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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Jun 2026 09:01:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>ENTREVISTA: Vera Jardim preocupado com aumento de casos de discrminação religiosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 09:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, mostrou-se hoje preocupado com casos de discriminação na sociedade portuguesa com base na religião, particularmente em questões de antissemitismo, contra o islamismo ou contra imigrantes de outras religiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, mostrou-se hoje preocupado com casos de discriminação na sociedade portuguesa com base na religião, particularmente em questões de antissemitismo, contra o islamismo ou contra imigrantes de outras religiões.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa por ocasião dos 25 anos da Lei da Liberdade Religiosa, que se celebra na segunda-feira com uma cerimónia na Presidência da República, Vera Jardim, que foi também o autor do diploma, admitiu que muito mudou em Portugal e que se vive &#8220;um ambiente muito polarizado&#8221;, no que respeita à religião.</P><br />
<P>Em relação a 2001, &#8220;há diferenças para melhor, na medida em que a lei e o clima que se instalou em Portugal a partir da lei&#8221; facilitou o &#8220;diálogo inter-religioso, de compreensão inter-religiosa e de tolerância&#8221;, mas o &#8220;mundo mudou e o país também. É difícil excecionarmo-nos disso, não é?&#8221;</P><br />
<P>Hoje, &#8220;é evidente que a sociedade está mais polarizada em torno de várias questões e a religião e os movimentos religiosos também não escapam a isso&#8221;, disse. </P><br />
<P>&#8220;Em Portugal não há propriamente perseguição religiosa, nós não temos queixas de propriamente perseguição, mas temos queixa de discriminação e de alguns atos que, digamos, na altura não existiam&#8221;, salientou Vera Jardim. </P><br />
<P>&#8220;Só para dar um exemplo recente, a pichagem da sinagoga em Lisboa, era uma coisa que não existia&#8221;, um sinal que &#8220;alguma má vontade em relação ao Estado de Israel também se traduz por vezes em atos que são atos de antissemitismo, no sentido de violadores da liberdade religiosa, visto que pichar uma sinagoga atinge diretamente a liberdade dos crentes, que ficam intimidados&#8221;, observou. </P><br />
<P>No que respeita à religião islâmica, &#8220;temos tido várias queixas de discriminação, de insulto e, até de certo modo, de tentativa de exclusão do espaço público do Islão e das suas práticas&#8221; em Portugal, sublinhou Vera Jardim, admitindo que o país segue tendências de outros locais.</P><br />
<P>&#8220;Houve mudanças que ocorreram um pouco por todo o mundo, com alguma acentuação em alguns países europeus&#8221;, em que se insiste no uso da religião como forma de atacar estrangeiros de outras crenças. </P><br />
<P>O combate a este discurso contra algumas religiões só pode ser ganho através da educação, defendeu Vera Jardim. </P><br />
<P>&#8220;É através da educação, não vejo outra maneira, porque não é com proibições que esse discurso se resolve&#8221;, afirmou o antigo ministro da Justiça. </P><br />
<P>&#8220;Só com a educação da tolerância e do respeito de uns pelos outros, quer entre pessoas, quer entre comunidades&#8221;, resumiu Vera Jardim. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779324]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Governos usam cristianismo como arma mesmo contra a vontade dos líderes religiosos &#8212; Vera Jardim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 09:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, lamentou hoje que governos utilizem a religião cristã como uma arma política para atacar imigrantes e minorias, mesmo contra a vontade dos líderes religiosos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, lamentou hoje que governos utilizem a religião cristã como uma arma política para atacar imigrantes e minorias, mesmo contra a vontade dos líderes religiosos.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa por ocasião dos 25 anos da Lei da Liberdade Religiosa, que se celebra na segunda-feira com uma cerimónia na Presidência da República, Vera Jardim, que foi também o autor do diploma, salientou que a religião tem sido &#8220;usada por governos e por partidos no poder como uma arma, digamos, de arremesso contra, sobretudo, a imigração de outro tipo de civilizações ou de religiões&#8221;. </P><br />
<P>Hoje, a &#8220;Europa tem uma política de contenção da imigração que não sendo dirigida propriamente à religião&#8221;, acaba por visar fiéis de outras crenças, em particular do Islão, que &#8220;é uma religião de muitos dos imigrantes que aportam às portas&#8221; do continente.</P><br />
<P>&#8220;O ambiente social na Europa e também em Portugal mudou&#8221; e a &#8220;religião é uma arma na medida em que há políticos que defendem que a religião cristã é a base das suas sociedades&#8221; ideais. </P><br />
<P>Para Vera Jardim, &#8220;já uma captura do discurso cristão por motivos que não são religiosos&#8221;, mas que usam &#8220;a religião como uma arma política&#8221; contra os estrangeiros. </P><br />
<P>O cristianismo é invocado para &#8220;manter uma coesão nacional na base precisamente da religião&#8221; e isso não tem apoio da Igreja Católica, considerou, salientando que &#8220;isso foi visível, por exemplo, não só nas palavras do Papa em Espanha, mas da própria Igreja espanhola&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E em Portugal tenho visto a hierarquia da Igreja Católica a falar contra&#8221; o uso da religião como uma arma de arremesso, defendendo um &#8220;princípio de tolerância e de respeito pelo próximo, que é também refletido nos discursos dos dois últimos Papas&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779323]]></sapo:autor>
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		<title>AVC: o sintoma aparentemente inofensivo que muitos ignoram e que pode esconder uma emergência médica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 09:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se fala em acidente vascular cerebral (AVC), a maioria das pessoas associa imediatamente a condição a sintomas como dificuldade em falar, fraqueza num braço, assimetria facial ou perda súbita de equilíbrio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em acidente vascular cerebral (AVC), a maioria das pessoas associa imediatamente a condição a sintomas como dificuldade em falar, fraqueza num braço, assimetria facial ou perda súbita de equilíbrio. No entanto, especialistas alertam que existem sinais menos conhecidos que também podem indicar um AVC, incluindo um sintoma aparentemente banal e frequentemente desvalorizado: os soluços persistentes.</p>
<p>Especialistas em cirurgia vascular e neurologia explicam ao HuffPost que, embora os soluços sejam geralmente inofensivos e estejam habitualmente associados a fatores como comer demasiado depressa, ingerir bebidas gaseificadas ou alterações bruscas após as refeições, em situações raras podem estar relacionados com um AVC que afeta determinadas áreas do cérebro.</p>
<p>De acordo com o cirurgião vascular Christopher Yi, do MemorialCare Orange Coast Medical Center, na Califórnia, os soluços resultam de contrações involuntárias do diafragma controladas por um circuito reflexo que envolve o tronco cerebral, particularmente a medula oblonga. “Os soluços são causados por contrações involuntárias do diafragma, coordenadas por um arco reflexo que envolve o tronco cerebral, particularmente a medula”, explicou. O especialista acrescentou que, em casos raros, um AVC que afete esta região — especialmente um AVC medular lateral, também conhecido como síndrome de Wallenberg — pode interferir nesse mecanismo e desencadear soluços persistentes.</p>
<p>A mesma explicação é partilhada por Adeel Popalzai, neurologista vascular e diretor do programa de AVC do Pomona Valley Hospital Medical Center. Segundo o médico, “em casos raros, os soluços podem estar ligados a um AVC, especificamente a um AVC que afeta o tronco cerebral”. O especialista sublinhou que esta área do cérebro desempenha um papel importante no reflexo dos soluços e que uma lesão provocada por um AVC pode originar episódios persistentes e difíceis de controlar. “Quando um AVC afeta esta área, pode causar soluços persistentes e incontroláveis que não respondem aos remédios habituais”, referiu.</p>
<p>Os especialistas salientam, contudo, que a presença isolada de soluços não deve ser interpretada como um sinal de AVC. “É importante lembrar que os soluços, por si só, quase nunca são um AVC, mas soluços persistentes acompanhados de outros sintomas podem constituir um sinal de alerta”, frisou Popalzai. Christopher Yi acrescenta que estes casos foram documentados sobretudo em AVC da circulação posterior, que afetam a região posterior do cérebro e que nem sempre provocam sintomas clássicos como a fraqueza de um lado do corpo. Por essa razão, os soluços persistentes podem surgir como uma das pistas mais evidentes da ocorrência de um problema neurológico.</p>
<p>Além dos soluços, os especialistas alertam para vários sintomas frequentemente ignorados pela população. Segundo Popalzai, muitos dos AVC mais perigosos podem manifestar-se através de sinais discretos e pouco associados à doença. “Muitas pessoas esperam que um AVC seja algo dramático, mas alguns dos AVC mais perigosos — especialmente os que ocorrem na parte posterior do cérebro — podem apresentar sintomas subtis ou enganosos”, avisou. Entre esses sinais encontram-se tonturas súbitas, vertigens, sensação de rotação, dificuldades em caminhar, perda de equilíbrio ou coordenação, visão dupla, dificuldade em focar, perda parcial do campo visual, dificuldade em engolir, dores de cabeça súbitas e intensas, náuseas, vómitos, confusão repentina e dificuldades de compreensão.</p>
<p>Os médicos recomendam especial atenção quando os soluços persistem durante mais de 48 horas ou surgem acompanhados de sintomas neurológicos. Christopher Yi defende que os doentes devem procurar avaliação médica “quando persistem por mais de 48 horas, se tornam graves ou perturbadores ou ocorrem em conjunto com sintomas neurológicos”. Já Popalzai aconselha a procurar ajuda imediata perante sinais súbitos e invulgares, sobretudo em pessoas com fatores de risco como hipertensão arterial, diabetes, doenças cardíacas, tabagismo ou antecedentes de AVC. “Quando os sintomas são súbitos e invulgares, é sempre melhor agir com precaução e procurar assistência médica”, afirmou.</p>
<p>Os especialistas recordam que a rapidez no tratamento continua a ser um dos fatores mais importantes para melhorar o prognóstico dos doentes. “Quando os soluços surgem subitamente juntamente com qualquer um destes sinais neurológicos, a situação deve ser tratada como uma potencial emergência de AVC e exige assistência médica imediata, uma vez que a intervenção atempada pode melhorar significativamente os resultados”, alertou Christopher Yi. Adeel Popalzai reforçou a mesma ideia, concluindo que agir rapidamente “pode salvar a função cerebral, a independência e a vida”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778339]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sobreviventes do 27 de Maio em Angola acham os próprios nomes em lista de mortos da Civicop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 08:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sobreviventes do 27 de Maio consideram "falsa" a lista das ossadas apresentada pela Civicop, em Angola, após encontrarem o seu próprio nome num inventário com mais de 600 corpos e detetarem graves irregularidades no processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sobreviventes do 27 de Maio consideram &#8220;falsa&#8221; a lista das ossadas apresentada pela Civicop, em Angola, após encontrarem o seu próprio nome num inventário com mais de 600 corpos e detetarem graves irregularidades no processo. </P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, Joaquim Sequeira, membro do Grupo de Sobreviventes que integra a Plataforma 27 de Maio, manifestou estupefação ao ver o seu nome incluído num inventário de restos mortais que deveria corresponder a vítimas do 27 de Maio, denunciando, assim, a falsificação da lista de ossadas encontradas no Cemitério do 14, em Luanda.</P><br />
<P>&#8220;Fiquei estupefacto quando soube da lista das ossadas encontradas no Cemitério do 14, em Luanda, e o meu nome está na lista. Devo ter feito uma viagem subterrânea, por acaso agora até Portugal&#8221;, contou, garantindo que não foi contactado por ninguém da Comissão para a Implementação do Plano de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos (Civicop).</P><br />
<P>Para o sobrevivente, o inventário com mais de 600 corpos &#8220;é tudo falso&#8221;, acusando as autoridades angolanas de realizarem um processo &#8220;escandaloso&#8221; e &#8220;horrível&#8221;. </P><br />
<P>Numa análise ao documento, Sequeira afirmou ter reconhecido 13 pessoas que sobreviveram às prisões e detetou 83 pessoas que morreram noutras províncias, e não na capital angolana, onde foram encontrados em maio os restos mortais. </P><br />
<P>O membro do Grupo de Sobreviventes classificou a atuação da Civicop como &#8220;desrespeitosa&#8221; para com os sobreviventes e familiares dos desaparecidos.</P><br />
<P>&#8220;Não tem feito absolutamente nada para que haja uma reconciliação. Tudo tem sido feito no sentido inverso&#8221;, referiu Sequeira. </P><br />
<P>Já Jorge Marques, outro sobrevivente que também tem o seu nome na lista, descreveu o trabalho da comissão como &#8220;defeituoso&#8221;.</P><br />
<P>Os sobreviventes criticaram os métodos de exumação utilizados.</P><br />
<P>Joaquim Sequeira relatou imagens de escavadoras a remover e a misturar ossos indiscriminadamente com &#8220;objetos de tortura, seringas e roupa&#8221;, acrescentando Jorge Marques que os trabalhos não obedeceram &#8220;às normas internacionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma confusão tão grande que me admira muito como é que é possível eles saberem que são 603 corpos&#8221;, apontou Sequeira.</P><br />
<P>As denúncias estendem-se ainda à fiabilidade dos testes de ADN.</P><br />
<P>Segundo Joaquim Sequeira, as análises realizadas em Portugal pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) a ossadas recuperadas em processos anteriores deram resultados negativos e errados.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum deles correspondeu às peças entregues para análise [pelos familiares]&#8221;, disse, exemplificando com o caso de uma família que procurava um parente com mais de 1,90 metros de altura e recebeu ossadas de &#8220;uma criança ou um anão&#8221;.</P><br />
<P>Marques observou ainda que a identificação exigiria &#8220;extrair o ADN da parte interior dos ossos&#8221; e que &#8220;Angola não tem esse tipo de tecnologia para [o] fazer&#8221;.</P><br />
<P>Sobre este processo, a Lusa questionou o INMLCF, que se escusou a prestar esclarecimentos, alegando estar &#8220;sujeito a deveres legais de confidencialidade&#8221;.</P><br />
<P>A cooperação entre Portugal e Angola resultou de um acordo entre o ex-primeiro-ministro António Costa e o Presidente angolano, João Lourenço, tendo sido apresentado um relatório  realizado por uma equipa de especialistas forenses, liderada por Duarte Nuno Vieira, ex-presidente do INMLCF e professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra,  segundo Joaquim Sequeira.</P><br />
<P>Sequeira disse ainda que o ex-diretor da Polícia Judiciária (PJ) e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, apresentou um relatório à antiga ministra da Justiça Francisca Van Dunem.</P><br />
<P>Contudo, Marques salientou que &#8220;o Governo angolano não quis saber da opinião do professor de Medicina Legal&#8221; e procedeu à entrega de restos mortais que não correspondiam aos familiares.</P><br />
<P>Sequeira reiterou que o 27 de Maio de 1977 não passou de um &#8220;ajuste de contas por delito de opinião&#8221; para &#8220;limpar a sociedade de pessoas que tinham opinião diversa do regime que estava instituído&#8221;.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa, a PJ esclareceu que o relatório foi pedido pelo Estado angolano e entregue às suas autoridades, existindo acordos de cooperação em vigor protocolados pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), além da formação dada a quadros angolanos em Portugal.</P><br />
<P>Em março de 2023, os órfãos da Associação M27 denunciaram, numa &#8220;carta a Angola&#8221;, a &#8220;máquina de propaganda&#8221; do Governo angolano e da Civicop ao realizar cerimónias fúnebres em vésperas de eleições, qualificando o processo como &#8220;um exercício de crueldade&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a associação, os restos mortais entregues às famílias, incluindo os de Sita Valles e José Van Dunem, não correspondem aos testes de ADN. </P><br />
<P>Em 27 de maio de 1977, houve uma alegada tentativa de golpe de Estado em Angola, liderada por Nito Alves, que foi seguida por uma vaga de repressão por parte do regime do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779322]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Divórcio sem surpresas financeiras: oito decisões a rever antes de fechar o processo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Fim de um casamento obriga a reorganizar muito mais do que rotinas familiares: casa, crédito habitação, contas bancárias, seguros, responsabilidades parentais e IRS são assuntos a resolver]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim de um casamento obriga a reorganizar muito mais do que rotinas familiares. Casa, crédito habitação, contas bancárias, seguros, responsabilidades parentais e IRS são algumas das áreas que podem ter impacto direto na vida financeira depois do divórcio. Para evitar custos inesperados, conflitos ou dificuldades futuras, o &#8216;Doutor Finanças&#8217; reuniu oito aspetos que devem ser analisados antes de formalizar qualquer acordo.</p>
<p>O primeiro ponto passa por perceber que nem todos os divórcios seguem o mesmo caminho. Em Portugal, existem duas modalidades: o divórcio por mútuo consentimento e o divórcio sem consentimento de um dos cônjuges, habitualmente mais litigioso. Quando há acordo entre ambas as partes, o processo tende a ser mais rápido, simples e menos dispendioso. Quando não existe consenso, pode ser necessária intervenção judicial, aumentando a duração e os custos.</p>
<p>O regime de bens é outro elemento decisivo. Na comunhão de adquiridos, apenas os bens comprados durante o casamento são considerados comuns. Na comunhão geral, todo o património pertence ao casal. Já na separação de bens, cada elemento mantém a titularidade dos seus próprios bens. Antes de negociar qualquer partilha, é essencial distinguir o que é património próprio e o que é património comum.</p>
<p>A habitação familiar costuma ser um dos temas mais sensíveis. Mesmo que a casa pertença apenas a um dos elementos do casal, a sua utilização pode ser atribuída ao outro ex-cônjuge, dependendo de fatores como a existência de filhos, a situação económica ou a disponibilidade de alternativas habitacionais. Propriedade e utilização da casa são, por isso, conceitos diferentes e devem ser avaliados separadamente.</p>
<p>Quando existe crédito habitação em nome dos dois elementos do casal, o divórcio não elimina automaticamente a responsabilidade perante o banco. Enquanto ambos permanecerem no contrato, os dois continuam responsáveis pelo pagamento da dívida. Se um dos ex-cônjuges quiser ficar com a casa e assumir o empréstimo sozinho, a instituição financeira terá de avaliar se tem capacidade para suportar o crédito individualmente.</p>
<p>As contas bancárias conjuntas também devem ser revistas. Pode ser necessário dividir saldos, alterar titulares, cancelar autorizações de movimentação ou encerrar contas. O mesmo deve acontecer com créditos pessoais, cartões de crédito e outras responsabilidades financeiras assumidas durante o casamento, para que fique claro quem fica responsável por cada obrigação.</p>
<p>Os seguros são outro ponto que pode passar despercebido. No caso de crédito habitação, pode ser necessário alterar a titularidade dos seguros associados ao imóvel. Além disso, devem ser revistos beneficiários de seguros de vida, PPR ou outros produtos financeiros. Sem essa atualização, o ex-cônjuge poderá continuar identificado como beneficiário mesmo depois do divórcio.</p>
<p>Quando existem filhos menores, o acordo sobre responsabilidades parentais deve ser detalhado. Residência, guarda, regime de visitas, partilha de despesas e eventual pensão de alimentos devem ficar claramente definidos. Quanto mais completo for o acordo, menor será o risco de conflitos sobre despesas de educação, saúde ou atividades extracurriculares.</p>
<p>O divórcio também tem impacto fiscal. A alteração do agregado familiar deve ser comunicada à Autoridade Tributária e, quando há filhos, é necessário atualizar informação sobre guarda, residência fiscal e repartição de despesas. Pensões de alimentos, venda da habitação ou recebimento de tornas também podem ter consequências fiscais que devem ser antecipadas.</p>
<p>Antes de formalizar qualquer decisão, o Doutor Finanças recomenda a criação de uma checklist financeira com bens, dívidas, contratos, seguros, contas bancárias e obrigações fiscais. Mais do que encerrar uma etapa pessoal, o divórcio implica reorganizar uma estrutura financeira inteira. Quanto maior for a preparação, maior será a probabilidade de iniciar uma nova fase com estabilidade e segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777359]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Portugal procura primeiro triunfo frente ao estreante Uzbequistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 07:45:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Palm Beach, Estado Unidos, 21 jun 2026 -- A seleção portuguesa de futebol vai procurar na terça-feira a primeira vitória no Mundial2026 frente ao estreante Uzbequistão, em jogo da segunda jornada do Grupo K, depois do empate na estreia com a República Democrática do Congo (1-1).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Palm Beach, Estado Unidos, 21 jun 2026 &#8212; A seleção portuguesa de futebol vai procurar na terça-feira a primeira vitória no Mundial2026 frente ao estreante Uzbequistão, em jogo da segunda jornada do Grupo K, depois do empate na estreia com a República Democrática do Congo (1-1).</P><br />
<P>A formação comandada pelo selecionador Roberto Martínez parte para a segunda ronda do grupo com um ponto e vai procurar um triunfo que lhe permita encarar o jogo com a Colômbia, na última ronda, com maior tranquilidade.</P><br />
<P>Num Mundial em que passam os dois primeiros de cada grupo, mais os oito melhores terceiros, um triunfo frente aos uzbeques deixa a equipa das &#8216;quinas&#8217; em boa posição para seguir em frente e até para discutir o primeiro lugar do grupo no jogo frente aos colombianos.</P><br />
<P>Em caso de novo resultado menos positivo, Portugal vai igualar o registo do Mundial2014, o único das anteriores oito presenças em que não ganhou nenhum dos dois primeiros jogos.</P><br />
<P>Já a formação do Uzbequistão chega a este jogo ainda sem pontos, depois da derrota frente à Colômbia (3-1), e vai procurar os primeiros pontos, para manter viva a esperança de seguir em frente.</P><br />
<P>Para a partida de terça-feira, pelas 12:00 locais (18:00 em Lisboa), novamente no Estádio NRG, em Houston, Roberto Martínez já vai poder contar com o central Rúben Dias, que falhou a estreia devido a problemas físicos.</P><br />
<P>O defesa deve ter entrada direta no &#8216;onze&#8217; para o lugar de Tomás Araújo, que foi titular na última partida, mas que tem estado ausente dos treinos, realizando trabalho específico.</P><br />
<P>Tendo em conta que a exibição e o resultado estiveram longe de agradar, não é de estranhar que o selecionador faça mais alterações na equipa titular do atual detentor da Liga das Nações.</P><br />
<P>O extremo Francisco Conceição, que rendeu Bernardo Silva ao intervalo do primeiro jogo, pode ser uma das &#8216;armas&#8217; a lançar de início, tal como João Félix, companheiro de equipa de Ronaldo no Al Nassr, que não foi utilizado no jogo com a formação africana.</P><br />
<P>Ronaldo, que ficou em branco na estreia, pode chegar aos nove golos em Mundiais, na sexta participação, e igualar Eusébio, que atingiu este registo na edição de 1966, que Portugal terminou em terceiro, a sua melhor classificação de sempre.</P><br />
<P>Se, pelo contrário, ficar em &#8216;branco&#8217;, soma o 11.º jogo consecutivo sem marcar em fases finais de Mundiais e Europeus, numa &#8216;seca&#8217; que já vem desde que faturou, de penálti, na estreia no Mundial de 2022 (3-2 ao Gana).</P><br />
<P>Depois do jogo de Portugal com os uzbeques, a Colômbia pode selar o apuramento para os 16 avos de final em Zapopan, no México, o que acontecerá se vencer a República Democrática do Congo, no encerramento da segunda jornada do Grupo K.</P><br />
<P>O grupo fica fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho em Lisboa), e os congoleses a jogar com os uzbeques.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>AJO/LG // PFO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779321]]></sapo:autor>
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		<title>Investigadora lança livro sobre a Guiné-Bissau &#8220;para lá dos golpes de Estado&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 07:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A escritora Margarida Pereira-Müller apresenta terça-feira um livro que procura mergulhar na identidade, na História e nos sabores da gastronomia da Guiné-Bissau, e que nasce da vontade de mostrar o país para lá dos golpes de Estado. O livro &#8220;Um percurso pela história e pelos sabores da Guiné-Bissau&#8221;, que será apresentado terça-feira em Lisboa, é, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A escritora Margarida Pereira-Müller apresenta terça-feira um livro que procura mergulhar na identidade, na História e nos sabores da gastronomia da Guiné-Bissau, e que nasce da vontade de mostrar o país para lá dos golpes de Estado.</P><br />
<P>O livro &#8220;Um percurso pela história e pelos sabores da Guiné-Bissau&#8221;, que será apresentado terça-feira em Lisboa, é, nas palavras da antiga ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau Suzi Barbosa, que escreve o prefácio, um convite à descoberta de &#8220;um território de diversidade fascinante&#8221; que se sente na pele e no palato &#8220;através do aroma do óleo de palma, do ritmo vibrante da língua crioula e da força inabalável das suas tradições ancestrais&#8221;.</P><br />
<P>Cruzando o mapa do país, desde as savanas de Gabu até às águas sagradas do arquipélago dos Bijagós, a obra mergulha na identidade, na História e nos sabores da gastronomia, realça.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, a investigadora e escritora Margarida Pereira-Müller explicou que a riqueza do país é desconhecida e diminuída perante a instabilidade política e a sucessão &#8220;de golpes de Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há muitos guineenses [em Portugal] de 2.ª e 3.ª geração que nunca foram à Guiné-Bissau e que têm uma imagem um pouco negativa do país, porque tudo o que se ouve nos meios de comunicação são sempre notícias negativas. Normalmente quando se fala é porque houve um golpe de Estado&#8221;, observou.</P><br />
<P>Explicou que o olhar luminoso e diverso sobre o país que procurou descrever no livro justifica a presença do embaixador da Guiné-Bissau em Portugal, Artur Silva, na cerimónia marcada para a Galeria ArteGraça, também ele &#8220;agradado&#8221; com um projeto que &#8220;mostra um lado positivo&#8221; da Guiné-Bissau.</P><br />
<P>Apesar de já conhecer o território desde os 14 anos, e de ter regressado algumas vezes, foi só o ano passado que sentiu vontade de escrever, após integrar uma missão da Associação de Beneficência Luso-Alemã (ABLA) que em Portugal apoia crianças e famílias desfavorecidas e em situação de vulnerabilidade, mas também leva a sua obra a outros países, entre eles a Guiné-Bissau.</P><br />
<P>A construção de três escolas nas ilhas das Galinhas e Soga, no arquipélago de Bijagós, foram financiadas pela ONG, que diariamente distribui uma refeição quente aos alunos, para além de colaborar com organizações locais (orfanatos, igrejas, ONG) ligadas à educação e à saúde.</P><br />
<P>A viagem da escritora que já publicou contos infantis, começou pelas escolas, mas também foi aos mercados, entrou nas casas particulares e a proximidade com as comunidades, em particular com as mulheres, foi decisiva para escrever este livro.</P><br />
<P>Não espanta que a fascinante história da rainha Pampa Kanyimpa, figura sagrada e maior da ilha de Orango no arquipélago dos Bijagós, a tenha seduzido ao ponto de lhe dedicar um capítulo, onde fala &#8220;duma líder que desafiou o poder colonial português e que personificou a estrutura matrilinear única do seu povo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nos Bijagós, dão uma grande importância à mulher, é um matriarcado, e têm, por exemplo, a rainha Pampa Kanyimpa, que teve um papel muito importante de diplomacia entre as etnias e os colonizadores portugueses. Portanto, há muitas mulheres com um papel muito importante, e que às vezes nós esquecemos ou não nos apercebemos&#8221;, explicou. </P><br />
<P>Amílcar Cabral é outra das referências incontornáveis, não apenas como memória do passado, mas para ajudar a ler o presente, para além das várias etnias (os papel, os fula ou os mandinga), os tantos crioulos e os paladares da gastronomia que tem no peixe, no chabéu e nas frutas sabores irrecusáveis. </P><br />
<P>&#8220;Se bem que o português é a língua oficial, cada etnia tem a sua língua, mas o que une todos, o barro que une toda esta população é a língua crioula. É o que agrega o povo. E o &#8216;chabéu&#8217; também une o povo todo. É o dendém [sumo extraído] do fruto da palmeira, com que depois se fazem muitos pratos. Praticamente todas as etnias têm os pratos com chabéu. E também um outro produto que é a mancarra [amendoim]&#8221;, descreveu a autora. </P><br />
<P>As receitas não poderiam faltar, ou não fosse Margarida Pereira-Müller uma viajante curiosa e com mão para a cozinha. Dos caldos (também escritos como Kaldus em crioulo) ao pastel de Bissau (ou pastel de peixe), considerado o &#8220;rei&#8221; das ruas e das festas na Guiné-Bissau, ou o arroz de &#8216;baguitche&#8217; (também chamado de arroz de folhas), acompanhamento perfeito para quase todos os pratos.</P><br />
<P>E as sobremesas, como o tradicional &#8216;chakri&#8217;, um &#8220;pudim&#8221; de grãos de milho ou milhete, servido com um creme de iogurte doce e aromático, ou o bolo Polana, uma das joias da doçaria à base de puré de batata e de mancarra.</P><br />
<P>Algumas destas iguarias poderão ser provadas na apresentação que terá lugar terça-feira, dia 23, às 18:00, na Galeria ArteGraça, em Lisboa, onde o cantor guineense Maio Copé também vai atuar.</P><br />
<P> &#8220;Um percurso pela história e pelos sabores da Guiné-Bissau&#8221; é um convite para viajar através da rica herança histórica e cultural da Guiné-Bissau, desvendando os segredos e as tradições que moldam a gastronomia única dum país pequeno mas diverso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779320]]></sapo:autor>
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		<title>Este domingo será o dia mais longo de 2026: saiba a que horas começa o verão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/verao-comeca-hoje-solsticio-marca-o-inicio-oficial-da-estacao-mais-quente-do-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 07:30:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O verão astronómico começa oficialmente este domingo no hemisfério norte, inaugurando uma das épocas mais aguardadas do ano. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão astronómico começa oficialmente este domingo no hemisfério norte, inaugurando uma das épocas mais aguardadas do ano. Associada às férias, aos dias de praia, aos convívios ao ar livre e às noites mais longas, a estação teve início com a ocorrência do solstício de verão, um dos fenómenos astronómicos mais importantes do calendário anual.</p>
<p>O solstício ocorreu na manhã de sábado, às 08h24 em Portugal continental, momento em que o Sol atingiu a sua maior altura aparente no céu ao longo de todo o ano no hemisfério norte. Este fenómeno assinalou igualmente o dia com maior duração de luz solar de 2026, marcando oficialmente o arranque do verão astronómico.</p>
<p><strong>O fenómeno que dá início ao verão</strong><br />
A palavra “solstício” deriva do latim solstitium, expressão que significa “sol parado” ou “sol imóvel”. A designação está relacionada com a aparente estagnação da posição do Sol ao meio-dia durante alguns dias, antes de este inverter gradualmente a sua trajetória anual observada a partir da Terra.</p>
<p>Este fenómeno resulta da inclinação do eixo de rotação terrestre em relação ao plano da órbita do planeta em torno do Sol. Com uma inclinação de cerca de 23,5 graus, a Terra faz com que, nesta altura do ano, o hemisfério norte receba a maior quantidade de radiação solar, originando o dia mais longo e a noite mais curta do ano.</p>
<p>Para além de aumentar significativamente o número de horas de luz natural, o solstício estabelece o início oficial do verão astronómico, embora as temperaturas típicas da estação já se façam sentir em muitas regiões há várias semanas.</p>
<p><strong>O dia mais longo do ano</strong><br />
A ocorrência do solstício traduziu-se também no dia com mais horas de luz solar em todo o ano. Em várias localidades da Península Ibérica, a duração do dia aproximou-se das 15 horas de luz, com o nascer do Sol a acontecer pouco antes das 07h00 e o pôr do Sol a ocorrer perto das 21h00 em Portugal continental, embora estes horários variem ligeiramente consoante a localização geográfica.</p>
<p>A partir deste momento, os dias começarão gradualmente a encurtar. No entanto, essa redução será inicialmente quase impercetível para a maioria das pessoas, mantendo-se ainda durante várias semanas a sensação de dias muito longos e de noites curtas.</p>
<p><strong>Verão prolonga-se até setembro</strong><br />
O verão astronómico terá uma duração aproximada de 93 dias e prolongar-se-á até 22 de setembro, data em que ocorrerá o equinócio de outono e terá início uma nova estação.</p>
<p>Apesar de o solstício corresponder ao dia mais longo do ano, isso não significa necessariamente que seja também o mais quente. Habitualmente, as temperaturas máximas mais elevadas registam-se várias semanas depois. Este fenómeno acontece porque os oceanos e a superfície terrestre continuam a acumular calor durante parte significativa do verão, provocando um aquecimento progressivo da atmosfera.</p>
<p><strong>São João mantém ligação às antigas celebrações do verão</strong><br />
A chegada da nova estação continua a estar associada a diversas tradições populares que se mantêm vivas em vários países europeus, incluindo Portugal.</p>
<p>Entre as celebrações mais conhecidas encontra-se a noite de São João, festejada de 23 para 24 de junho. Milhares de pessoas participam anualmente em festas populares, arraiais, fogueiras, concertos e eventos ao ar livre para assinalar a chegada do verão.</p>
<p>Embora a festividade tenha origem religiosa, a sua proximidade temporal ao solstício faz com que seja frequentemente associada às antigas celebrações ligadas ao ciclo solar, à fertilidade da terra e ao início da época estival.</p>
<p>Com o verão agora oficialmente iniciado, começam também os meses marcados por temperaturas mais elevadas, férias, atividades ao ar livre e pelos dias mais luminosos do ano, numa estação que continuará até ao final de setembro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778533]]></sapo:autor>
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		<title>Verão arranca hoje com calor intenso: temperaturas podem atingir 43 graus (e o pior ainda está para chegar)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/verao-arranca-hoje-com-calor-intenso-temperaturas-podem-atingir-43-graus-e-o-pior-ainda-esta-para-chegar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 07:15:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal entra oficialmente no verão astronómico neste domingo, 21 de junho, sob a influência de uma massa de ar quente que está a afetar grande parte da Europa e que promete elevar significativamente as temperaturas durante os próximos dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra oficialmente no verão astronómico neste domingo, 21 de junho, sob a influência de uma massa de ar quente que está a afetar grande parte da Europa e que promete elevar significativamente as temperaturas durante os próximos dias. Segundo as previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://lusometeo.com/atualidade/massa-de-ar-quente-30966/" target="_blank" rel="noopener">Luso Meteo</a>, o país enfrenta um cenário marcado por calor intenso, poeiras provenientes do Norte de África, noites muito quentes e possibilidade de trovoadas localizadas no interior.</p>
<p>O início da nova estação coincide com uma das situações meteorológicas mais invulgares dos últimos anos na Europa. De acordo com as projeções referidas pela Luso Meteo, uma vasta massa de ar extremamente quente está a instalar-se sobre o continente europeu, colocando milhões de pessoas sob risco elevado devido às temperaturas excecionalmente altas. França surge como o principal foco desta situação, com alguns modelos meteorológicos a apontarem para uma sequência de vários dias consecutivos com máximas entre os 40 e os 45 graus, valores que poderão ameaçar recordes históricos para o mês de junho.</p>
<p>Embora o epicentro do fenómeno esteja localizado mais a norte, Portugal não ficará imune aos seus efeitos. Neste domingo, os termómetros continuam a subir, com o interior do país a registar os valores mais elevados. Em alguns dos locais tradicionalmente mais quentes, as temperaturas máximas poderão atingir os 42 ou mesmo os 43 graus. O ambiente deverá apresentar-se particularmente abafado devido à combinação entre calor, humidade e poeiras em suspensão vindas do deserto do Saara, responsáveis por um céu com tonalidades acinzentadas ou amareladas em várias regiões.</p>
<p>As previsões indicam igualmente que o calor será acompanhado por alguma instabilidade atmosférica. Durante a tarde, sobretudo nas regiões do interior Norte e Centro, poderão desenvolver-se nuvens de grande dimensão vertical, capazes de originar aguaceiros localizados, trovoadas, granizo e rajadas fortes de vento. Os especialistas sublinham, contudo, que estes fenómenos deverão ter uma distribuição muito irregular e localizada.</p>
<p>No litoral ocidental, o cenário será diferente. A presença de neblinas e nuvens baixas durante a manhã poderá persistir em vários locais ao longo do dia, mantendo as temperaturas mais moderadas junto à costa. Ainda assim, o céu dificilmente apresentará o azul típico da época devido à elevada concentração de poeiras em altitude. O mar deverá manter-se relativamente calmo, com ondulação fraca, enquanto a temperatura da água oscilará entre os 15 e os 18 graus na costa ocidental e entre os 20 e os 21 graus no Algarve.</p>
<p>Nos arquipélagos, as condições serão mais amenas. Nos Açores, o fluxo atlântico continuará a transportar humidade para as ilhas, podendo ocorrer períodos de chuva fraca ou aguaceiros dispersos, alternando com boas abertas e períodos de sol. As temperaturas deverão manter-se próximas dos valores normais para a época. Já na Madeira, o domínio do anticiclone favorecerá tempo geralmente estável e soalheiro, especialmente nas vertentes sul e na zona do Funchal, embora possam surgir algumas nuvens baixas e aguaceiros fracos nas áreas montanhosas e encostas voltadas a norte.</p>
<p><strong>Próxima semana poderá trazer o pico de calor</strong><br />
Se o calor deste domingo já será significativo, as previsões apontam para um agravamento da situação durante os próximos dias. Segundo a Luso Meteo, os modelos meteorológicos continuam a indicar uma forte subida das temperaturas entre os dias 23 e 24 de junho, coincidindo com as celebrações do São João.</p>
<p>As projeções mais recentes apontam para valores que poderão aproximar-se dos 45 graus em algumas zonas do território continental. A localização exata da depressão atlântica responsável pela circulação atmosférica será determinante para definir a intensidade final deste episódio de calor.</p>
<p>Os meteorologistas alertam também para a possibilidade de noites excecionalmente quentes. Em algumas regiões, sobretudo no interior, as temperaturas mínimas poderão permanecer próximas ou mesmo acima dos 30 graus durante grande parte da madrugada, reduzindo significativamente o alívio térmico noturno.</p>
<p>Outro motivo de preocupação prende-se com o risco de incêndio rural. A combinação entre temperaturas muito elevadas, humidade relativa reduzida e vento moderado poderá criar condições consideradas críticas. A Luso Meteo destaca a presença dos chamados &#8220;três 30&#8221;: temperaturas superiores a 30 graus, humidade inferior a 30% e vento acima dos 30 quilómetros por hora, um cenário que favorece a rápida propagação de qualquer foco de incêndio.</p>
<p><strong>Julho poderá continuar muito quente</strong><br />
As previsões de médio prazo não apontam para um regresso duradouro a condições mais frescas. Embora seja esperada uma descida das temperaturas após o pico previsto para os dias 23 e 24 de junho, os primeiros cenários para julho continuam a indicar valores acima da média climatológica.</p>
<p>Segundo a análise divulgada pela Luso Meteo, tanto os modelos meteorológicos tradicionais como os sistemas de previsão baseados em inteligência artificial sugerem uma elevada probabilidade de novos episódios de calor intenso logo na primeira semana de julho, com temperaturas superiores a 40 graus em várias regiões.</p>
<p>Os especialistas referem que o padrão atmosférico atualmente previsto favorece a persistência de bloqueios atmosféricos em latitudes elevadas, dificultando a passagem normal das frentes atlânticas e permitindo que massas de ar subtropical permaneçam sobre a Península Ibérica durante períodos prolongados.</p>
<p>Apesar disso, não está excluída a ocorrência de episódios de instabilidade. A entrada ocasional de perturbações atlânticas poderá provocar descidas temporárias das temperaturas e potenciar fenómenos de trovoada, embora ainda seja cedo para determinar a sua intensidade ou localização.</p>
<p><strong>Especialistas pedem precaução</strong><br />
Face às previsões, a recomendação principal passa pela adoção de medidas de autoproteção. A hidratação frequente, a redução da exposição solar durante as horas mais quentes do dia, a permanência em locais frescos e a atenção especial a idosos, crianças e pessoas com doenças crónicas são consideradas fundamentais.</p>
<p>A Luso Meteo sublinha que, mais importante do que acompanhar possíveis recordes de temperatura, é garantir a proteção das populações e prevenir incêndios rurais num verão que poderá ficar marcado por episódios de calor extremo cada vez mais frequentes. Segundo o portal especializado, as atuais projeções apontam para uma estação quente, com potencial para novos recordes térmicos em várias regiões da Europa e da Península Ibérica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778515]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Japão goleia Tunísia no jogo 1.000 dos Mundiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 05:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão goleou hoje por 4-0 a Tunísia, que acabou eliminada, em encontro da segunda jornada do Grupo F da edição 2026, que foi também o jogo 1.000 da história dos Mundiais de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão goleou hoje por 4-0 a Tunísia, que acabou eliminada, em encontro da segunda jornada do Grupo F da edição 2026, que foi também o jogo 1.000 da história dos Mundiais de futebol.</P><br />
<P>Daichi Kamada, aos quatro minutos, Ayase Ueda, aos 31 e 83, e Junya Ito, aos 69, apontaram os tentos dos nipónicos, que se tinham estreado com um 2-2 face aos Países Baixos.</P><br />
<P>Na classificação, o Japão juntou-se na liderança aos neerlandeses, que golearam a Suécia por 5-1, somando ambos quatro pontos, contra três dos escandinavos e nenhum na Tunísia, que se junta no lote de eliminados a Haiti e Turquia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779319]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Curaçau consegue primeiro ponto de sempre ao &#8216;anular&#8217; Equador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 01:59:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estreante Curaçau conseguiu no sábado o primeiro ponto de sempre em Mundiais de futebol, ao empatar a zero com o Equador, em encontro da segunda jornada do Grupo E da edição de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O estreante Curaçau conseguiu no sábado o primeiro ponto de sempre em Mundiais de futebol, ao empatar a zero com o Equador, em encontro da segunda jornada do Grupo E da edição de 2026.</P><br />
<P>Depois de ser goleado por 7-1 pela Alemanha, os caribenhos conseguiram segurar a igualdade sem golos face aos segundos classificados da zona sul-americana de qualificação, que também se tinham estreado com uma derrota (0-1 com a Costa do Marfim).</P><br />
<P>Após a segunda jornada, a Alemanha, que soma seis pontos, assegurou, com este resultado, a vitória no agrupamento, no qual é secundado pela Costa do Marfim, com três, enquanto Equador e Curaçau somam ambos um.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779318]]></sapo:autor>
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		<title>Universidade dirigida por lusodescendente avaliada como a melhor da Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 01:16:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS), que analisa a reputação académica das universidades a nível mundial, classificou a Universidade Central da Venezuela (UCV), dirigida pela lusodescendente Maria Fátima Garcês, como a melhor do país, explicou a própria à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS), que analisa a reputação académica das universidades a nível mundial, classificou a Universidade Central da Venezuela (UCV), dirigida pela lusodescendente Maria Fátima Garcês, como a melhor do país, explicou a própria à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;O ranking foi divulgado a 18 de junho e na Venezuela apenas ficaram [incluídas] quatro universidades. A UCV ocupa o primeiro lugar na classificação, seguida pela Universidade Católica de Andrés Bello. Em terceiro lugar está a Universidade Simón Bolívar (USB) e, em quarto lugar, a Universidade de Los Andes (ULA)&#8221;, disse Maria Fátima Garcês.</P><br />
<P>A lusodescendente, que desde 2023 é vice-reitora da UCV, explicou ainda que o ranking avaliou as publicações científicas, o número de docentes com doutoramento e o grau de empregabilidade dos licenciados, ou seja, a percentagem de licenciados que, em um ano, foram contratados para os cargos para os quais se formaram.</P><br />
<P>&#8220;Avaliou também a reputação da Universidade a nível mundial e a sua sustentabilidade&#8221;, disse, precisando que a UCV, a USB e a ULA, são as universidades públicas, autónomas, mais antigas da Venezuela, que sempre impulsionaram o meio académico, mediante publicações especializadas.</P><br />
<P>A professora lamentou, no entanto, que &#8220;nos últimos anos, o número de publicações em revistas da Scopus tem diminuído&#8221;, o que tem feito cair o impacto das publicações da universidade a nível mundial.</P><br />
<P>&#8220;A Scopus é muito cara e as universidades públicas não dispõem de recursos para pagar as publicações. E, embora continuem a publicar, o impacto diminuiu porque recorrem a outras revistas e por isso descem na classificação, na América Latina&#8221;.</P><br />
<P>A Scopus indexa as publicações com maior impacto ciêntifico no mundo, sendo uma das maiores bases de dados mundiais de resumos e citações &#8216;peer-reviewed&#8217;. Abrange mais de 43.000 títulos nas áreas de ciências, tecnologia, medicina, ciências sociais, artes e humanidades.</P><br />
<P>A vice-reitora explicou ainda que há outros sistemas, como o SciELO, que não têm tão alto impacto e que &#8220;a UCV, apesar de não dispor de orçamento, continua a publicar trabalhos, a formar os melhores licenciados do país &#8212; uma vez que mais de 95% deles continuam a ser contratados para bons empregos &#8212; e goza de uma excelente reputação académica&#8221;.</P><br />
<P>Desde que assumiu a vice-reitoria em 2023, Maria Fátima Garcês tem-se esforçado para dar visibilidade aos docentes e à universidade, e este ano, graças ao apoio da banca local, serão entregues prémios de investigação pelos trabalhos publicados em 2025.</P><br />
<P>&#8220;Como lusodescendente, estou muito orgulhosa do trabalho que tenho realizado na vice-reitoria, porque consolidámos a UCV como a primeira universidade do país&#8221;, disse, precisando que é também &#8220;a mais antiga&#8221; da Venezuela, &#8220;com mais de 304 anos&#8221;. </P><br />
<P>Apesar de se situar atualmente na 31.ª posição na América Latina, &#8220;há mais de 20 anos estava entre as 10 primeiras&#8221;, sublinhou. A queda no ranking está ligada diretamente à falta de &#8220;orçamento adequado&#8221;. Ainda assim, a UCV recebeu em fevereiro a acreditação, por cinco anos, do Alto Conselho de Avaliação da Investigação e do Ensino Superior (Hcéres) da França, pela alta qualidade do ensino.</P><br />
<P>&#8220;Isto significa que a UCV, tem uma excelente qualidade educativa e demonstra que os seus programas de estudo tornam os seus licenciados competentes&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Fátima Garcês lamenta que &#8220;com todas as complicações que a Venezuela tem enfrentado, os professores tenham agora salários tão baixos&#8221; e que a UCV &#8211; a maior universidade do país, declarada património da Humanidade no ano 2000, com 11 faculdades, 45 escolas e 60 cursos &#8211; receba apenas 1% do orçamento que pede.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779317]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Santana chega perto da meia-noite e é anunciado como militante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 23:08:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedro Santana Lopes, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz e antigo primeiro-ministro, chegou hoje perto da meia-noite ao Congresso do PSD, onde foi anunciado o seu regresso ao partido como militante.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pedro Santana Lopes, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz e antigo primeiro-ministro, chegou hoje perto da meia-noite ao Congresso do PSD, onde foi anunciado o seu regresso ao partido como militante.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma notícia muito agradável, que é a presença e o regresso de Pedro Santana Lopes ao nosso partido como militante&#8221;, declarou Miguel Albuquerque, presidente da Mesa do Congresso do PSD, que decorre em Anadia, no distrito de Aveiro.</P><br />
<P>Pedro Santana Lopes &#8212; que liderou o PSD entre 2004 e 2005 e se desfiliou em 2018 para fundar o partido Aliança, de onde entretanto saiu &#8212; entrou no Velódromo Nacional de Sangalhos poucos minutos antes da meia-noite e sentou-se entre o presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o secretário-geral do partido, Hugo Soares.</P><br />
<P>&#8220;Em nome do Congresso, queria dar ao PSL um abraço de boas-vindas, um bom regresso, e que continue a contribuir para o engrandecimento do nosso partido e do nosso país&#8221;, acrescentou Miguel Albuquerque.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779316]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Alemanha vira diante da Costa do Marfim e está nos 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 22:13:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um 'bis' de Deniz Undav permitiu hoje à Alemanha virar o resultado e vencer a Costa do Marfim 2-1, na segunda jornada do Grupo E do Mundial2026 de futebol, apurando-se para os 16 avos de final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um &#8216;bis&#8217; de Deniz Undav permitiu hoje à Alemanha virar o resultado e vencer a Costa do Marfim 2-1, na segunda jornada do Grupo E do Mundial2026 de futebol, apurando-se para os 16 avos de final.</P><br />
<P>A equipa africana, que na primeira jornada venceu o Equador por 1-0, adiantou-se no marcador aos 30 minutos, por Franck Kessié, mas Undav, que entrou em campo aos 60 minutos, foi o protagonista, ao efetuar a reviravolta aos 68 e 90+4, assegurando o triunfo para a equipa germânica.</P><br />
<P>Com esta vitória, a Alemanha, que na primeira jornada goleou Curaçau por 7-1, lidera com seis pontos e está já apurada para os 16 avos de final, sendo seguida pela Costa do Marfim, com três, enquanto Equador e Curaçau ocupam os dois últimos lugares, sem qualquer ponto, defrontando-se na madrugada de domingo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779315]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Trump ameaça com portagens dos EUA no estreito de Ormuz se acordo com Irão falhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 20:53:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou hoje impor portagens norte-americanas no estreito de Ormuz, caso não seja alcançado um acordo final com o Irão dentro de 60 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou hoje impor portagens norte-americanas no estreito de Ormuz, caso não seja alcançado um acordo final com o Irão dentro de 60 dias.</P><br />
<P>Trump, que passou o fim de semana em Camp David, salientou que o acordo inicial para pôr fim à guerra com o Irão prevê a isenção de portagens na importante via navegável durante dois meses.</P><br />
<P>&#8220;NÃO HAVERÁ PORTAGENS [sic] após o termo do período de 60 dias, a menos que sejam impostas pelos Estados Unidos da América, caso o acordo não seja concluído&#8221;, afirmou na sua rede social Truth Social, recorrendo novamente à escrita em maiúsculas para enfatizar a sua mensagem.</P><br />
<P>Citado pela agência noticiosa Associated Press (AP), o Presidente norte-americano disse ainda que o dinheiro cobrado seria usado para &#8220;serviços prestados como &#8216;anjo da guarda&#8217; aos países do Médio Oriente, para efeitos de reembolso de custos passados, presentes e futuros&#8221;.</P><br />
<P>Donald Trump tem enfrentado muitas críticas internas pela forma como o memorando de entendimento com o Irão aborda a questão das portagens no estreito de Ormuz, que garante a isenção de portagens apenas durante 60 dias e não impede a cobrança de taxas futuras.</P><br />
<P>O Irão anunciou hoje o encerramento do estreito de Ormuz devido aos ataques de Israel no Líbano e avisou que, embora os negociadores se dirigissem para a Suíça para conversações com os EUA sobre o memorando provisório, é improvável que aconteça um acordo se os combates não cessarem.</P><br />
<P>O Paquistão, principal mediador entre Teerão e Washington, afirmou que as negociações a nível técnico terão início no domingo na Suíça, com a participação de mediadores do Qatar.</P><br />
<P>O comando militar conjunto do Irão declarou que o estreito foi encerrado devido à &#8220;clara violação dos compromissos&#8221; dos EUA ao não terminar a guerra no Líbano, pois o acordo provisório visa cessar os combates em todas as frentes.</P><br />
<P>Pouco depois, a emissora estatal iraniana informou que a equipa de negociação estava a partir para a Suíça, uma viagem adiada na sexta-feira.</P><br />
<P>Os meios de comunicação social estatais disseram que a equipa inclui o presidente do parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, e representantes do banco central e do setor petrolífero, entre outros, uma vez que o acordo prevê o desbloqueio de ativos do Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Irão não controla o estreito de Ormuz. O tráfego continua a fluir e as forças norte-americanas estão a monitorizar a situação para garantir que assim se mantém&#8221;, contrapôs Tim Hawkins, porta-voz do Comando Central dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Os militares disseram que 55 navios mercantes transitaram hoje no estreito com mais de 17 milhões de barris de petróleo.</P><br />
<P>A equipa do Irão parte para negociações no meio da crescente incerteza.</P><br />
<P>As negociações para um acordo final começarão assim que os principais compromissos forem cumpridos, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, ou, caso contrário, &#8220;o memorando de entendimento no seu todo estará em risco&#8221;.</P><br />
<P>O vice-presidente dos EUA, JD Vance, confirmou que os principais negociadores, Jared Kushner e Steve Witkoff, estão na Suíça a trabalhar nos detalhes técnicos das negociações previstas sobre o programa nuclear do Irão.</P><br />
<P>O embaixador israelita em Washington, Yechiel Leiter, disse na sexta-feira que Israel &#8220;continua firmemente empenhado num cessar-fogo imediato&#8221; caso o movimento xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, honre o acordo e cesse as hostilidades.</P><br />
<P>O Hezbollah afirmou, ao início de hoje, ter-se comprometido com o cessar-fogo, mas culpou Israel por o ter violado na sexta-feira à noite e que iria repelir os ataques das tropas israelitas.</P><br />
<P>Nem Israel, nem o Hezbollah são signatários do acordo entre os EUA e o Irão.</P><br />
<P>O Hezbollah e israelitas entraram em guerra dois dias depois de os EUA e Israel terem lançado ataques contra o Irão, em 28 de fevereiro, com o Hezbollah a disparar &#8216;rockets&#8217; e &#8216;drones&#8217; contra o norte de Israel, que ocupou grandes áreas do sul do Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779314]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica bate Nun&#8217;Álvares e arrebata oitavo título nacional feminino de futsal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 20:53:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica conquistou hoje o oitavo título nacional feminino de futsal, ao vencer no pavilhão da Luz o Nun´Álvares por 4-1, no quinto e decisivo encontro do play-off da final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica conquistou hoje o oitavo título nacional feminino de futsal, ao vencer no pavilhão da Luz o Nun´Álvares por 4-1, no quinto e decisivo encontro do play-off da final.</P><br />
<P>A equipa de Fafe, que ostentava o título nacional, entrou melhor no encontro e adiantou-se logo aos cinco minutos, por Ana Azevedo, mas as &#8216;encarnadas&#8217; igualaram ainda na primeira metade, por Sara Ferreira, na conversão de um penálti, aos 19 minutos.</P><br />
<P>Depois de o equilíbrio ter persistido ao longo de praticamente toda a segunda parte, o Benfica foi mais eficaz na reta final da partida, com Maria Pereira, aos 36, e Janice, com um &#8216;bis&#8217; aos 37 e 40, a sentenciarem o triunfo da equipa lisboeta.</P><br />
<P>Com este triunfo, o Benfica reforça o seu domínio no palmarés, chegando ao oitavo título, contra um lote de quatro equipas que segue no segundo posto, todas com um cetro conquistado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779313]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Defensores de governação com Chega &#8220;falharam redondamente&#8221; &#8212; Castro Almeida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 20:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, considerou hoje que a rejeição da proposta de revisão do Código do Trabalho é uma derrota para os defensores de governação com o Chega, que "falharam redondamente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, considerou hoje que a rejeição da proposta de revisão do Código do Trabalho é uma derrota para os defensores de governação com o Chega, que &#8220;falharam redondamente&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção no 43.º Congresso Nacional do PSD, em Anadia, no distrito de Aveiro, Manuel Castro Almeida sustentou que este processo deixou claro que &#8220;o Chega é um partido sem maturidade de Governo, é um partido sem credibilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A grande derrota é de André Ventura, que ficará na história como o mais taticista dos populistas portugueses. Mas também de todos aqueles que ao longo destes anos acharam que o Chega era um bom parceiro para uma coligação de Governo, daqueles que andaram a dizer ou a sugerir que era bom fazer um entendimento de Governo com o Chega. Esses, falharam redondamente&#8221;, declarou, sem nomear ninguém.</P><br />
<P>Pedro Passos Coelho, antigo primeiro-ministro e presidente do PSD, defendeu em março deste ano que deveria ter sido tentado um acordo de legislatura com o Chega.</P><br />
<P>No seu discurso, o ministro da Economia e da Coesão afirmou que o Governo PSD/CDS-PP vai &#8220;cumprir o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)&#8221; sem deixar perder &#8220;um único euro&#8221; e qualificou Luís Montenegro como &#8220;o primeiro-ministro do Governo minoritário que mais reformas tem feito em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Como exemplos, apontou &#8220;a reforma de todo o sistema descontrolado que existia na imigração&#8221; e &#8220;das regras da nacionalidade&#8221;, o lançamento do &#8220;maior programa de habitação social de sempre&#8221;, a &#8220;reforma do sistema de investigação científica e de invocação&#8221; e &#8220;a reforma do Tribunal de Contas&#8221; em curso.</P><br />
<P>Quanto à rejeição da proposta de revisão do Código do Trabalho no parlamento, na sexta-feira, também com votos contra do Chega &#8212; depois de ter havido sinais de acordo entre o Governo e o partido liderado por André Ventura nesta matéria &#8211;, apontou-a como prova de que &#8220;o Chega tenta destruir, mas não sabe construir coisa nenhuma&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isso reforça a nossa responsabilidade no futuro próximo&#8221;, acrescentou o Castro Almeida.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779312]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD/Congresso: Paulo Rangel considera que há uma aliança &#8220;chego-socialista&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-congresso-paulo-rangel-considera-que-ha-uma-alianca-chego-socialista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 19:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, considerou hoje que há uma aliança &#8220;chego-socialista&#8221; no país, juntando o &#8220;radicalismo cândido&#8221; PS aos &#8220;truques&#8221; e &#8220;fintas&#8221; de André Ventura, ambos contra o reformismo do PSD. Estas críticas foram feitas por Paulo Rangel perante o Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, considerou hoje que há uma aliança &#8220;chego-socialista&#8221; no país, juntando o &#8220;radicalismo cândido&#8221; PS aos &#8220;truques&#8221; e &#8220;fintas&#8221; de André Ventura, ambos contra o reformismo do PSD.</P><br />
<P>Estas críticas foram feitas por Paulo Rangel perante o Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro, num discurso em que elogiou a ação das ministras do Trabalho, Maria do Rosário da Palma Ramalho, e da Saúde, Ana Paula Martins.</P><br />
<P>Membro da Comissão Política social-democrata, Paulo Rangel considerou grave o que se passou na sexta-feira, no parlamento, com o chumbo da proposta do Governo de revisão das leis laborais.</P><br />
<P>&#8220;Que ninguém desanime, que ninguém fique (como alguns comentadores) na névoa da ideia da crise política, porque os portugueses sabem que o que aconteceu se resume ao nosso provérbio: Por morrer uma andorinha não acaba a primavera&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Apesar de desdramatizar as consequências políticas da reprovação da proposta de lei para a revisão das leis do trabalho, Paulo Rangel defendeu que importa &#8220;denunciar o PS, partido do radicalismo cândido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É radical porque quer manter toda a agenda de Pedro Nuno Santos, mas é cândido porque se apresenta com o discurso delicodoce de José Luís Carneiro. O PS que votou contra a reforma laboral é o partido que se recusa a negociar tudo&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Depois, definiu o Chega como &#8220;o partido da chico esperteza populista, o partido dos truques, das fintas, que diz hoje uma coisa de manhã e outra à tarde&#8221;.</P><br />
<P>O Chega, na perspetiva do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, &#8220;não é um partido confiável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Que ninguém tenha ilusões, quando o Chega votou contra a alteração do Código do Trabalho &#8211; uma reforma que previa maior flexibilidade, maior produtividade, maior crescimento, mais direitos para os trabalhadores &#8212; fez isso porque quer baixar as pensões dos portugueses&#8221;. E justificou a sua tese:</P><br />
<P>&#8220;Falei em chico esperteza populista por o Chega pretender baixar a idade da reforma. Mas aquilo que o Chega conseguiria era baixar as reformas de todos os portugueses a partir da ideia de que ele dava alguma coisa baixando a idade da reforma&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para Paulo Rangel, &#8220;há uma coligação negativa chego-socialista&#8221; no país.</P><br />
<P>&#8220;Há uma aliança tática entre o PS e o Chega e que na sexta-feira ficou claramente demonstrada&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Para o dirigente social-democrata, o que assusta o PS é o facto de o PSD &#8220;ser o partido do meio, o partido reformista e o partido responsável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos o partido central. E eles, Chega e PS, têm medo da moderação, do reformismo, da capacidade de fazer, da capacidade de mudar. Eles têm medo, não apenas do PSD, têm medo de Luís Montenegro&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779311]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Pinto é novo treinador do Gil Vicente com contratato até 2029</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 19:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Gil Vicente, da I Liga de futebol, oficializou hoje a contratação de Luís Pinto como novo treinador da equipa principal, tendo assinado um contrato válido até 2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Gil Vicente, da I Liga de futebol, oficializou hoje a contratação de Luís Pinto como novo treinador da equipa principal, tendo assinado um contrato válido até 2029.</P><br />
<P>O treinador, de 37 anos, sucede a César Peixoto, que rumou aos ingleses do Wolverhampton, e assume o comando da formação minhota depois de uma época em que o Gil Vicente terminou a I Liga no sexto lugar, igualando uma das melhores classificações da sua história.</P><br />
<P>Em declarações aos meios do clube de Barcelos, Luís Pinto assumiu o entusiasmo pelo novo projeto, considerando que encontrou no Gil Vicente uma estrutura alinhada com as suas ambições.</P><br />
<P>&#8220;A minha vinda para o Gil Vicnente representa felicidade, continuidade e o juntar de duas vontades, tanto do Gil como da minha parte, de quem quer alcançar o sucesso e conseguir crescer e evoluir&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Luís Pinto acrescentou que os contactos iniciais reforçaram a convicção de aceitar o convite dos minhotos.</P><br />
<P>&#8220;Desde a primeira reunião que demonstrei o interesse em fazer parte deste projeto. Acredito mesmo que existe uma vontade comum de crescermos em conjunto e sei que o Gil me vai ajudar a crescer enquanto treinador&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Quanto ao perfil da equipa que pretende construir, o novo treinador apontou a consistência competitiva como uma das prioridades.</P><br />
<P>&#8220;Podem esperar uma equipa que vai entrar em todos os jogos para ganhar e que vai procurar ser muito consistente defensivamente e perigosa nos momentos ofensivos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Luís Pinto encontrava-se sem clube desde março, altura em que deixou o Vitória de Guimarães, numa passagem marcada pela conquista da Taça da Liga, o primeiro troféu da história dos vimaranenses nessa competição.</P><br />
<P>Antes disso, orientou o Tondela, clube com o qual conquistou a II Liga e garantiu a subida ao principal escalão do futebol português, consolidando um percurso ascendente que agora prossegue em Barcelos.</P><br />
<P>O treinador conta ainda com passagens por União de Leiria, Mirandela, Felgueiras, Real, Leça, Lusitânia de Lourosa e Fafe.</P><br />
<P>Luís Pinto sucede a César Peixoto, que deixou o Gil Vicente após uma época de forte impacto desportivo, encerrando um ciclo de época e meia no clube minhoto para assumir o comando dos ingleses do Wolverhampton, que desceram ao segundo escalão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779310]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Carlos Moedas afirma que objetivo é a maioria absoluta em Lisboa em 2029</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 19:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Câmara de Lisboa traçou hoje como objetivo do PSD vencer a autarquia da capital em 2029 com maioria absoluta, num discurso em que atacou o &#8220;imobilismo&#8221; do Chega e do PS na vida política.</P><br />
<P>Carlos Moedas colocou esta fasquia eleitoral perante o Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro. Subiu à tribuna dos oradores pouco depois da segunda intervenção do líder do seu partido &#8211; ocasião em que Luís Montenegro anunciou o autarca da capital como um dos novos vice-presidentes sociais-democratas.</P><br />
<P>Em relação a objetivos eleitorais, Carlos Moedas disse o seguinte: &#8220;Ganhámos as eleições autárquicas em Lisboa duas vezes: A primeira por 2294 votos de diferença, a segunda por uma diferença dez vezes maior. E, hoje, deixo-vos aqui, em primeira mão, que em 2029 vamos ganhar por muito mais, com uma grande maioria absoluta&#8221;.</P><br />
<P>No seu discurso, o presidente da Câmara de Lisboa fez também um dualismo entre mentira e verdade na política, considerando que se assiste a um tempo &#8220;em que muitos vivem do alarmismo, da mentira, da manipulação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas a verdade é olhar para o país como ele é, dizer que durante muito tempo o PS governou adiando a vida dos portugueses. O PS habituou-nos à política do anunciar e não fazer &#8212; e em Lisboa foi assim durante 14 anos. Durante 14 anos construíram 17 casas por ano, nós entregámos 3200 em quatro anos&#8221;, advogou o autarca.</P><br />
<P>A seguir, atacou também o Chega, dizendo que &#8220;coragem não é insultar mais depressa&#8221; ou &#8220;gritar mais alto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sem hesitação digo que o Chega não é a solução para Portugal. O Chega quer um país zangado consigo próprio, enquanto os socialistas querem um país triste e resignado e a extrema-esquerda quer um país zangado com o mundo, intolerante a todos os que pensam diferente&#8221;.</P><br />
<P>Como modelo político, o presidente da Câmara de Lisboa destacou a figura do antigo primeiro-ministro e Presidente da República Cavaco Silva.</P><br />
<P>&#8220;Na primeira maioria absoluta tinha 17 anos. Estava na Praça da República, em Beja, e senti pela primeira vez o que era a social-democracia. Cavaco Silva trazia consigo um equilíbrio tão único e tão raro na política. E a isso chama-se coragem para reformar, para decidir, coragem para afirmar que a liberdade não pertence aos extremos, mas a cada um dos portugueses&#8221;, declarou perante os congressistas sociais-democratas.</P><br />
<P>Para Carlos Moedas, &#8220;as grandes reformas tiveram sempre a marca do PSD&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E o Governo Luís Montenegro tem feito muito por honrar esse legado. Mais do que honrar esse legado, tem renovado esse legado&#8221;, acrescentou.</P></p>
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