligados à Presidência da República, entre os quais o do comissário para a Paz, que tem conduzido as negociações com os grupos armados ilegais.</P><br />
<P>&#8220;A partir de 07 de agosto, o objetivo será a segurança do povo e o desmantelamento total do perverso sistema de impunidade que reina neste momento e que vai acabar assim que eu assumir o cargo de forma definitiva&#8221;, declarou esta terçafeira o presidente eleito, crítico da política de &#8220;Paz Total&#8221; do Presidente cessante, Gustavo Petro.</P><br />
<P>De la Espriella afirmou que, quando assumir a Presidência, os ministérios da Justiça e do Interior, juntamente com o comissário para a Segurança &#8212; uma figura que ainda não existe &#8212;, &#8220;têm ordens para acabar imediatamente, no respeito pela Constituição e pela lei, com toda a impunidade que se refugia na ilusão de uma falsa paz&#8221;.</P><br />
<P>Santos destacou, por isso, os resultados alcançados desde a assinatura do acordo e agradeceu àqueles que participaram no processo, em especial às vítimas, pela confiança. </P><br />
<P>&#8220;Quero agradecer à comunidade internacional que nos acompanhou com constância e perseverança (&#8230;), aos negociadores do Governo e da antiga guerrilha, cujo trabalho permitiu abrir uma porta que muitos acreditavam estar fechada. Mas, acima de tudo, quero agradecer às vítimas e aos signatários da paz&#8221;, afirmou Santos, que recebeu o Prémio Nobel da Paz em 2016. </P><br />
<P>O ex-presidente destacou o trabalho da Jurisdição Especial para a Paz (JEP), que impõe penas restaurativas, que não implicam prisão, àqueles que colaboram no esclarecimento da verdade sobre o que aconteceu durante o conflito armado.</P><br />
<P>&#8220;O que está a acontecer na JEP não tem precedentes no mundo. Os principais responsáveis a reconhecerem publicamente crimes atrozes, delitos que durante décadas permaneceram impunes&#8221;, enfatizou. </P><br />
<P>Além disso, Santos rejeitou que o acordo tenha fortalecido os grupos criminosos no país.</P><br />
<P>&#8220;Atribuir a culpa ao acordo pelas ações destas estruturas é ignorar deliberadamente a realidade e, acima de tudo, ignorar que o que permite travar esses grupos é precisamente a sua implementação e não a sua sabotagem. O fracasso não é do acordo, é daqueles que impediram a sua implementação integral&#8221;, afirmou o ex-governante. </P><br />
<P>Por seu lado, os últimos dirigentes do antigo secretariado da guerrilha das FARC pediram, esta terça-feira, em carta enviada ao presidente eleito que &#8220;encontre formas&#8221; que permitam cumprir a implementação do tratado, cujo décimo aniversário será comemorado em novembro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789381]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-comandante das FARC preocupado com violência após posse do futuro presidente da Colômbia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ex-comandante-das-farc-preocupado-com-violencia-apos-posse-do-futuro-presidente-da-colombia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:49:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ex-comandante das ex-FARC colombianas manifestou-se preocupado com "mensagens de ódio" estimuladas pelo presidente eleito da Colômbia, que ameaça prendê-lo e revogar o acordo de paz de 2016 entre a guerrilha e o Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ex-comandante das ex-FARC colombianas manifestou-se preocupado com &#8220;mensagens de ódio&#8221; estimuladas pelo presidente eleito da Colômbia, que ameaça prendê-lo e revogar o acordo de paz de 2016 entre a guerrilha e o Estado.</P><br />
<P>Rodrigo Londoño, também conhecido por Timochenko, explicou em declarações à AFP que antigos líderes da guerrilha, hoje dissolvida, escreveram ao presidente eleito Abelardo de la Espriella a reconhecer a vitória eleitoral e a solicitar um diálogo, com o objetivo de &#8220;honrar&#8221; o acordo de paz de que são signatários.</P><br />
<P>Os signatários do acordo, segundo o ex-comandante, são constantemente alvo de &#8220;estigmatização&#8221; e de &#8220;mensagens de ódio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há pessoas que, com uma voz influente, difundem estas mensagens e isso é extremamente perigoso (&#8230;). É muito importante que diminuamos o volume destas mensagens de ódio&#8221;, apelou.</P><br />
<P>De la Espriella, um advogado sem experiência na política, representa a direita radical e defende uma linha dura contra os grupos armados. </P><br />
<P>Qualificando Timochenko como um &#8220;criminoso de guerra&#8221; que &#8220;merece prisão perpétua&#8221;, De la Espriella manifestou a intenção de bombardear os grupos envolvidos no tráfico de droga e pôr fim às negociações infrutíferas iniciadas pelo ainda Presidente de esquerda, Gustavo Petro, com as facções dissidentes das ex-FARC ainda ativas.</P><br />
<P>O presidente eleito pretende abolir o tribunal especial que julga os crimes cometidos durante o conflito entre os rebeldes e o Estado, o qual aplica penas alternativas à prisão aos antigos guerrilheiros e militares cujos testemunhos ajudam a esclarecer os acontecimentos.</P><br />
<P>Rodrigo Londoño foi condenado, em 2025, a oito anos de trabalhos de interesse geral pelos mais de 21.000 sequestros perpetrados pelas FARC.</P><br />
<P>De la Espriella considera que a justiça se mostrou mais clemente para com os ex-rebeldes do que para com os militares acusados de execuções extrajudiciais.</P><br />
<P>Cerca de 13.000 guerrilheiros depuseram as armas na altura do acordo assinado em 24 de novembro de 2016, numa tentativa de se reintegrarem na sociedade. Entre os signatários, 492 foram mortos, segundo a Missão de Verificação da ONU.</P><br />
<P>Na terça-feira, Timochenko e outros seis líderes históricos das ex-FARC, entre os quais Pastor Alape, Pablo Catatumbo e Julian Gallo, reafirmaram numa carta dirigida a Abelardo de la Espriella o &#8220;compromisso inabalável de respeitarem&#8221; a paz.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que o Estado colombiano honre o acordo celebrado com a mesma sinceridade&#8221;, escreveram ainda.</P><br />
<P>&#8220;Penso que o diálogo é essencial para instaurar a paz. É assim que nós, seres humanos, nos podemos compreender uns aos outros&#8221;, sublinhou Timochenko à agência France Presse.</P><br />
<P>&#8220;A sociedade colombiana já amadureceu bastante e podemos compreender-nos e fazer avançar a Colômbia, como todos desejamos, e construir juntos apesar das nossas diferenças&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo os especialistas, os grupos armados ilegais ganharam força nos últimos quatro anos na Colômbia.</P><br />
<P>Abelardo de la Espriella assumirá funções no próximo dia 07 de agosto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789380]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preços das habitações novas na China caem pelo 37.º mês consecutivo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/precos-das-habitacoes-novas-na-china-caem-pelo-37-o-mes-consecutivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços das habitações novas na China caíram em junho pelo 37.º mês consecutivo, embora a um ritmo menos acentuado do que em maio, enquanto o mercado de casas usadas acelerou a queda, segundo dados oficiais hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os preços das habitações novas na China caíram em junho pelo 37.º mês consecutivo, embora a um ritmo menos acentuado do que em maio, enquanto o mercado de casas usadas acelerou a queda, segundo dados oficiais hoje divulgados.</P><br />
<P>Os preços das habitações novas em 70 cidades selecionadas recuaram 0,15% face ao mês anterior, segundo cálculos feitos com base nos dados divulgados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE). Em maio, a queda foi de 0,2%.</P><br />
<P>Das 70 cidades analisadas, 50 registaram descidas nos preços das habitações novas, face às 52 de maio, enquanto 20 &#8212; entre as quais Xangai, Cantão e Shenzhen &#8212; registaram aumentos, acima das 16 do mês anterior.</P><br />
<P>Os cálculos com base nos dados do GNE mostram igualmente que os preços das habitações usadas recuaram 0,32% em termos mensais em junho, uma descida mais acentuada do que a de 0,26% registada em maio.</P><br />
<P>No segmento das habitações usadas, apenas nove das 70 cidades analisadas &#8212; entre as quais Xangai, Shenzhen, Cantão e Pequim, as quatro cidades chinesas classificadas como de &#8220;primeiro nível&#8221; &#8212; registaram aumentos de preços, enquanto 60 apresentaram descidas face ao mês anterior.</P><br />
<P>Nos últimos anos, as autoridades chinesas anunciaram várias medidas para travar a queda do mercado imobiliário, uma questão que preocupa Pequim pelas implicações para a estabilidade social, uma vez que a habitação continua a ser um dos principais veículos de investimento das famílias chinesas.</P><br />
<P>A crise do setor imobiliário é considerada um dos principais fatores por detrás da recente desaceleração da economia chinesa. Segundo alguns analistas, o setor representava, incluindo os efeitos indiretos, cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JPI //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789379]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Produção industrial da China cresce 5,3% em junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/producao-industrial-da-china-cresce-53-em-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:06:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A produção industrial chinesa acelerou para um crescimento homólogo de 5,3% em junho, enquanto as vendas a retalho recuperaram após a primeira queda desde 2022 e o investimento em ativos fixos aprofundou o declínio devido à crise imobiliária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção industrial chinesa acelerou para um crescimento homólogo de 5,3% em junho, enquanto as vendas a retalho recuperaram após a primeira queda desde 2022 e o investimento em ativos fixos aprofundou o declínio devido à crise imobiliária.</P><br />
<P>A produção industrial da China cresceu 5,3%, em termos homólogos, em junho, uma aceleração de 0,8 pontos percentuais face ao mês anterior e acima das previsões dos analistas, que apontavam para uma subida em torno de 4,6%, segundo dados divulgados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE).</P><br />
<P>Entre os três principais setores analisados pelo organismo, a produção e fornecimento de eletricidade, aquecimento, gás e água registou o maior crescimento, com uma subida homóloga de 7,4%, seguida da indústria transformadora, que avançou 6%.</P><br />
<P>Em sentido contrário, a produção mineira recuou 2,2%.</P><br />
<P>No conjunto do primeiro semestre, a produção industrial aumentou 5,4% face ao mesmo período de 2025.</P><br />
<P>O GNE divulgou igualmente os dados das vendas a retalho, principal indicador do consumo privado, que cresceram 1% em junho, recuperando da contração de 0,6% registada em maio, a primeira queda desde 2022.</P><br />
<P>O resultado superou também as expectativas do mercado, que antecipava um regresso ao crescimento, mas limitado a 0,1%.</P><br />
<P>A taxa oficial de desemprego nas áreas urbanas desceu de 5,1% para 5%.</P><br />
<P>Em contrapartida, o investimento em ativos fixos agravou a tendência negativa, recuando 5,7% no primeiro semestre, após uma queda de 4,1% registada entre janeiro e maio.</P><br />
<P>O setor imobiliário continuou a ser o principal fator de pressão, com o investimento a cair 18% nos primeiros seis meses do ano.</P><br />
<P>Também o investimento na indústria transformadora registou uma diminuição de 1,2%, enquanto o investimento em infraestruturas, que tinha resistido na leitura anterior, recuou 2,4%.</P><br />
<P>As vendas de imóveis novos, medidas pela área de construção comercializada, caíram 11,6% em termos homólogos no primeiro semestre, aprofundando a descida em 0,8 pontos percentuais face aos dados acumulados até maio.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JPI //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789378]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Campeã Argentina e Inglaterra procuram segunda vaga na final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:06:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A campeão em título Argentina e a Inglaterra disputam hoje a segunda vaga na final do Mundial de futebol de 2026, no domingo, na qual já está a Espanha, que bateu a França, por 2-0, na terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A campeão em título Argentina e a Inglaterra disputam hoje a segunda vaga na final do Mundial de futebol de 2026, no domingo, na qual já está a Espanha, que bateu a França, por 2-0, na terça-feira.</P><br />
<P>Na segunda meia-final, marcada para o Estádio Mercedez-Benz, em Atlanta, pelas 15:00 locais (20:00 em Lisboa), os argentinos procuram uma sétima final, e segunda consecutiva, depois de 1930, 1978, 1986, 1990, 2014 e 2022, enquanto os ingleses tentam repetir o feito único de 1966.</P><br />
<P>Há 60 anos, a formação dos três &#8216;leões&#8217; começou precisamente por bater os argentinos no primeiro jogo a eliminar, então dos &#8216;quartos&#8217;, por 1-0, com um golo de Geoff Hurst, superando depois Portugal e, na final, a RFA (4-2, após prolongamento).</P><br />
<P>Depois disso, a Argentina já ripostou, primeiro num dos mais famosos jogos da história dos Mundiais, o 2-1 dos &#8216;quartos&#8217; de 1986, selado com um &#8216;bis&#8217; de Diego Armando Maradona, primeiro com a &#8216;mão de Deus&#8217; e depois após fintar meia equipa inglesa.</P><br />
<P>Em 1998, nos &#8216;oitavos&#8217;, a formação sul-americana voltou a superiorizar-se, agora nos penáltis (4-3), depois de 2-2 nos 120 minutos, num embate marcado pela expulsão do inglês David Beckham, após &#8216;desentendimento&#8217; com o argentino Diego Simeone.</P><br />
<P>A Inglaterra está nas &#8216;meias&#8217; depois de três jogos muitos complicados a eliminar, frente à República Democrática do Congo (2-1), ao México (3-2) e à Noruega (2-1, no tempo extra), sendo que a Argentina ainda penou mais, perante Cabo Verde (3-2, no tempo extra), Egito (3-2) e Suíça (3-1, no tempo extra).</P><br />
<P>No conjunto de Thomas Tuchel, o protagonismo tem sido dividido a &#8216;meio&#8217; entre Hary Kane e Jude Bellingham, ambos com seis golos &#8212; somam em conjunto 12 dos 13 tentos dos ingleses, que sofreram seis &#8211; e uma assistência.</P><br />
<P>Por seu lado, Lionel Messi, que durante a prova completou 39 anos, tem sido a grande figura da Argentina, com oito golos e duas assistências, isto tendo desperdiçado dois penáltis, num conjunto que soma 17 marcados e seis sofridos.</P><br />
<P>A final, que já se sabe que será inédita, realiza-se no domingo, pelas 15:00 (20:00), no Estádio MetLife, em East Rutherford, enquanto o embate de apuramento do terceiro e quarto classificados está marcado para sábado, no Estádio Hard Rock, em Miami Gardens, às 17:00 (22:00).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789377]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Arqueólogos redescobrem um dos primeiros hospitais do Atlântico em Cabo Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Arqueólogos estão a escavar uma encosta da Cidade Velha, primeira capital de Cabo Verde, e a devolver à luz do dia as ruínas de um dos hospitais pioneiros no Atlântico, com cerca de 500 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Arqueólogos estão a escavar uma encosta da Cidade Velha, primeira capital de Cabo Verde, e a devolver à luz do dia as ruínas de um dos hospitais pioneiros no Atlântico, com cerca de 500 anos.</P><br />
<P>&#8220;Será mesmo um dos primeiros&#8221;, admite André Teixeira, arqueólogo da Universidade Nova de Lisboa, que colabora com o Instituto do Património Cultural (IPC) cabo-verdiano.</P><br />
<P>O espaço &#8220;aparece em documentação desde finais do século XV, portanto, entre 30 a 40 anos após a descoberta de Cabo Verde&#8221;, em 1460.</P><br />
<P>&#8220;Desde o início da expansão além-mar que se percebe que é preciso haver espaços de assistência. Esta é uma dessas primeiras experiências. Cabo Verde é, a muitos títulos, um espaço de experimentação&#8221; nas rotas portuguesas da época, refere.</P><br />
<P>Os trabalhos já duram há ano e meio e a redescoberta levou as autoridades a redesenhar o projeto de requalificação daquela zona da cidade classificada como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, em inglês).</P><br />
<P>Num projeto com apoio do Banco Mundial, as ruínas do complexo da Misericórdia vão acolher o primeiro núcleo museológico da Cidade Velha, a 10 quilómetros da cidade da Praia, com muitas histórias para contar.</P><br />
<P>Por exemplo, André Teixeira mostra à Lusa os restos de um cachimbo que se supõe tenha sido usado no antigo hospital, encontrado no subsolo, ao lado de pedaços de porcelanas.</P><br />
<P>&#8220;O fumo para aliviar as dores não é inédito nestes contextos hospitalares&#8221;, descreve.</P><br />
<P>Um dos membros da equipa, num trabalho minucioso, continua a picar o chão e bate em alguma coisa: devagar e com ajuda de uma escova, surge do meio da terra mais um pedaço de cerâmica &#8212; certamente de produção local, aponta André.</P><br />
<P>Tem sinais de ter ido ao lume e há ossos de galinha desenterrados mesmo ao lado, naquilo que pode ter sido uma cozinha ou refeitório no rés-do-chão do antigo hospital.</P><br />
<P>A equipa vai &#8220;removendo a montanha e as estruturas vão emergindo&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O edifício, incrustado numa encosta rochosa que os séculos se encarregaram de cobrir com terra, teria um primeiro andar com enfermarias (nota-se o nível do chão) e terá sido abandonado no século XIX, reflexo da mudança da capital para a cidade da Praia.</P><br />
<P>Com o tempo, acabou por ficar soterrado, tal como a base da antiga Igreja da Misericórdia, cuja nave central está à vista, mas das paredes restam apenas vestígios, alguns com pedaços de azulejos pintados junto ao chão, com as variações de cor a testemunhar a passagem do tempo.</P><br />
<P>A torre sineira &#8212; que era o único pedaço do complexo que estava à superfície &#8211;, continua de pé e completa o quadro, juntamente com as capelas laterais e o que se julga ter sido a residência do bispo, com um pavimento e escadaria preservados, acima do complexo.</P><br />
<P>&#8220;Este espaço funcionou como sé de Cabo Verde durante mais de um século, enquanto não era concluída a construção da catedral, lá no alto&#8221;, detalha André Teixeira.</P><br />
<P>Há &#8220;uma grande presença religiosa, central, como era tradição, a igreja, em comunicação com o hospital&#8221;, evocando &#8220;a dupla função das misericórdias, a assistência social e na saúde&#8221;.</P><br />
<P>Em fevereiro de 2025, numa fase inicial das prospeções, André Teixeira dizia à Lusa, no memo local, que ainda só se vislumbrava &#8220;a ponta do iceberg&#8221;.</P><br />
<P>Havia &#8220;o topo de dois murinhos&#8221; e &#8220;não se via mais nada&#8221;, recorda, mas o resultado surpreendeu a equipa da Nova e do IPC.</P><br />
<P>&#8220;Só víamos pequenas estruturas do complexo da Misericórdia, mas agora, depois de várias campanhas de escavação, estamos a descobrir uma estrutura monumental, com maior dimensão do que pensávamos&#8221;, refere à Lusa Jaylson Monteiro, arqueólogo do IPC.</P><br />
<P>A prazo, &#8220;tudo vai estar completamente diferente: há um projeto de arquitetura finalizado, vai haver um espaço musealizado e uma estrutura de proteção, para evitar degradação por chuvas ou intempéries. Isto vai ter outra imagem&#8221;, diz.</P><br />
<P>O objetivo é enriquecer o roteiro de visita da Cidade Velha, com a preservação do património aliada ao usufruto dos residentes e ao turismo &#8212; motor da economia cabo-verdiana e em crescimento nos últimos anos, fruto do aumento de ligações aéreas com a Europa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789376]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: São Tomé/Eleições: Nito d&#8217;Abreu nega divisão na ADI e garante partido unido em torno da candidatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:05:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 15 jul 2026 (Lusa) &#8212; O candidato presidencial são-tomense Nito d&#8217;Abreu negou em entrevista à Lusa qualquer divisão na ADI, que garantiu estar unida em torno da candidatura, à exceção de &#8220;um grupinho&#8221; que tentou &#8220;uma rebelião&#8221;, sem sucesso.</P><br />
<P>O candidato apoiado pelo partido no poder, a Ação Democrática Independente (ADI), refuta a ideia de que qualquer divisão interna possa afetar a candidatura às presidenciais que se realizam no domingo, apesar de existir uma ala que se opõe ao líder Patrice Trovoada e apoia a candidatura do atual Presidente, Carlos Vila Nova.</P><br />
<P>&#8220;A ADI não está dividida. Está [mobilizada] em torno de uma candidatura que é a minha candidatura, [de] um militante que cresceu dentro do partido&#8221;, salientou, argumentando que existe apenas &#8220;um pequeno número de militantes, que tendem a criar rebelião interna&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E até pensavam, talvez, que tinham 30% ou 40% da militância. Mas, nos 15 dias, os últimos cenários até aqui, já tem estado a revelar que o militante do ADI manteve-se firme. (&#8230;) O atual líder é Patrice Trovoada. Então, logo caiu por terra essa questão&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Sobre a tensão política que se vive desde o início de 2025, quando o atual Presidente e recandidato, Carlos Vila Nova &#8211; alegando prolongadas ausências do país e deslealdade institucional -, exonerou o primeiro-ministro, Patrice Trovoada, líder da ADI, Nito d&#8217;Abreu fica-se por duas ideias principais.</P><br />
<P>Primeiro, a de que o próprio Nito d&#8217;Abreu foi um pilar para a eleição em 2021 de Carlos Vila Nova, então apoiado pela ADI. E, segundo, aponta o recandidato como um adversário político e não com um inimigo, sendo que prefere não fazer qualquer apreciação sobre o primeiro mandato de Vila Nova. E porquê? &#8220;Caso eu tiver que falar, possivelmente teria considerações que não são boas&#8221;, num momento em que se assiste a uma &#8220;usurpação do poder&#8221;, resumiu.</P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789375]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: São Tomé/Eleições: É urgente um plano nacional, o povo está cansado dos velhos rostos e velhas manias &#8212; Nito d&#8217;Abreu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 15 jul 2026 (Lusa) &#8212; O candidato a Presidente de São Tomé e Príncipe Nito d&#8217;Abreu defendeu, em entrevista à Lusa, a urgência de um plano nacional e avisou que o povo está cansado &#8220;dos velhos rostos&#8221; e de &#8220;velhas manias&#8221;.</P><br />
<P>O candidato apoiado pelo partido no poder, a Ação Democrática Independente (ADI), afirmou que o futuro Presidente, a ser eleito no próximo domingo, deve sentar-se à mesa com o Governo, com as outras instituições, para formular &#8220;um plano que possa elevar o país a atingir o desenvolvimento desejado&#8221;.</P><br />
<P>Nito d&#8217;Abreu sustenta que &#8220;São Tomé e Príncipe, enquanto Estado, distraiu-se muito&#8221; e o resultado está à vista: não existe uma &#8220;política forte que possa catapultar o setor económico&#8221;, razão pela qual necessita urgentemente de um plano &#8211; inclusivo, que envolva todos os parceiros, também internacionais, bem como todos os partidos políticos -, focado sobretudo na educação, saúde, setor energético e indústrias.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum Estado se faz sem um plano de 10, 20, 30, 50 anos. Ou mais. (&#8230;) E nós não temos um que diz [em] &#8216;dois, três, quatro anos queremos estar nessa posição&#8217;. Não temos. Eu, enquanto Presidente da República, o meu primeiro passo é este&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo dados do Banco Mundial, 13% dos pouco mais de 209 mil habitantes vive abaixo da linha de pobreza (três dólares/dia). O Produto Interno Bruto (PIB) real &#8216;per capita&#8217; estagnou e apenas 21% da população com 15 ou mais anos está empregada, o que pode explicar a crescente vaga migratória são-tomense nos últimos anos, face à falta de oportunidades no arquipélago.</P><br />
<P>Cerca de 18% da população são-tomense emigrou nos últimos anos e mais de metade para Portugal, com os últimos números das autoridades portuguesas a mostrarem que quadruplicou entre 2021 e 2025, para quase 47 mil pessoas, a maioria a concentrar-se na região de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Tocou aqui no aspeto de fuga das pessoas do país (&#8230;). São maioritariamente jovens, com menos de 30 anos. Este é o grande problema. E a visão que eu tenho é formação profissional. O mundo está muito focado em ter indivíduos formados em licenciatura, em doutoramento, em mestrado. São necessários, sim. Mas a questão de formação profissional é demasiado importante&#8221;, defendeu o também líder parlamentar da ADI.</P><br />
<P>As soluções, advogou, podem ser encontradas com investimento em áreas como a energia (também a renovável) e o turismo, cujo potencial é reconhecido, mas sem aproveitamento por quem é responsável por definir e desenvolver políticas nacionais.</P><br />
<P>Outro exemplo, enumerou, é a agricultura: &#8220;Temos terra, enfim, estamos no topo quase dos países de terra fértil. Não estamos a aproveitar esse setor&#8221;.</P><br />
<P>Ou seja, argumentou, é necessário &#8220;investimento, (&#8230;) parceiros que possam (&#8230;) ajudar nestes setores, [para] fazer diminuir esta fuga das pessoas, fuga da massa juvenil para o estrangeiro&#8221;.</P><br />
<P>A abstenção crescente preocupa-o. Afinal, a abstenção em 2018 não chegou aos 20% nas legislativas, mas nas últimas presidenciais já ultrapassava os 30%. &#8220;É um fenómeno que nos últimos tempos se tem assistido muito em São Tomé e Príncipe, porque o cidadão tem perdido a confiança na liderança&#8221;, apontou, explicando que os são-tomenses &#8220;têm demonstrado que estão cansados, não dos velhos rostos apenas, das velhas manias&#8221;.</P><br />
<P>Está confiante que, com a sua candidatura, &#8220;muitos vão sair de casa para votar&#8221;, sublinhando a sua juventude, mas também o facto de oferecer &#8220;uma prática diferente&#8221;.</P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789374]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Embaixador em Lisboa desdramatiza ausência do novo aiatola em público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** José Sousa Dias (texto), Miguel Lopes (foto) e Pedro Lapinha (vídeo) ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 15 jul 2026 (Lusa) &#8212; O embaixador do Irão em Lisboa desdramatizou hoje a ausência do novo líder supremo iraniano em público, a promessa de Mojtaba Khamenei vingar a morte do pai, responsabilizando os EUA pelo conflito entre Teerão e Washington.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, Majid Tafreshi sustentou que a promessa do novo aiatola foi feita num contexto associado ao fim das cerimónias fúnebres de Ali Khamenei, morto a 28 de fevereiro na sequência de bombardeamentos dos Estados Unidos e de Israel e cujas exéquias terminaram a 09 deste mês.</P><br />
<P>&#8220;O Irão está a seguir o que assinou [no acordo de cessar-fogo]. Esse valor islâmico é um valor da civilização, que quando se assina algo, tem de se obedecer. Os Estados Unidos muitas vezes ignoraram e corromperam aquilo com que concordaram&#8221;, argumentou o diplomata iraniano.</P><br />
<P>E é nessa base que Tafreshi considerou que se Mojtaba Khamenei ainda não apareceu em público desde que foi nomeado líder supremo do Irão, a 08 de março, tal se deve a &#8220;razões de segurança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isso é um problema de segurança. Os nossos inimigos estão a procurar encontrar pessoas inocentes. Como pode o nosso novo líder estar numa situação muito segura e sair? É um problema de segurança&#8221;, disse, realçando, contudo, que Mojtaba Khamenei &#8220;já aparece&#8221; em mensagens.</P><br />
<P>&#8220;Já apareceu. A comunidade internacional e os iranianos estão a receber as suas mensagens. Não são mensagens de [a plataforma] ChatGPT. Ele está a escrever. Mas tudo depende das questões de segurança. O importante é que está em funções, nomeou muitas pessoas para cargos políticos e judiciais. Está a fazer o seu trabalho. O que é importante para o nosso próprio povo é a sua segurança&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O diplomata iraniano insistiu, por outro lado, na soberania do Irão sobre o estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto das exportações mundiais de petróleo, considerando que as leis internacionais e o Direito Marítimo estão do lado de Teerão.</P><br />
<P>Questionado sobre quem está a violar o protocolo de acordo de cessar-fogo, assinado a 17 de junho, Tafreshi apontou o dedo aos Estados Unidos, &#8220;que adicionaram o estreito de Ormuz à guerra&#8221;, atacando &#8220;sem razão nenhuma&#8221; cerca de uma centena de navios iranianos &#8220;inocentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Devia perguntar sobre aqueles que estão a violar a paz e a segurança, não somente no território da Irão, mas também nas águas territoriais iranianas e ainda no estreio de Ormuz. Os Estados Unidos são a principal causa dessa violação. Eles afirmam que têm o direito de garantir uma passagem segura. [&#8230;] Os EUA são anti-internacionalistas, anti-oficiais, anti-soluções orientadas para a paz&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Tafreshi reivindicou que o Irão procura a paz, exemplificando que não atacou os países árabes nos últimos 200 anos, mesmo quando os países muçulmanos apoiaram o regime do antigo presidente iraquiano Saddam Hussein durante os oito anos de guerra (1980-88), admitindo que o faz agora, mas só ao atacar as bases militares que os Estados Unidos criaram &#8220;sem qualquer razão&#8221; na região.</P><br />
<P>&#8220;O que queremos é ver-nos livre dos estrangeiros. O Irão tem maturidade suficiente para manter a paz e a segurança em toda a região. Não precisamos de atores estrangeiros na nossa região&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Se os estrangeiros vierem, são muito bem-vindos, mas para investimento, para encorajar a paz e não para criar bases militares. O significado das bases militares e de um elevado orçamento de defesa na Europa é a guerra. Não se pode falar sobre um orçamento de defesa e não falar sobre o que é alimentar uma guerra&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Para Tafreshi, ninguém no Irão quer guerra, pelo que deve haver &#8220;uma verdadeira negociação com foco no compromisso com a paz&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Irão precisa de turistas, não de terroristas, precisa de investimentos, não de ataques e violações. Para isso, não é importante quem está no poder. É a filosofia de poder ter um país mais seguro e mais orientado para o bem-estar. O que precisamos é de paz e segurança&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Nesse sentido, o diplomata iraniano defendeu, sem fazer referência ao programa nuclear do país, que o Médio Oriente deve tornar-se uma &#8220;zona nuclear livre&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de uma zona nuclear livre no Médio Oriente, livre de armas químicas e biológicas, de armas químicas. As pequenas empresas podem fazer algo cem vezes mais do que há 20 anos, porque há mais tecnologia&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas encontram-se em todos os fóruns. Agora, no Campeonato do Mundo, as pessoas juntam-se e falam juntos. Não perguntam a nacionalidade nem em que acreditam. Gostarão de ver futebol, de ouvir música, ou de trabalhar juntos. Isso é importante. Se os políticos acreditam que são os verdadeiros representantes da sua própria nação, então devemos tentar minimizar o risco de tensão e criar cada vez mais compromissos&#8221; para a paz, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789373]]></sapo:autor>
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		<title>Economia chinesa regista crescimento mais baixo desde 2022 entre abril e junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 03:44:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia chinesa desacelerou para um crescimento homólogo de 4,3% entre abril e junho, o ritmo de crescimento mais lento desde o último trimestre de 2022, segundo dados divulgados hoje pelas autoridades chinesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A economia chinesa desacelerou para um crescimento homólogo de 4,3% entre abril e junho, o ritmo de crescimento mais lento desde o último trimestre de 2022, segundo dados divulgados hoje pelas autoridades chinesas.</P><br />
<P>O resultado vem depois da economia do país ter registado uma expansão de 5% no primeiro trimestre de 2026. Apesar da desaceleração, as exportações continuaram a apresentar um desempenho robusto, impulsionadas em parte pelo crescimento da inteligência artificial e pela forte procura mundial de veículos elétricos produzidos na China.</P><br />
<P>Segundo dados das alfândegas chinesas, as exportações aumentaram 17,6% no primeiro semestre face ao mesmo período do ano passado e aceleraram para 27% em junho.</P><br />
<P>Em contrapartida, o consumo interno e o investimento permaneceram fracos, limitando o impacto positivo das exportações sobre a atividade económica.</P><br />
<P>Para o conjunto de 2026, as autoridades chinesas fixaram uma meta de crescimento entre 4,5% e 5%, abaixo da expansão de 5% registada no ano passado.</P><br />
<P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu recentemente em alta a previsão para o crescimento da economia chinesa este ano, em 0,2 pontos percentuais, para 4,6%, mas prevê uma desaceleração para 4,1% em 2027.</P><br />
<P>Vários economistas consideram que o modelo de crescimento chinês se tornou cada vez mais desequilibrado, à medida que o forte apoio estatal e o investimento privado se concentram em setores estratégicos como a inteligência artificial, os semicondutores e a robótica, enquanto áreas como a indústria transformadora de menor valor acrescentado e os serviços intensivos em mão de obra continuam a perder dinamismo.</P><br />
<P>A rápida expansão da inteligência artificial e da robótica tem igualmente suscitado preocupações quanto à capacidade da economia para criar emprego suficiente e sustentar o crescimento no longo prazo.</P><br />
<P>&#8220;O modelo de crescimento da China tornou-se cada vez mais desequilibrado&#8221;, afirmou Eswar Prasad, professor de Economia e Política Comercial da Universidade de Cornell, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>Segundo o académico, as famílias chinesas continuam a restringir o consumo devido à prolongada crise do setor imobiliário e às incertezas em torno do emprego e dos salários.</P><br />
<P>Em sentido contrário, as exportações de produtos de alta tecnologia, como veículos elétricos, semicondutores e equipamentos eletrónicos, continuam a crescer rapidamente, apoiadas pelos incentivos públicos concedidos a setores considerados prioritários por Pequim.</P><br />
<P>Para Wei Li, responsável pelos investimentos da BNP Paribas Securities (China), a economia chinesa atravessa atualmente &#8220;uma transição significativa&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JPI //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789372]]></sapo:autor>
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		<title>Cuba começa restabelecimento de energia após terceiro apagão em 10 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 03:23:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cuba começou a restabelecer o sistema elétrico do país na terça-feira à noite, após uma terceira falha total em menos de dez dias, que volta a pôr à prova o quotidiano dos 9,6 milhões de habitantes da ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cuba começou a restabelecer o sistema elétrico do país na terça-feira à noite, após uma terceira falha total em menos de dez dias, que volta a pôr à prova o quotidiano dos 9,6 milhões de habitantes da ilha.</P><br />
<P>Cuba, que tem sido afetada pela escassez de combustível devido ao bloqueio petrolífero norte-americano, ficou novamente sem eletricidade devido a uma &#8220;oscilação&#8221; no sistema, provocada pela paragem súbita de uma central termoelétrica, o que gerou um desequilíbrio &#8220;abrupto&#8221; entre produção e consumo.</P><br />
<P>Na terça-feira à noite, cerca das 20:00 locais (02:00, hora de Lisboa), apenas 11,5% dos lares de Havana, cerca de 1,7 milhões de habitantes, tinham eletricidade, informou a União Elétrica de Cuba (UNE).</P><br />
<P>Foi a terceira falha geral desde o início de julho e a quinta desde o começo do ano. As duas anteriores ocorreram na semana passada e demoraram mais de 24 horas a serem resolvidas, apesar de os cortes prolongados serem quase permanentes devido à baixa produção.</P><br />
<P>&#8220;Não tenho palavras&#8221;, lamentou à agência France-Presse (AFP) Maria Caridad Alvarez, dona de casa de 62 anos. &#8220;Quando acordei de manhã, a luz tinha voltado e consegui cozinhar feijão, mas agora que saio, já voltou a faltar. Parece que não há solução&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A crise energética está &#8220;a matar o entusiasmo de viver&#8221;, testemunhou a sexagenária.</P><br />
<P>David Matias Rodriguez, reformado de 82 anos, disse estar preocupado com &#8220;as três pequenas coisas&#8221; que guarda no frigorífico.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, os cortes chegaram a durar mais de 30 horas seguidas em Havana e vários dias nas províncias, apesar de um programa de construção de parques solares iniciado há dois anos.</P><br />
<P>Habitantes de zonas mais afetadas têm manifestado regularmente a sua frustração, incendiando montes de lixo ou batendo em panelas.</P><br />
<P>Em crise económica há cinco anos, Cuba sofre cortes frequentes devido à idade avançada das infraestruturas e à falta de combustível. A situação agravou-se desde que Washington bloqueou entregas de combustível para grupos geradores, que complementam a produção das sete centrais termoelétricas envelhecidas.</P><br />
<P>&#8220;Esta situação deve-se principalmente ao estado do nosso sistema elétrico, agravado pelas decisões dos Estados Unidos&#8221;, afirmou terça-feira o ministro da Energia e Minas, Vicente de la O Levy. </P><br />
<P>&#8220;É praticamente uma guerra que vivemos&#8221;, disse, sublinhando a &#8220;ausência total de combustível&#8221; e a impossibilidade de obter peças de substituição para as centrais.</P><br />
<P>Segundo a UNE, a escassez de combustível torna a rede mais vulnerável a falhas e atrasa os trabalhos de restabelecimento, ao impedir o uso de geradores de emergência.</P><br />
<P>Desde janeiro, Washington apenas autorizou a chegada, em março, de um navio russo com 100.000 toneladas de crude, reservas entretanto esgotadas.</P><br />
<P>As relações entre EUA e Cuba deterioraram-se desde o início do ano, sobretudo após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, aliado de Havana.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, considera a ilha comunista, situada a 150 quilómetros da Florida, &#8220;uma ameaça extraordinária&#8221; à segurança nacional dos EUA e já advertiu várias vezes que poderá &#8220;tomar o controlo&#8221; de Cuba.</P><br />
<P>Os dois países mantêm negociações difíceis. No final de junho, o ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodriguez, reconheceu que não havia &#8220;qualquer progresso&#8221; nas conversações em curso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789371]]></sapo:autor>
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		<title>Tríade de Hong Kong suspeita de ataque a analista japonês em Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 03:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Taiwan afirmaram na terça-feira que vão investigar qualquer suspeita de "repressão transnacional", após notícias avançarem que a agressão contra um comentador político japonês poderá ter envolvido membros de uma tríade de Hong Kong.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Taiwan afirmaram na terça-feira que vão investigar qualquer suspeita de &#8220;repressão transnacional&#8221;, após notícias avançarem que a agressão contra um comentador político japonês poderá ter envolvido membros de uma tríade de Hong Kong.</P><br />
<P>As declarações surgem depois de a revista taiwanesa Mirror Media ter noticiado que o ataque teria sido orquestrado por elementos da organização criminosa Wo Shing Wo, sediada em Hong Kong, com o suspeito a receber instruções do estrangeiro.</P><br />
<P>Segundo a agência central taiwanesa CNA, a porta-voz da Presidência de Taiwan, Karen Kuo, disse que o caso continua sob investigação por procuradores e polícia.</P><br />
<P>&#8220;O Governo leva muito a sério qualquer repressão transnacional levada a cabo por grupos autoritários contra vozes dissidentes em todo o mundo&#8221;, afirmou Kuo na terça-feira, acrescentando que as autoridades apoiam uma investigação completa e trabalham com países afins para combater crimes transfronteiriços.</P><br />
<P>&#8220;Taiwan, como sociedade democrática regida pelo Estado de direito, nunca tolerará que forças autoritárias estrangeiras utilizem gangues, violência ou intimidação para oprimir ou atacar quem valoriza a liberdade e a democracia&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Kuo acrescentou que todos os envolvidos serão investigados e processados de acordo com a lei, incluindo autores, mandantes e quem tenha fornecido informações ou apoio para facilitar tais crimes.</P><br />
<P>Yaita, o diretor executivo do Indo-Pacific Strategy Thinktank em Taipé, foi agredido no rosto por um homem de Hong Kong após uma palestra num hotel na cidade taiwanesa de Taichung, a 07 de julho. </P><br />
<P>O analista é natural do Japão, ex-jornalista e detentor da cidadania da República da China (Taiwan).</P><br />
<P>A polícia deteve o suspeito, de apelido Liu, nesse mesmo dia no aeroporto internacional de Taichung, quando tentava deixar Taiwan.</P><br />
<P>O Conselho para os Assuntos do Continente descreveu o caso como a primeira suspeita de repressão transnacional em Taiwan desde que a República Popular da China implementou, a 01 de julho, uma Lei de Promoção da Unidade Étnica e Progresso.</P><br />
<P>A legislação estabelece que a unidade étnica deve ser promovida por todos os órgãos governamentais e empresas privadas, incluindo governos locais e organizações afiliadas ao Estado, com a Amnistia Internacional a afirmar que poderá ser usado para justificar a repressão transnacional contra cidadãos e ativistas no exterior.</P><br />
<P>Os procuradores taiwaneses, contudo, não divulgaram provas que liguem a agressão à legislação ou a outras organizações.</P><br />
<P>Taiwan, uma democracia autogovernada reclamada por Pequim, mantém profundos laços culturais e históricos com a China.</P><br />
<P>Pequim considera o Governo do Partido Democrático Progressista (DPP) de Taiwan como &#8220;separatista&#8221; e cortou os contactos oficiais em 2016, após a reeleição da Presidente Tsai Ing-wen.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789370]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Estados Unidos restabelecem bloqueio a portos iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 02:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As forças armadas dos Estados Unidos restabeleceram hoje o bloqueio aos portos iranianos devido a ataques de Teerão contra navios que tentavam atravessar o estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças armadas dos Estados Unidos restabeleceram hoje o bloqueio aos portos iranianos devido a ataques de Teerão contra navios que tentavam atravessar o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA anunciou ter realizado uma nova vaga de ataques a várias áreas no Irão na terça-feira antes de restabelecer o bloqueio durante a madrugada, com sirenes de alerta de mísseis a soar no Bahrein e no Kuwait perante ataques iranianos, uma ocorrência diária que pressiona ainda mais o cessar-fogo.</P><br />
<P>Poucas horas depois, os media estatais iranianos relataram trocas de tiros no estreito, com o almirante norte-americano Brad Cooper, chefe do Comando Central, a afirmar que o Irão lançou dezenas de mísseis e drones contra países árabes vizinhos.</P><br />
<P>&#8220;Os EUA estão a responsabilizar o Irão por agressões injustificadas que continuam a pôr em risco vidas inocentes&#8221;, disse Cooper.</P><br />
<P>Há pelo menos 19 navios de guerra norte-americanos no mar Arábico, incluindo dois porta-aviões e um navio de assalto anfíbio com mais de mil fuzileiros a bordo. O Comando Central referiu ainda que &#8220;centenas de aeronaves militares operam em todo o Médio Oriente&#8221;.</P><br />
<P>Dias de ataques retaliatórios no Médio Oriente por parte do Irão e a disputa entre ambos os países pelo controlo do estreito de Ormuz ameaçam empurrar a região de novo para uma guerra em larga escala.</P><br />
<P>Os EUA tinham imposto um bloqueio do estreito em meados de abril, levantando-o em junho, um dia após a assinatura do acordo provisório que previa 60 dias de negociações sobre questões como o programa nuclear iraniano. As conversações, porém, estagnaram com o agravamento dos combates pelo estreito.</P><br />
<P>Ao anunciar o regresso do bloqueio na segunda-feira, o Presidente Donald Trump disse que iria impor uma taxa de 20% aos navios que atravessassem o estreito, mas abandonou a ideia horas depois, alegando pedidos de aliados do Golfo Pérsico.</P><br />
<P>Trump declarou depois ter sido contactado por &#8220;reis e emires&#8221; da região, que propuseram investir &#8220;milhares de milhões de dólares&#8221; nos EUA em vez de pagar taxas de passagem.</P><br />
<P>&#8220;Prefiro esse arranjo a cobrar portagens, porque não acho que alguém deva poder cobrar uma taxa pelo estreito&#8221;, disse.</P><br />
<P>O plano de cobrar taxas teria representado uma mudança na política norte-americana e uma rutura com a promessa de manter o estreito aberto sem portagens.</P><br />
<P>Trump disse ainda à emissora Fox News que novos ataques contra o Irão ocorreriam nos próximos dias, podendo atingir pontes e centrais elétricas já na próxima semana, caso não retomem as negociações.</P><br />
<P>O acordo provisório previa passagem gratuita pelo estreito durante 60 dias, mas deixou em aberto o futuro, com Teerão a afirmar ter direito a gerir o tráfego e cobrar taxas, posição contestada por Washington.</P><br />
<P>O preço do barril de Brent chegou a ultrapassar os 87 dólares (cerca de 74 euros) terça-feira, ainda abaixo dos quase 120 dólares (102 euros) registados no auge da guerra, mas caiu para 78 dólares (66 euros) após o anúncio de Trump.</P><br />
<P>Mediadores regionais, liderados pelo Paquistão, continuam a tentar reativar o cessar-fogo, com delegações do Líbano e de Israel a reunir-se terça-feira em Roma, enquanto prosseguem negociações mediadas pelos EUA.</P><br />
<P>Após o início da guerra, o Hezbollah juntou-se ao conflito em apoio ao Irão, atacando Israel, que respondeu com uma invasão terrestre ao sul do Líbano. </P><br />
<P>No mês passado, Líbano e Israel anunciaram um &#8220;acordo-quadro&#8221; para a retirada das forças israelitas em troca do desarmamento do Hezbollah, mas a implementação está bloqueada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789369]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Bolívia investiga recrutamentos fraudulentos para o exército russo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 01:37:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Bolívia anunciou estar a investigar possíveis recrutamentos de homens pelo exército russo para combater na Ucrânia, através de falsas ofertas de emprego.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público da Bolívia anunciou estar a investigar possíveis recrutamentos de homens pelo exército russo para combater na Ucrânia, através de falsas ofertas de emprego.</P><br />
<P>Nos últimos dias, vídeos divulgados nas redes sociais mostram bolivianos com uniforme militar russo destacados em zonas de conflito.</P><br />
<P>&#8220;Já está em curso uma investigação&#8221;, declarou na terça-feira à imprensa o procurador-geral da Bolívia, Roger Mariaca.</P><br />
<P>&#8220;O Ministério Público especializado em tráfico e contrabando de seres humanos está a trabalhar&#8221;, disse, acrescentando que foram feitos pedidos de &#8220;cooperação internacional&#8221;.</P><br />
<P>As diligências concentram-se, em particular, no caso de José Maria Soleto, de 29 anos. </P><br />
<P>Numa gravação, Soleto relatou a sua vida em cenário de guerra com o primo e duas outras pessoas aparentemente oriundas do Peru e da Colômbia, países que também investigam possíveis recrutamentos fraudulentos de nacionais.</P><br />
<P>&#8220;O nosso quotidiano é pura adrenalina&#8221;, pode ouvir-se Soleto dizer no vídeo.</P><br />
<P>A esposa afirmou terça-feira que Soleto teria morrido. Vendedor de empanadas na Bolívia, teria deixado o país com a promessa de ganhar &#8220;16 mil dólares [14 mil euros]&#8221;.</P><br />
<P>Em maio, a embaixada da Rússia no Peru reconheceu, em comunicado, que cidadãos peruanos tinham assinado contratos para integrar as forças armadas russas, mas garantiu que se tratava de compromissos voluntários.</P><br />
<P>O Serviço de Informações Externas da Ucrânia (SZR) revelou que Moscovo planeia aumentar o número de recrutas estrangeiros de 16.000 para 18.500, geralmente trazidos para a Rússia como migrantes laborais.</P><br />
<P>Segundo a agência, Moscovo não interrompeu esta prática apesar dos protestos de parceiros estrangeiros. Os candidatos são frequentemente atraídos por promessas de trabalho bem remunerado, mas ao chegar são informados de que assinaram pessoalmente um contrato com o Ministério da Defesa russo.</P><br />
<P>O SZR denunciou ainda que o serviço de migração russo e órgãos policiais recorrem a chantagem e intimidação contra migrantes laborais, na sua maioria oriundos da Ásia Central, para os forçar a assinar contratos. Em alguns casos, o incentivo oferecido é um caminho simplificado para a cidadania russa após um período de serviço militar.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789368]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Corrupção nacional gera consenso entre candidatos presidenciais de São Tomé e Príncipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 01:28:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os quatro candidatos a Presidente de São Tomé e Príncipe expressaram esta terça-feira à noite consenso sobre o efeito devastador da corrupção no país, no primeiro e único debate previsto nas eleições agendadas para domingo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 15 jul 2026 (Lusa) &#8212; Os quatro candidatos a Presidente de São Tomé e Príncipe expressaram esta terça-feira à noite consenso sobre o efeito devastador da corrupção no país, no primeiro e único debate previsto nas eleições agendadas para domingo.</P><br />
<P>Quando Nito d&#8217;Abreu afirmou que a corrupção em São Tomé e Príncipe &#8220;é a maior catástrofe que o país tem vivido neste meio século [de independência]&#8221; e que o estado da Justiça afasta qualquer investimento na economia, já o atual Presidente, Carlos Vila Nova, lembrara que ninguém coloca  dinheiro no país se os tribunais não funcionarem, tendo acabado uma das intervenções a defender que é preciso &#8220;fazer da Justiça uma causa nacional&#8221;. </P><br />
<P>Já o jurista Eugénio Tiny falou numa &#8220;ferida cancerosa que está a destruir o país&#8221;, argumentando que só pode existir uma Justiça forte se existir uma economia saudável.</P><br />
<P>Por sua vez, o advogado Miques João, denunciou existir uma &#8220;ingerência dos políticos nos tribunais&#8221; e lamentou o &#8220;flagelo nacional que é a corrupção&#8221;.</P><br />
<P>No debate que durou mais de duas horas na Televisão São-Tomense (TVS), a cinco dias das eleições e a cerca de três meses das legislativas, todos os quatro candidatos garantiram que, uma vez eleitos, respeitariam os resultados das urnas, prometendo uma coabitação institucional com o Governo que sair da vontade popular, sublinhando que o chefe de Estado não governa, mas que pode influenciar as políticas governativas.</P><br />
<P>Carlos Vila, que não conta agora com o apoio Ação Democrática Independente (ADI), recandidata-se suportado por uma plataforma da oposição, que incluiu o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), o Movimento Basta, a União para Democracia e Desenvolvimento (UDD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM), Partido de Convergência Democrática (PCD) e Partido Nossa Terra. Mas também de uma ala dissidente da ADI.</P><br />
<P>Nito d&#8217;Abreu, líder parlamentar da ADI, é o candidato oficial, apoiado pela fação leal ao presidente do partido, Patrice Trovoada, cujo Governo foi demitido em janeiro de 2025 pelo chefe de Estado, Carlos Vila Nova. </P><br />
<P>Tem o apoio de uma plataforma eleitoral que inclui também o Movimento de Cidadãos Independentes &#8212; Partido Socialista (MCI &#8211; Partido Socialista), Partido de Unidade Nacional (PUN) e Movimento Verde para o Desenvolvimento do Príncipe (MVDP).</P><br />
<P>Eugénio Andrade é o mais veterano dos candidatos e um dos dois candidatos sem apoios partidários conhecidos. Foi vice-presidente da Assembleia Nacional e cofundador do Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM).</P><br />
<P>Miques João é o mais jovem dos candidatos, com 41 anos. Foi suspenso pela Ordem dos Advogados, após várias acusações não consubstanciadas feitas contra membros da classe política e judiciária. </P><br />
<P>Em maio de 2025 foi preso preventivamente após ser acusado de abuso sexual de uma menor &#8212; o que classificou de cabala política -, mas foi libertado em agosto do mesmo ano e aguarda agora o desenrolar do processo em liberdade. Volta a não contar com qualquer apoio partidário. </P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho, mas Jorge Bom Jesus anunciou a sua desistência, ainda que já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789367]]></sapo:autor>
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		<title>México pede a procuradores-gerais EUA que investiguem mortes ligadas ao ICE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 01:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O México pediu formalmente aos procuradores-gerais estaduais dos EUA que investiguem criminalmente casos de migrantes que morreram sob custódia do Serviço de Controlo de Imigração e Alfândegas (ICE) ou durante operações da agência, anunciou o Governo mexicano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O México pediu formalmente aos procuradores-gerais estaduais dos EUA que investiguem criminalmente casos de migrantes que morreram sob custódia do Serviço de Controlo de Imigração e Alfândegas (ICE) ou durante operações da agência, anunciou o Governo mexicano.</P><br />
<P>O pedido surge após a morte do imigrante mexicano Lorenzo Salgado Araujo, baleado por um agente do ICE em Houston. </P><br />
<P>Desde o início do segundo mandato do Presidente norte-americano, Donald Trump, 17 migrantes mexicanos morreram em ações de aplicação da lei migratória &#8212; 14 sob custódia do ICE e três em operações da agência.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros mexicano já tinha indicado que faria o pedido, formalizado esta terça-feira, e acrescentou que uma solicitação semelhante será enviada ao Departamento de Justiça dos EUA. Washington não está legalmente obrigado a agir sobre estes pedidos.</P><br />
<P>O Governo mexicano informou ainda que começou a enviar cartas a centros de detenção norte-americanos onde morreram migrantes mexicanos, exigindo que &#8220;cessem imediatamente as ações ou omissões que resultaram nestas mortes, como impedir o acesso a cuidados médicos rápidos e adequados, bem como a aplicação de políticas incompatíveis com normas médicas e penitenciárias&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro centro a receber a carta foi o de Adelanto, na Califórnia, onde morreram quatro migrantes mexicanos. </P><br />
<P>Segundo a diplomacia mexicana, estas cartas são um primeiro passo para &#8220;a eventual apresentação de ações civis&#8221; contra as empresas que operam os centros de detenção, com o objetivo de travar violações de direitos humanos.</P><br />
<P>Na semana passada, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Roberto Velasco, afirmou que o México iria dirigir-se diretamente às autoridades norte-americanas para solicitar investigações criminais em casos de mexicanos mortos sob custódia do ICE ou em operações da agência.</P><br />
<P>Salgado Araujo, sem antecedentes criminais e residente nos EUA há 35 anos, foi baleado na última terça-feira quando conduzia a sua equipa de construção para um local de trabalho em Houston. </P><br />
<P>A sua morte desencadeou protestos na cidade e pedidos de investigação independente por parte de democratas e da família.</P><br />
<P>O Departamento de Segurança Interna, que supervisiona o ICE, afirmou que o homem de 52 anos embateu contra um veículo da agência e que um agente federal disparou em legítima defesa.</P><br />
<P>Velasco enviou também uma carta a Volker Türk, alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, pedindo que as autoridades norte-americanas recolham informação sobre as mortes de migrantes mexicanos sob custódia do ICE e analisem a &#8220;compatibilidade destes acontecimentos com as obrigações internacionais em matéria de direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>O ministro solicitou ainda a Türk que peça a opinião do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre os casos e formule recomendações.</P><br />
<P>Os desenvolvimentos representam uma escalada na resposta da Presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, à repressão migratória de Trump. </P><br />
<P>No início do ano, Sheinbaum ordenou às missões diplomáticas do México nos EUA que verificassem regularmente a situação dos detidos pelo ICE e o seu governo apresentou inclusive uma queixa a Türk.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789366]]></sapo:autor>
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		<title>Canadá quer assinar acordo com Mercosul antes do fim de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 01:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá quer concluir um acordo comercial com o Mercosul antes do final do ano, com o objetivo de diversificar parceiros além dos Estados Unidos, declarou a ministra dos Negócios Estrangeiros, Anita Anand, durante uma visita ao Brasil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Canadá quer concluir um acordo comercial com o Mercosul antes do final do ano, com o objetivo de diversificar parceiros além dos Estados Unidos, declarou a ministra dos Negócios Estrangeiros, Anita Anand, durante uma visita ao Brasil.</P><br />
<P>&#8220;Concordámos em intensificar as negociações de livre comércio com vista à sua conclusão através de um acordo de impacto comercial significativo o mais cedo possível e, idealmente, antes do final de 2026&#8221;, afirmou Anand após um encontro em São Paulo com o homólogo brasileiro, Mauro Vieira, na terça-feira.</P><br />
<P>&#8220;Vamos duplicar os acordos comerciais não-americanos nas próximas décadas&#8221;, acrescentou a ministra.</P><br />
<P>Em 2025, em plena ofensiva tarifária dos Estados Unidos, o Canadá e os países do Mercosul (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai) retomaram negociações após vários anos de impasse.</P><br />
<P>&#8220;Já realizámos seis rondas de negociações que avançam muito bem, faltam ainda alguns detalhes a resolver&#8221;, disse Mauro Vieira.</P><br />
<P>Anita Anand reconheceu, no entanto, que um eventual acordo comercial com o Mercosul suscita &#8220;preocupações&#8221; no setor agrícola canadiano.</P><br />
<P>A assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE) tinha sido adiada durante vários anos devido à contestação dos agricultores europeus, receosos da chegada de produtos sul-americanos mais baratos e sujeitos a regras sanitárias mais flexíveis.</P><br />
<P>O pacto acabou por ser assinado em janeiro e entrou em vigor de forma provisória em maio, aguardando ratificação pela UE.</P><br />
<P>Este mês o Mercosul também iniciou negociações para um Acordo de Parceria Económica e livre comércio com o Japão, que representa um novo passo na expansão do bloco para os mercados asiáticos.</P></p>
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		<title>São Tomé/Eleições: Corrupção nacional gera consenso entre candidatos presidenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 00:10:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 15 jul 2026 (Lusa) &#8212; Os quatro candidatos a Presidente de São Tomé e Príncipe expressaram esta terça-feira à noite consenso sobre o efeito devastador da corrupção no país, no primeiro e único debate previsto nas eleições agendadas para domingo.</P><br />
<P>Quando Nito d&#8217;Abreu afirmou que a corrupção em São Tomé e Príncipe &#8220;é a maior catástrofe que o país tem vivido neste meio século [de independência]&#8221; e que o estado da Justiça afasta qualquer investimento na economia, já o atual Presidente, Carlos Vila Nova, lembrara que ninguém coloca  dinheiro no país se os tribunais não funcionarem, tendo acabado uma das intervenções a defender que é preciso &#8220;fazer da Justiça uma causa nacional&#8221;. </P><br />
<P>Já o jurista Eugénio Tiny falou numa &#8220;ferida cancerosa que está a destruir o país&#8221;, argumentando que só pode existir uma Justiça forte se existir uma economia saudável.</P><br />
<P>Por sua vez, o advogado Miques João, denunciou existir uma &#8220;ingerência dos políticos nos tribunais&#8221; e lamentou o &#8220;flagelo nacional que é a corrupção&#8221;.</P><br />
<P>No debate que durou mais de duas horas na Televisão São-Tomense (TVS), a cinco dias das eleições e a cerca de três meses das legislativas, todos os quatro candidatos garantiram que, uma vez eleitos, respeitariam os resultados das urnas, prometendo uma coabitação institucional com o Governo que sair da vontade popular, sublinhando que o chefe de Estado não governa, mas que pode influenciar as políticas governativas.</P><br />
<P>Carlos Vila, que não conta agora com o apoio Ação Democrática Independente (ADI), recandidata-se suportado por uma plataforma da oposição, que incluiu o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), o Movimento Basta, a União para Democracia e Desenvolvimento (UDD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM), Partido de Convergência Democrática (PCD) e Partido Nossa Terra. Mas também de uma ala dissidente da ADI.</P><br />
<P>Nito d&#8217;Abreu, líder parlamentar da ADI, é o candidato oficial, apoiado pela fação leal ao presidente do partido, Patrice Trovoada, cujo Governo foi demitido em janeiro de 2025 pelo chefe de Estado, Carlos Vila Nova. </P><br />
<P>Tem o apoio de uma plataforma eleitoral que inclui também o Movimento de Cidadãos Independentes &#8212; Partido Socialista (MCI &#8211; Partido Socialista), Partido de Unidade Nacional (PUN) e Movimento Verde para o Desenvolvimento do Príncipe (MVDP).</P><br />
<P>Eugénio Andrade é o mais veterano dos candidatos e um dos dois candidatos sem apoios partidários conhecidos. Foi vice-presidente da Assembleia Nacional e cofundador do Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM).</P><br />
<P>Miques João é o mais jovem dos candidatos, com 41 anos. Foi suspenso pela Ordem dos Advogados, após várias acusações não consubstanciadas feitas contra membros da classe política e judiciária. </P><br />
<P>Em maio de 2025 foi preso preventivamente após ser acusado de abuso sexual de uma menor &#8212; o que classificou de cabala política -, mas foi libertado em agosto do mesmo ano e aguarda agora o desenrolar do processo em liberdade. Volta a não contar com qualquer apoio partidário. </P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho, mas Jorge Bom Jesus anunciou a sua desistência, ainda que já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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