Fertini, POR, Serca, Famo, Marcage Interiors, Fábrica de Tecidos do Carvalho, Têxtil Rarial, Miguel Antunes Fernandes, João Eduardo de Sousa, Luís de Sousa, Ditto Housewares, Perpétua, Pereira & Almeida e Serip são as 13 empresas que constituem a representação portuguesa na Index – International Design Exhibition. A elas junta-se o Instituto do Vinho, Bordado e do Artesanato da Madeira.
A participação de Portugal naquela que é considerada a maior feira de mobiliário, decoração e design de interiores do Médio-Oriente é assegurada pela Associação Empresarial de Portugal (AEP). A Index arranca hoje, no Dubai, e prolonga-se até à próxima quinta-feira com cerca de 50 países presentes. A organização espera receber mais de 30 mil visitantes durante os quatro dias do evento.
Mónica Moreira, directora da AEP Internacionalização, acredita que o pavilhão de Portugal vai espelhar os progressos que têm feito as indústrias portuguesas de mobiliário, têxteis-lar, iluminação e artigos decorativos. «Em vários segmentos destes sectores temos belíssimas empresas, com produtos excelentes e capazes de um design alinhado com as tendências de mercados tão exigentes como os dos Emirados Árabes», refere em comunicado.
Portugal e os Emirados Árabes Unidos
Entre 2010 e 2015, as exportações portuguesas para os Emirados Árabes Unidos aumentaram cerca de 20%, de acordo com dados da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal. Só no ano passado, a exportação de bens e serviços alcançou os 266,9 milhões de euros, mais 53% do que 2014.
Os principais produtos que este país do Médio-Oriente comprou a Portugal foram: máquinas e aparelhos (56,5 milhões de euros), veículos (19,4 milhões de euros), pastas celulósicas e papel (8,5 milhões de euros), vestuário (8,7 milhões de euros ) e minerais e minérios (8,1 milhões de euros).





